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A angústia de um leitor

julho 24th, 2013|Artigos|21 Comments


Recebi este comentário em uma das postagens do blog, achei interessante e resolvi compartilhar com vocês. O autor ou autora não se identifica, apenas escreveu:

Como estudar o mundo? Como aprender história de verdade? O ensino superficial da escola já não serve. Quero entender a origem do mundo, as civilizações, as religiões, toda essa cultura incrível que está aí para ser decifrada, para então, poder entender o que acontece atualmente. Compreender mapas e conflitos, conhecer culturas… Não uma aprendizagem para testes ou concursos. Estou realmente interessada, mas nem sei por onde começar. Antes pensava que assistir a documentários era o caminho. Talvez seja um bom começo, mas muitas vezes extensos, nem sempre bons informantes e me deparo sem saber o que fazer ou assistir. Por onde começar?! Como ir fundo? Tanta informação, tanta informação…

Quem não sente esta angústia, sejam professores ou alunos? A informação e o conhecimento escolar geralmente estão a serviço dos vestibulares porque dão dinheiro. Cada ideia rentável gera uma “corrida do ouro” para ver quem vai se dar bem. Assim é, não apenas com a escola, mas com séries, programas, com todo o tipo de criação cultural. A verdade é que algumas escolas ainda são fortalezas que buscam preservar o pouco de senso civilizatório que ainda resta no ocidente.

Acredito que a tela “Angústia”, de Edward Munch, representa bem esta sensação.

Tela Angústia, de Edward Munch

Voltando ao comentário, se o autor(a) estiver certo(a), fica a pergunta: e quando o vestibular deixar de existir, o que vai ficar? qual o papel que restará para a escola?

21 Comments

  1. --- 24 de julho de 2013 at 23:12 - Reply

    Acho também que a grande pergunta é a seguinte: procurar o conhecimento que EU desejo ou ter um bom desempenho no vestibular? Para mim, pelo menos, infelizmente as duas coisas não são possíveis. Não posso ser boa em tudo, e quem pode? Quando os potenciais individuais serão valorizados? Enquanto eles não são, não está fácil ser pseudo-autodidata (ou até tentar ser pseudo… quê?!) e quase >perder 5 horas numa sala de aula.

    • Michel Goulart 25 de julho de 2013 at 8:24 - Reply

      Bom, vejamos assim: eu, por exemplo, sou um produtor de conteúdos digitais e não tenho como objetivo final ganhar muito dinheiro. Faço por prazer, mantenho linha de pesquisa histórica e trabalho também em sala de aula. Poderia estar atolado com 60h em sala de aula, ganhando um pouco mais, mas não visualizo o meu futuro assim, não desejo este destino. Encontrei uma função social no que faço e assim vou seguindo enquanto der. Por que digo isso? Fazer o que a gente gosta é uma opção – e, como opção, tem os seus riscos e exige certa dose de coragem. É possível relativizar um pouco suas colocações. Primeiramente, é possível estudar o que você gosta e, ao mesmo tempo, dedicar-se a uma boa preparação para o vestibular. Em segundo lugar, não é necessário ser boa em tudo, mas é possível ser boa no que você faz. Em terceiro lugar, enquanto os outros não valorizam o seu potencial individual, valorize a si mesma. Finalmente, nem todo o tempo em sala de aula é perdido. Há professores muito bons, que estimulam a curiosidade e a busca por informações. Cole nestes professores, aproveite ao máximo as boas aulas. Assim, não terá todo o tempo perdido.

