Infográfico: Rota Inca na América do Sul

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O infográfico interativo “A rota do Inca” está disponível no site  do Discovery Channel Brasil. Consiste em seguir as principais rotas da civilização inca. À medida que você avança, conheça informações importantes acerca desta grande civilização que se desenvolveu na Cordilheira dos Andes.

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Para acessar o infográfico, basta clicar na imagem abaixo!

Infográfico que mostra a rota dos Incas

Como usar em sala de aula

Os professores de História podem utilizar as informações do infográfico para traçar o processo de expansão territorial do império inca pela América do Sul. Algumas informações que podem ser extraídas do infográfico.

  • A cidade de Quito, no Equador, funcionou como centro administrativo e militar do Império Inca.
  • No Equador, a região de Ingaripa serviu de quartel militar e moradia do imperador.
  • A cidade de Huano Pampa, no Peru, foi o maior centro administrativo do Império Inca. Neste local, haviam dois mil depósitos que abrigavam produtos de outras regiões dominadas pelos incas.
  • A cidade de Cuzco era considerada o centro do universo e capital do Império Inca. Sua reconstrução monumental para serventia inca é atribuída ao imperador Pachacuti, entre 1438 e 1471.
  • A cidade de Chuquiabo, na Bolívia, servia de centro para onde era transportado o milho (maíz) pelas rotas do Império Inca.
  • A cidade de Catarpe, no Chile, era um centro administrativo para controlar a região do Atacama, rica em minérios.
By | 2014-01-17T06:36:12+00:00 28 de Abril de 2013|Categories: Infográficos|Tags: , , , |25 Comments

About the Author:

Professor, historiador e blogueiro, já trabalhei em algumas das maiores escolas públicas e particulares de Santa Catarina. Comecei a lecionar em 2001, sempre preocupado com um ensino caracterizado pela criatividade e inserção de novas tecnologias e metodologias variadas em sala de aula.

25 Comments

  1. klaus do Iate 29 de Abril de 2013 at 13:17

    A conquista por Pizarro, mais que a conquista por Cortez revela um papel importante do timing dos eventos, do acaso e da “antiguidade” dos Estados eurasianos. Outro dia tentarei falar dos eventos até Cajamarca.

  2. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 10:18

    Pizarro , talvez fosse primo de Cortez e veio garotão para America, quando os espanhois conquistaram a America Central, depois de construir um forte QG no Caribe (Cuba e Hispaniola). Pizarro fez 4 viagens para o sul. Na segunda, ele era mero assistente de Ojeda, que fundou Cartagena na Colombia. Ojeda foi ferido por flecha envenenada dos chibchas e se mandou para o Caribe. E deixou Cortez no comando do local com ordens de esperar reforco por 50 dias, findo os quais, deveria recuar para Hispaniola, como ele mesmo faria. Cortez nao ficou parado em Cartagena e involuntariamente espalhou o viurs da variola que chegou até o Imperio Inca (chamado pelos nativos de Tauantisuyu).

  3. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 10:21

    Neste meio tempo, o sapan inca (imperador) Huayna estava concentrando no extremo norte do imperio pela enesima vez, exercitos para esmagar os aguerridos quitos e canaris. Entao canaris, quitos e as melhores tropas do imperio, incluindo Huayna, contrairam variola. Huayna morreu. Seu filho mais velho era bastardo , mas estava na campanha e era querido pelos militares. Seu filho mais novo ficara na capital, Cuzco, e era querido pelos ricaços.

  4. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 10:27

    Pizarro recebe ordens d eprender seu ex-chefe Nunes Balboa , descobridor do Oceano Pacifico e governador do Panamá. E Pizarro se torna o substituto no cargo de Balboa. Só que entra em falencia e resolve dar ouvidos a boatos somente com ajuda de 3 outros espanhois resolve tentar a conquista do local que abunda ouro e prata, segundo alguns guias nativos: o Biru. Ao sul. Especie de lenda similar( Eldorado) rolava pela Venezuela. E Pizarro já tinha falado com um entusiasta destas historias; Ponce de Leon, que exploraria Florida atras da Fonte da Juventude.

