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20 fatos sobre a história do sexo (parte I)

dezembro 17th, 2012|Curiosidades|33 Comments


O sexo acompanha o ser humano em toda a evolução. Apesar de nossos antepassados e todos nós termos nascidos a partir de um ato sexual, o tema ainda é motivo de polêmica e taboo em várias culturas e/ou religiões ocidentais e orientais. Com o objetivo de conhecermos a forma como nossos ancestrais encaravam o tema, confira 20 fatos sobre a história do sexo.

Nesta primeira parte, abordamos o sexo como praticado na Pré-História e Antiguidade. Este artigo foi extraído e adaptado do Mundo Estranho. Não deixe de ler a segunda parte da nossa lista

Sugerimos a leitura do livro Uma breve história do sexo, de Claudio Blanc, mostra ao leitor como a sociedade encarou o sexo desde os tempos mais longínquos da Pré-História, acompanhando as diferentes alterações passadas pelas concepções no decorrer da linha do tempo.

Livro Uma Breve História do Sexo, de Claudio Blanc

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Neste livro, o autor inicia sua narrativa no período pré-histórico, quando o sexo era praticado como forma de culto religioso, caráter que persistiu até a Antiguidade.

Sexo praticado na Mesopotâmia

– Estudos feitos por arqueólogos em objetos e pinturas rupestres indicam que os seres humanos na Pré-História já distinguiam sexo de reprodução, usavam cosméticos naturais para incrementar a paquera, faziam sexo em posições diferentes e usavam até mesmo métodos anticoncepcionais.

– As posições sexuais variavam. Uma imagem encontrada em Ur, na Mesopotâmia, datada de 3200 a.C., mostra a mulher por cima, posição também encontrada em obras de arte da Grécia, do Peru, da China e da Índia. Uma outra imagem mostra a mulher sentada com as pernas levantadas para facilitar a penetração.

– No Paleolítico, os machos dominantes se casavam com várias mulheres, seguindo o comportamento de animais polígamos, como bisão e veado. Já no Neolítico, a monogamia passa a ser predominante. Observando o estilo de vida dos animais domesticados, os homens passaram à monogamia.

– Não faltam exemplos da prática da masturbação na Pré-História: há de estátuas a bastões fálicos talhados em madeira ou em pedra. Uma das estátuas, de Malta, mostra uma mulher se masturbando de pernas abertas por volta de 4000 a.C. Outra retrata um homem no ato em 5000 a.C.

– Os homens usam plantas medicinais há pelo menos 40 mil anos. Arqueólogos desconfiam que plantas do gênero Aneilema eram usadas para evitar a gravidez, enquanto a borragem provavelmente já era usada para amenizar os sintomas da tensão pré-menstrual nas mulheres e como afrodisíaco para os homens.

Vênus de Willendorf

– Pesquisadores apontam que a atividade homossexual masculina e feminina é comum em mais de 200 espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes e insetos, o que poderia indicar que também era praticada pelos homens pré-históricos.

– O sexo entre homens e animais – a zoofilia – também era praticada. Há uma pintura rupestre de cerca de 3000 a.C., em Val Camonica, na Itália, que mostra um homem copulando com um asno! Já na Sibéria aparecem imagens de homens copulando com alces.

– Os homens faziam estátuas eróticas que podem ser consideradas ancestrais da pornografia. A mais famosa é conhecida como Vênus de Willendorf: uma mulher de nádegas e peitos grandes com traços de corante vermelho, encontrada em uma região ocupada há 40 mil anos atrás.

– Na hora da paquera, o homem pré-histórico já tinha à disposição cosméticos feitos de plantas, como a hena, usada nos cabelos. Sabe-se que extratos de beladona eram usados para dilatar as pupilas e, assim, chamar mais a atenção. Havia ainda pigmentos avermelhados, que destacavam partes da pele.

– Quando o homem virou bípede, o corpo passou a ter novos focos de atração sexual. Os peitos das mulheres, únicas fêmeas entre os primatas que têm seios permanentemente grandes, passaram a ser tão atrativos quanto a bunda. O ser humano passou a ser um dos poucos animais que fazem sexo cara a cara.