  2. --- 27 de julho de 2013 at 1:32 - Reply

    Sim, é verdade. É preciso definir suas prioridades. Quais as minhas? Sei lá. Aí está o grande problema. Todo o conhecimento é importante, sem dúvidas. Mas não para uma pessoa só… Talvez eu simplesmente não goste de matemática e não queira aprendê-la, e daí? E aí que não ingressarei no curso que tanto desejo. Vestibular não “prova” nada. Não valoriza as vocações individuais. Mas quem se importa?… Não sou ninguém pra avaliar inteligências, tão simples e diferenciadas, então direi que tenho apenas um professor que me >inspira. O resto não liga. Não sabe dar aula, quem dera escrever ou falar. É complicado. É complicado quando você vai interessado e volta cansado. É complicado ter 15 anos e não saber muito além de ler, escrever e as operações básicas. É complicado não conhecer o seu país (para não falar dos outros e virar uma piada ainda maior) geograficamente. É complicado quando escolas desvalorizam a filosofia e a música. É complicado ter medo e falta de coragem para simplesmente deixar de lado o “conhecimento” que não interessa e buscar o que você procura, seja a história de meus antepassados, a física ou a música. É complicado saber que a culpa é sim sua, mas que ninguém nunca estimulou qualquer aprendizagem verdadeira. É complicado quando “siga os seus sonhos” parece uma frase clichê. É complicada a sensação de impotência no meio de tudo isso. Mas ao mesmo tempo é tão fácil… É tão fácil não aceitar e fazer do seu jeito. Procurar o SEU conhecimento, não importa qual seja. É tão fácil não ser mais uma pessoa igual, com roupas iguais, conversas iguais, uma vida igual. O difícil é entender alguma coisa, o que importa ter conhecimento ou seguir seus sonhos neste imenso vazio… Enfim, este comentário/livro ficou gigante e perdeu o foco, ops! Desculpe-me, e obrigada por ser um dos únicos professores muito bons, que estimulam a curiosidade e a busca por informações que eu já tive 😉

  3. Klaus do Iate 29 de julho de 2013 at 9:23 - Reply

    Cara—
    Tenho um pouquinho mais de tempo de planeta que vc e sei que conselho se fosse bom nao seria dado seria vendido…brincadeira. O problema nao ‘e esse. O problema ‘e que experiencia pessoal ‘e intrasnferivel, mas s’o boboes nao aprendem algo com a experiencia dos outros. Um dos problemas basicos da vida atual ‘e realmente ela ser paputada pelo consumo. Eu poderia realmente ganhar muito mais pra consumir muito mais, mas a vida, ao contrario do que o sistema quer empurrar para nossas goelas nao ‘e cnsumir. ‘E preciso puxar o freio de mao e simplesmente oolhar em volta e viver de vez em quando, viver ‘e lazer, aprender pode ser lazer. Se vc procura o que deseja, nao o que outros desejam. Claro vamos por prioridades porque nao somos imortais. S vc est’a em idade de ENEM, caia de boca nele. O mais legal do ENEM, vestibulares e concursos para emprego ‘e que um dia, eles deixam de ser necessarios na tua vida e uma vez garantida uma vida minimamente digna, para que trabalhar mais???

  4. Klaus do Iate 29 de julho de 2013 at 9:29 - Reply

    No aula sistema que nos vivemos (olha a historia ai de novo, nao foi sempre como direi), o trabalho n~ao ‘e lazer para a grande maioria (outra coisa que o Toynbee abordou um pouco). Vc nao se sente vivo enquanto trabalha. Nossa lingua ‘e neolatina, mas trabalho nao vem de LABORE, mas da palavra latina TRIPALIUM, que era um instrumento pra torcer as tripas do torturado. Mas mesmo que vc nao seja como a maioria das pessoas e veja alguma vida na maioria das vezes ao trabalhar (como o Michel), tenho certeza absoluta que ele dir’a que para ser bom gari ou diplomata, vc nao pode estar 100% do tempo pensando gari ou diplomata. Alias ‘e outra coisa que a vida me ensinou, NAO dedique-se 100% a NADA. VC nao ser’a melhor namorada se se dedicar 100% ao namoro. Nem ser’a melhor pai, filho, atleta ou colecionador de selos. ‘E fato, paradoxal, mas ainda fato. Que vc ‘e melhor medico/militar/filosofo se olhar um pouco para fora deste mundo medico/militar/filosofo. Os insights virao naturalmente!

  5. Klaus do Iate 29 de julho de 2013 at 9:33 - Reply

    Outra verdade filosofica ‘e que a gente nao nasce “tabula rasa”, mas com muitos potenciais. Muitas possibilidades,vir-a-ser, mas SOMENTE poucas serao realidade, ser. A cada passo que vc d’a na vida o leque vai se fechando. vc vai mergulhando mais profundamente em algumas coisas e abdicando de outras. Isto nao ‘e motivo para angustia, ‘e apenas regra do jogo. Vc s’o nao pode ser sugada por exclusividades.

  6. Klaus do Iate 29 de julho de 2013 at 9:35 - Reply

    ERRATA” No AULA sistema que nos vivemos (olha a historia ai de novo, nao foi sempre como direi), o trabalho n~ao ‘e lazer para a grande maioria (outra coisa que o Toynbee abordou um pouco).” Nao quis dizer AULA e sim ATUAL.

  7. Klaus do Iate 29 de julho de 2013 at 9:39 - Reply

    E aí que não ingressarei no curso que tanto desejo. Vestibular não “prova” nada. Não valoriza as vocações individuais. Mas quem se importa?… Não sou ninguém pra avaliar

    Mas se a vida j’a vai fechar o leque, PORQUE j’a fechar tao cedo, no caso antes do ENEM? Quer ser poeta? Tudo bem, mais saiba que existe fun’cao em forma de parabola e vc vai ser melhor poeta! Muita gente boa quebra a cabe’ca com forma’cao de curriculos, sim. Vc nao est’a s’o no mundo. Michel, amigao, o quadro certo nao seria “angustia”, seria “O GRITO”.

  8. Klaus do Iate 29 de julho de 2013 at 9:42 - Reply

    O resto não liga. Não sabe dar aula, quem dera escrever ou falar

    Querida—, as pessoas sao diferentes. Que bom! Portanto, vc ter’a afinidades com algumas e nao com outras, mas o contato com todas ‘e que nos tornar’a menos egoistas ou ditadores. Um cara nao pensar como voce nao significa que ele nao seja gente boa. Um exercicio muito dificil ‘e se por na pele de outros. Os atores a’i tem muito a nos ensinar.

  9. Klaus do Iate 29 de julho de 2013 at 9:47 - Reply

    É complicado ter 15 anos e não saber muito além de ler, escrever e as operações básicas.

    Cara—, isto ‘e fato mesmo, mas vc deixar’a de ter 15 anos e ter’a os problemas dos 44, que posso te dizer nao sao atraentes tb. A vida nao ‘e s’o problemas. E tb parecer’a cliche, mas se vc identifica os problemas ja tem 50% da solu’cao, os outros 25% s`ao responder, vc quer MESMO resolve-los? Os outros 25% explicam porque quero matar o desgra’cado que disse que querer ‘e poder. Querer verddadeiramente ‘e necessario, mas nao ‘e o suficiente.

    • --- 29 de julho de 2013 at 23:25 - Reply

      Bom, eu disse que o MEU ”problema”, ou parte dele, neste momento é esse. Você não pensa em ganhar para consumir muito mais porque essa não é a sua prioridade, mas a de tantos outros sim, infelizmente. Ou felizmente, de uma maneira egoísta e sem olhar para a sociedade, talvez eles sejam os espertos! Trouxa sou eu, que ligo para isso. Agora este sim é um problema: viver de vez quando. As pessoas entram na rotina e deixam para viver sei lá… Quando der… De vez em quando, se der sorte. E é exatamente o que não quero para o tal futuro, mas só tenho 15 anos e já vivo de vez em nunca. Você passa uma parte grande da sua vida estudando (ou fingindo que estuda) para arranjar uma profissão, sem dúvidas, e tantos acabam fazendo o que der e pronto. Sonhos para depois. Como poderia ser prazeroso para muitos? Todo mundo sabe do que gosta, mas talvez ainda não tenha descoberto. E cadê toda a trigonometria que você viu na escola nessa hora? E o autoconhecimento que você não desenvolveu? O negócio é fazer diferente. No entanto, a ignorância é uma benção. Sobre os professores: de maneira alguma falei que eles não são bons professores por não pensarem como penso ou não serem legais. Alguns são pessoas tão gentis que até carrego culpa por tantos pensamentos sobre a incompetência dos caras! Não que eu tenha grande moral para falar, mas o que considero o básico para um bom professor é um bom domínio da língua que fala. Se eles são ou não bons é opinião individual… Se eles matam Pompeu 3 vezes em uma só aula é detalhe… Talvez eu queira aprender tudo de uma única só vez, é o que penso. Bom se querer fosse poder, com certeza não estaria com essas balelas todas! “Encontre o que você ama e deixe isso te matar” – Bukowski. Essa frase é genial, e considero o grande segredo, se é que existe… Como se eu soubesse algo da vida. Não sei. Nunca vou saber. Ué, alguém sabe? Enquanto isso, tento não sofrer tanto, mas sabe, só uma tentativa mesmo. Valeu, Klaus do Iate.
      beatriz zilli