Sexo praticado na Roma Antiga

– Na Antiguidade, a prostituição era regulamentada, o divórcio começou a existir e havia até deuses do sexo! Os romanos, por exemplo, prezavam tanto o sexo que havia uma lei para desincentivar o celibato: a solteirice e a falta de filhos eram punidos, e as pessoas cheias de herdeiros tinham privilégios.

– Os conhecimentos sobre a atividade sexual começaram a se aprimorar com Hipócrates, considerado o pai da medicina. Os romanos também estudavam o corpo humano e já conheciam algumas doenças venéreas, como a gonorreia, termo cunhado por Galeno no século 2.

– Os gregos e romanos eram monogâmicos – no império de Diocleciano, em Roma, a bigamia foi declarada ofensa civil. Mas os greco-romanos descobriram que o amor nem sempre é eterno: foi nessa época que surgiu o divórcio. As mulheres adúlteras podiam ser condenadas à morte.

– Em Roma, as posições sexuais apareciam em pinturas, mosaicos e objetos de uso cotidiano, como lamparinas, taças e até moedas. Em uma face, ficava a posição sexual, e, na outra, um número. Para alguns historiadores, as moedas eram fichas de bordel, e as posições com penetração tinham números maiores.

– na Grécia e na Roma antigas, a masturbação era vista como natural. No Egito, a masturbação era até parte do mito da criação. Um dos ditos piramidais afirma que Aton, o deus do Sol, teria criado o deus Shu e a deusa Tefnut através do sêmen de sua masturbação!

O mito de Orfeu e Eurídice

– Casais de homem com homem e mulher com mulher eram comuns na Grécia. Havia até mitos para explicar a origem da pederastia, a relação entre homens maduros e jovens: o primeiro dizia que Orfeu, um dos seres da mitologia grega, acabou se apaixonando por adolescentes depois que sua mulher, Eurídice, morreu.

– O grego Hipócrates achava que o útero poderia deslocar-se pelo corpo da mulher em busca de umidade e poderia chegar até o fígado! Mas ele também deu bolas dentro: calculou a duração da gravidez em 10 meses lunares (cerca de 290 dias do nosso calendário), tempo parecido com os 9 meses atuais.

– Os galanteios dos romanos seguiam um manual: o livro A Arte de Amar, do poeta Ovídio, escrito entre 1 a.C. e 1 d.C. Entre as dicas, estava o uso do goró: “O vinho prepara os corações e os torna aptos aos ardores amorosos”. Recomendava: “Esconda os defeitos e, o quanto possível, dissimule suas imperfeições físicas”.

– A legislação sexual romana era polêmica! Eram puníveis com a morte: adultério cometido pela esposa, incesto e relação sexual entre uma mulher e um escravo. No estupro, a punição sobrava até para a vítima – se não gritasse por socorro, a virgem poderia ser queimada viva.

– Em Roma, as prostitutas eram registradas e pagadoras de impostos, se vestiam com tecidos floridos ou transparentes, e, por lei, não podiam usar a estola, veste das mulheres livres, nem a cor violeta. Os cabelos deviam ser amarelos ou vermelhos.

33 Comments

  1. klaus do iate 18 de dezembro de 2012 at 18:22 - Reply

    Um dos metodos anticoncepcionais mais antigos está o DIU, usado por mercadores que tinham que cruzar o Saara com camelas. Se a camela engravida , ela perde seus superpoderes de camelo. Portanto era vital que durante travessia , elas nao gestassem. Os caras, por tentativa e erro, sacaram que, em certo momento do ciclo, poderiam colocar uma pedra redonda bem polida, previamente aquecida para nao carregar germes vivos, no utero (veja bem utero, nao vagina) das camelas e que isso impedia gravidez.

    • Michel Goulart 19 de dezembro de 2012 at 13:54 - Reply

      Não seria mais fácil simplesmente evitar que a camela ficasse ao lado de um camelo durante o período do cio?