  10. Klaus do Iate 30 de julho de 2013 at 8:54 - Reply

    “Agora este sim é um problema: viver de vez quando. As pessoas entram na rotina e deixam para viver sei lá… Quando der… De vez em quando, se der sorte. E é exatamente o que não quero para o tal futuro, mas só tenho 15 anos e já vivo de vez em nunca.”

    Beatriz, sem querer bancar um novo Dante. Se vc não está anestesiada como a grande massa que se satisfaz com quinquilharias, já está num bom caminho.Mas achar que não vive nunca, é algo que me assusta.. Há um ditado que diz que místicos e loucos estão no mesmo mar, só que os místicos navegam/nadam/surfam. Loucos se afogam. Ha quem interessaria sua autodestruição? Mudaria o estado das coisas? Mudaria o teu sofrimento? O John Lennon dizia que a paz que ele procurava não estava fora , em paises exóticos ou em drogas, mas dentro dele mesmo. Ele se machucou muito antes de descobrir isto? Sim. Mas não se destruiu, foi necessário que outro o fizesse. Como dizia Shakespeare tudo está bem quando acaba bem. A vida não é uma viagem de férias, é escola e campo de batalha. Se vc não faz parte desta grande massa de alienados consumistas, ótimo! Mas autodestruição não é boa saída. Como vc mesma já disse a vida é incrível, cheia de coisas a serem desvendadas. Se vc sente que está perdida num mundo de caos e dor que vc não entende, corra mesmo para historia ou religião, são boas bussolas. Já dizia o velho Aristóteles : “Tudo que hoje é grande e complexo , um dia já foi simples e pequeno”. Então se você voltar no tempo, a compreensão será possível e toda loucura e dor parecerão ter sentido e serão suportadas mais facilmente.

  11. Klaus do Iate 30 de julho de 2013 at 9:14 - Reply

    Sonhos para depois. Como poderia ser prazeroso para muitos? Todo mundo sabe do que gosta, mas talvez ainda não tenha descoberto. E cadê toda a trigonometria que você viu na escola nessa hora? E o autoconhecimento que você não desenvolveu? O negócio é fazer diferente. No entanto, a ignorância é uma benção”

    Sem duvida, encher a barriga é uma prioridade, não ha filosofia antes de encher a barriga. Mas depois disso, não se precisa muito para ser feliz, por mais que o sistema tente te convencer do contrario. Portanto, a questão profissional é muito central agora nos 15 anos, mas depois os caminhos se abrem, eu te garanto e vc terá bem mais chance pra aprender dentro do teu ramo profissional, dentro das coisas que vc gosta, ou da trigonometria que vc odeia. É só não deixar ser engolida por nada. Por que muitas esferas da vida vão te exigir exclusividade e negar isto a elas não será um ato egoista.
    Qto a ignorância ser uma benção… ha um verso persa que diz que a Verdade ilumina a mente e deixa o coração em trevas. ou outro que diz que Luz forte ou Trevas cegam. Isto de vc procurar certa informação voluntariamente já é algo que sugere que a verdade não te cegará ou deixará o teu coração em trevas. Daí que não se deve empurrar goela abaixo nenhuma verdade, mesmo que ela seja “verdade”. Os ignorante estão felizes em sua ignorancia? Deixe-os lá.

  12. Klaus do Iate 30 de julho de 2013 at 9:27 - Reply

    Os caras especiais tinham suas preferencias, mas me parecem que sacavam quando algum dado era importante e os arquivava mesmo que odiassem o assunto, como eu vc odiamos trigonometria. Marighela que é um cara que eu acho que o prof Michel curte, mas eu particularmente odeio, foi um poeta e um guerrilheiro na epóca da ditadura militar brasileira. Prefiro reformistas aos revolucionários. O cara adolescente saiu do anonimato porque respondeu a uma prova de Física (corretamente) com versos! Este multitalento a la Leonardo da Vinci quando nem se sonhava com a palavra interdisciplinaridade, tornou Marighela, um líder muito amado pelos seus e temido pela ditadura.Olha aí! Um cara pode se tornar melhor artista se tem rudimentos de trigonometria e o contrario também. O químico Von Kekulé só desvendou a estrutura planar do benzeno quando deu ouvidos a um sonho místico que recorria quando dormia, uma cobra comendo o próprio rabo.

    • Michel Goulart 30 de julho de 2013 at 9:50 - Reply

      Não sou muito fã do Marighela. Também não sou fã de todos os intelectuais de esquerda.

  13. Klaus do Iate 30 de julho de 2013 at 9:37 - Reply

    “Encontre o que você ama e deixe isso te matar” – Bukowski. Essa frase é genial, e considero o grande segredo, se é que existe… Como se eu soubesse algo da vida. Não sei. Nunca vou saber. Ué, alguém sabe? Enquanto isso, tento não sofrer tanto, mas sabe, só uma tentativa mesmo. Valeu, Klaus do Iate.
    beatriz zilli

    Vejo a Morte como uma mulher bem gostosa, que não funciona na cama ou um político que diagnostica corretamente todos os problemas e sugere soluções bem logicas, mas depois de eleito… Ela faz parte das regras do jogo e é sedutora. Mas é apenas isto. Fico com os romanos e com Pascal. Os primeiros diziam que “apesar de ser certo uma existência posterior a morte, os Manes (as almas dos mortos), nos invejam”. E Pascal dizia que se a vida após a morte é uma possibilidade indescartável, e poderemos ser julgados, é melhor vivermos fazendo o bem, mas antes de mais nada, é melhor vivermos.

  14. Klaus do Iate 30 de julho de 2013 at 9:48 - Reply

    cara Beatriz sabe o que são aqueles 25% que tornam a frase QUERER È PODER, uma frase infeliz?
    TEMPO. Humanos motivados se a eles for dado TEMPO serão realmente capazes de tudo. Geralmente o tempo gera as oportunidades, o tempo nos é dado por fatores a lém de nossso poder, mas no teu caso, é vc que não está concedendo TEMPO a vc mesma. Bea, desacelere.

    • beatriz z 30 de julho de 2013 at 15:23 - Reply

      “Humanos motivados se a eles for dado TEMPO serão realmente capazes de tudo. Geralmente o tempo gera as oportunidades, o tempo nos é dado por fatores a lém de nossso poder, mas no teu caso, é vc que não está concedendo TEMPO a vc mesma. Bea, desacelere.” É isso. E não levar a vida tão a sério, aliás 🙂

  15. Guilherme Leonardo 19 de agosto de 2013 at 19:06 - Reply

    Michel Goulart, eu tenho 14 anos e sou apaixonado por História, ano passado tirei nota 100 em todos os bimestres (infelizmente essa facilidade é restrita) e sonho em trabalhar e, claro, ganhar dinheiro com isso. Porém, eu realmente não sei como posso aplicar essa vontade de conhecer toda a História em algo que me “realize” profissionalmente. Então minha pergunta é: o que você sugere que eu faça? Estude História na faculdade e faça o que realmente gosto?
    Por que sei que não basta penas gostar do que faz, tem que gostar de ganhar dinheiro também.
    Se puder responder por e-mail eu agradeceria!!!

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