  2. klaus do iate 20 de dezembro de 2012 at 16:45 - Reply

    Na verdade não, porque as caravanas para terem lucro, exigiam muitos camelos e portanto, ficava dificil montar uma caravana com camelos de um só sexo. Além disso, como as travessias levavam meses, fatalmente chegava a algum mês de cio. Os camelos sao bichos semi-domesticos como o gato. Mal-humorados ia ser dificl espantar um macho com alguma fêmea por perto. Mas valia deixar os bichos copularem SEM conseguir gestar.

  3. klaus do iate 20 de dezembro de 2012 at 16:47 - Reply

    E quanto à prostituição sagrada em templos de Afrodite no Chipre e templos de Ishtar em babilônia?

  4. Klaus do Iate 21 de dezembro de 2012 at 15:02 - Reply

    Vou pesquisar mais , mas tratava-se de mulheres que nao eram prissionais do sexo, que podiam ser da elite ou do povao, virgem ou casada, que queriam alguma graça da deusa. Ficavam sentadas na porta do templo até algum homeme desconhecido jogasse alguma oferenda para ela (a deusa) no colo da mulher. O casal recem-formado ia para dentro do recinto sagrado, copular. E depois se despediam como ilustres desconhecidos.
    Algumas vezes a graça pedida era um marido, as vezes um filho, as vezes algo nao relacionado. Mas vou pesquisar mais.

  5. Klaus do Iate 21 de dezembro de 2012 at 15:05 - Reply

    Ha ainda os rituais greco-romanos de hierogamia.
    Dos 4 festivais sagrados anuais celtas , 2 eram relacionados a sexo e reprodução.
    Tenho que pesquisar mais.
    os antigos levamvam o sexo mais serio que a gente que estamos custando de nos livrar da ideia de sexo=pecado.

  6. Klaus do Iate 21 de dezembro de 2012 at 15:06 - Reply

    Por falar nisto poderiamos tentar caçar o processo historico que levou a esta equação sexo=pecado?

  7. Klaus do Iate 21 de dezembro de 2012 at 15:10 - Reply

    Quando estava na escola de Medicina tinhamos uma brincadeira que dizia que só nós, humanos, conquistamos o mundo porque tinhamos cerebros grandes, mas os cerebros grandes só foram possiveis com grandes pelves. Logo a bunda feminina dominou o mundo. brincadeiras a parte, antes do advento da cesariana, as mulheres tinham alcançado o limite anatomico para o volume de suas pelves e portanto o tamanho maximo dos cerebros na antiguidade. Acima deste tamanho a uma pelve gigante acarrata prsoes extras sobre joelho e incapacidade de correr de feras carnivoras.

  8. Klaus do Iate 21 de dezembro de 2012 at 15:16 - Reply

    A incapacidade de correr de feras devido ao bunda pode estar por tras de outro misterio da biologia humana feminina. Por que as mulheres saõ uma das poucas femeas de mamifero que nao dao sinais inequivocos de que estão ovulando e portanto querendo sexo?
    Nao dando tais sinais, o macho humano primitivo nao presumiria que ela nao está afim, presumiria o oposto que estaria sempre a fim. Ter um macho sempre do lado é evolutivamente vantajoso, pois apesar dele correr bem mais sem o problema do bundão. O macho poderia tirar a femea de algumas enrascadas ou induzir o predador mais poderoso a atacar a presa de maior tamanho. Entre mamiferos , incluindo nós , a femea é mais valiosa para perpetuação da especie.

  9. Marge 26 de dezembro de 2012 at 23:30 - Reply

    Desde q o mundo é mundo o sexo sempre fez e faz e fará parte da história das civilizações! Afinal, vc não acha que veio da cegonha, acha?? rs

  10. Israel 1 de Maio de 2013 at 13:31 - Reply

    A 3 foto, onde mostra um relevo de uma relação sexual em metal, é a Taça de Trajan. Não sei porque cortaram(era só tampar os orgãos), mais a Taça de Trajam mostra a pederastia,(Um homem velho e um jovem.)

    • Michel Goulart 1 de Maio de 2013 at 14:33 - Reply

      Tenho muitos visitantes crianças. Achei que a imagem não era própria, dado a temática.

  11. Geraldo de aguiar filho 5 de Maio de 2013 at 20:19 - Reply

    Muito boa essa materia,vou continuar seguino! OBS(gostaria de ler uma materia sobre como é dificil entender o que está escrito nos livros sagrados(Biblias)

    • Michel Goulart 6 de Maio de 2013 at 16:51 - Reply

      Mas a Bíblia não é assim tão difícil de entender. Depende muito da tradução. Porém, existe uma versão na linguagem de hoje que é até bem fácil.

  12. marcelo buraco 20 de Maio de 2013 at 18:28 - Reply

    Existe uma afirmação no livro que é muito questionável por parte da antropologia. Os seres humanos do neolítico deixaram a poligamia que exerciam no paleolítico por conta da observação da monogamia nos animais domésticos. A tese mais aceita esta no fato de que no paleolítico a raça humana convivia numa estrutura matriarcal, onde a mulher desempenhava a espinha dorsal do clã. Com a evolução da forma de caça, pesca e coleta através do desenvolvimento de ferramentas (entrada do neolítico) o homem passa a exercer maior influência dentro do clã (patriarcado) e este passa a cobrar dentro desta organização as mulheres que irão cuidar do resultado do seu trabalho, uma forma de garantir sua superioridade. Com o desenvolvimento da civilização humana e o estabelecimento da propriedade privada, o patriarcado se fortalece e a monogamia da mulher passa a ser lei (regra) pq isto garante ao chefe da família o controle sobre seus bens e herdeiros. Fonte: Origem da familia da propriedade privada e do Estado (F. Engels).

  13. marcelo buraco 20 de Maio de 2013 at 18:40 - Reply

    A questão da prostituição como ritual religioso tb é abordada neste livro, que relata que a prostituição feminina tem seu inicio nos rituais religiosos. Desta feita contrária a tese de que a mulher começa a se prostituir por conta própria, ela na verdade é induzida e forçada pelos chefes religiosos. Outra grande contribuição deste livro é mostrar a evolução da formação da organização familiar na sociedade humana. Desde a era mais primitiva até hj. E demonstra com nitidez que a família é algo em plena evolução, pois esta sempre acompanha o desenvolvimento dos meios de produção de bens e riquezas e o desenvolvimento das formas de trabalho. Neste momento estamos passando por uma grande evolução, onde a maioria das mulheres passam a ter trabalho e renda própria, e com isto elas passam a decidir na formação e construção da suas famílias. Elas estão voltando a recuperar aos poucos o espaço que perderam a milhares de anos atrás, apesar da imensa desigualdade que ainda existe.

  14. marcelo buraco 20 de Maio de 2013 at 18:56 - Reply

    A questão do sexo como pecado, analisando sob o prisma de Engels, se dá justamente pela imposição do patriarcado sobre as mulheres. Os homens se aproveitando do controle econômico sobre as mulheres e sobre o clã, passam a assumir o controle religioso, com isto eles estabelecem as leis. Os cargos no clã, de chefes tribais e principalmente religiosos sempre eram ocupados pelos homens e de maneira imposta. A religião foi outra instituição humana que sofreu a influência do desenvolvimento da sociedade. Quanto mais a sociedade se desenvolvia e crescia economicamente e tecnologicamente, a religião ia se transformando para dar suporte as novas exigências de quem controla a sociedade. A superação do culto politeísta para o culto monoteísta esta ligado há estes fatores.
    Este livro da Origem da família de Engels é um grande apanhado para este tema. Engels busca nos estudos de um grande antropólogo norte americano (Morgan) os estudos que antecederam suas teses. Até hj na academia as teses de Engels sobre a origem das instituições sociais (familia, propriedade e estado) são insuperáveis.

  15. Gisela 13 de agosto de 2013 at 9:29 - Reply

    A Vênus de Willendorf não tem nada a ver com pornografia! É um símbolo religioso, representa a Deusa mãe. Vi um doc muito interessante chamado “A caverna dos sonhos esquecidos” que explica que as mulheres na época (20.000ac) não eram voluptuosas daquele jeito, a estátua é uma idealização, um símbolo de fertilidade. A fertilidade e o nascimento eram mistérios para os pré-históricos, que acreditavam que a deusa poderia proteger as mulheres durante os partos, que sempre foram muito perigosos (1 em cada 5 morriam, em média). Encontraram pingentes dessa estátua tb, era um símbolo religioso.

    • Michel Goulart 13 de agosto de 2013 at 13:00 - Reply

      Fantástico, Gisela.

    • Hermes 20 de Janeiro de 2014 at 14:18 - Reply

      Concordo com a Gisela, lembrando também que a humanidade viveu a maior parte de sua história na escasses, por isso representações de mulheres voluptuosas também remetiam a estas serem saudáveis e bem alimentadas, portanto ótimas para procriação. Esse ideal permaneceu até pouco tempo, vide as pinturas do Renascimento.

  16. juliana barreto 24 de outubro de 2013 at 14:51 - Reply

    julina barreto amei estes cmentarios so de cara vcs sabem não tenho tempo de ler bestera

  17. juliana barreto 24 de outubro de 2013 at 14:54 - Reply

    jliana barreto amou os comentarios maois teve tempo de ler todos depois euleio ta bjs

  18. Neide Oliveira 11 de dezembro de 2013 at 15:34 - Reply

    Estou amando ler os seus artigos e Tbm os comentários são muito construtivos!

  19. Glauco Arqueologo 11 de dezembro de 2013 at 16:48 - Reply

    A Vênus de Willendorf não é uma estátua erótica. Ela simboliza a fertilidade a mulher no sentido da mãe Terra ou na mentalidade dos primeiros humanos a tornarem-se sedentários por causa da Agricultura

  20. Rodrigo 12 de dezembro de 2013 at 7:11 - Reply

    As punições no que se refere ao adultério, não teriam surgido na sociedade hebraica?

  21. Ana Paula Vaz 16 de Janeiro de 2014 at 10:40 - Reply

    Estou lendo o livro Histórias íntimas sexualidade e erotismo na história do Brasil .
    Mary Del Priore
    Um livro muito bom também .
    Eu já o livro de Claudio Blanc e adorei !!
    Gostaria de saber se alguém já leu “A Assustadora história do Sexo” de Richard Gordon .

  22. Klaus do Iate 6 de Maio de 2014 at 12:04 - Reply

    Prostituiçao sagrada em Babilônia
    “A prostituição era considerada uma atividade totalmente legal e muito respeitada se tomada em conta as sacerdotisas do templo de Ishtar , antes do matrimonio TODA mulher deveria ir para o templo de Ishtar e fazer sexo com um desconhecido , o ato sexual cometido pelas “prostitutas sagradas” de Ishtar é um ato sagrado em todos os aspectos em que se assemelham e atualizam a presença da deusa-mãe em seu aspecto da feminilidade e generativa e que representa o ciclo da vida.” Este texto é ds p’ágina Facebook Mesopotâmia Brasil. O “TODA” é que tenho que conferir em outras fontes. Idem para Pafos e o templo de Afrodite.

  23. Klaus do Iate 6 de Maio de 2014 at 12:10 - Reply

    No espírito Vox populi, vox dei: Esperma de desconhecido (deus disfarçado) garantiria fertilidade de quem estava para casar. No processo, o templo de Ishtar ganhava uma graninha do desconhecido. A deusa Ishtar, além de sexy e garantidora da fertilidade, era uma deusa-guerreira. Ha um mito onde ela desce ao Mundo Subterrâneo para salvar um ente querido e chega a morrer! Este tema de deus/heroi descer ao Inferno e sofrer muito é bem comum (Herakles, Jesus) a “novidade” é que é uma heroína!

  24. Klaus do Iate 6 de Maio de 2014 at 12:42 - Reply

    Cibele/Kubaba/Inana/Ishtar/Astarte/al-Uzza/Afrodite é filha do Deus-Lua mesopotâmico e, por isto, as vezes é associada a este astro portando um crescente na cabeça a guisa de chifres. Mas na maioria das vezes é diretamente associada a Vênus, a “estrela” matutina-vespertina.

  25. juraci frata 6 de setembro de 2017 at 23:47 - Reply

    acredite quem quiser se quiser. Eu não.

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