  5. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 10:37

    Pizarro tb lembra do sucesso inegavel de seu primo. Falido, resolve empreender a conquista do Biru, somente com ajuda de 3 ‘amigos”. Como financistas: De Luque e o judeu Spinoza (que resolveu permanecer anonimo), Almagro na intendencia e Pizarro como lider militar. Um verdadeiro projeto Caracu, onde os 3 primeiros entrariam com a cara e Pizarro com o resto. Nesta terceira viagem, costeando para o sul, seu pequeno exercito se amotinou como o exercito de Alexandre o Grande. Na ilha do Galo,Pizarro traçou com uma espada na areia uma linha e disse que quem ficasse do lado da linha onde ele estava deveria seguir sem se queixar. Somente 13 ficaria com ele na ilha do Galo, um deles Pedro de Candia já havia conhecido Huayna, mas nao sabia que ele estava morto. Almagro resgatou os 13, e uma 4a viagem teve que ser organizada. Ese “fracasso”deu tempo de precipitar as coisas em Tauantisuyu.

  6. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 10:43

    O herdeiro previsto por Huayna: Nina Cuyuchi , também morre de varíola! O choque entre os meio-irmáos Atahualpa (no norte, cercado pelo que restou das melhores tropas e querido por elas) e Huascar (sediado na capital Cuzco e apoiado por ricaços e numerosas tropas ruins) se torna inevitavel. Quando Pizarro chega pelo norte, domnando facilmente povos recem-conquistados pelos incas e recem-surrados pela variola. Alguem se lembra da lenda da volta de Viracocha, um deus solar branquelo e barbudo, quando vê os espanhois com amras de aço, armas de fogo e montados em estranhso lhamas gigantes.

  7. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 10:45

    Pizarro fica sabendo que Tauantisuyo existe e tem riquezas e poder militar muito maiores que dos nativos que já tinha enfrentado. Por outro lado ele também fica sabendo da guerra civil inca e envia mensageiros para os DOIS lados dizendo que iria ser seu aliado. Os dois lados querem auxilio de Viracocha.

  8. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 10:54

    Atahualpa sai de Caxamarca para batlha decisiva com o irmao. Na batalha de Huanacopampa, Atahualpa sem ajuda de Pizarro, vence e captura seu irmão.Tb massacra toda a familia do derrotado em todo imperio. Sabe que ainda ha muitos partidarios huascaristas vivos. Atahualpa fica sabendo da chegada dos “ET’s” e de sua oferta de aliança. Ele entao resolve voltar para Caxamarca.

  9. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 11:00

    Pizarro fica sabendo que Atahualpa vem encontrar-se com ele Caxamarca, com 50000 guerreiros! Ele tem pouco mais de 200 espanhois , mas tem huascaristas (não se sabe quantos) sobreviventes da batalha com ele. Aqui, ao contrario de Cortez, onde as fontes dizem claramente que ele estava com pesado apoio de nativos anti-asteca, as fontes se calam. Creio, que o apoio foi maciço do contrario, não aconteceria o que houve. De todo modo, na estrada, Pizarro teve grandes duvidas. Seus oficiais espanhois o aconselharam a nào ir para Cajamarca. Mas Pizarro acabou decidindo ir ao encontro pesando algumas ideias…

  10. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 11:11

    Pizarro recorda-se das recomendacoes de Cortez e de sua propria experiencia de que a estrutura politica dos imperios nativos era tão centralizada que apoderando-se dos lideres, que sao tratados como deuses, os demais não sabem o que fazer. Além disso se recuasse para a posicao segura de Chincha, perderia o apoio dos huascaristas. Nao ir para Caxamarca, tb seria causa de desconfiança por Atahualpa que já o considerava um aliado.

  11. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 11:20

    O certamente menor (mas talvez nao tao pequeno) exército de Pizarron encontra a fortaleza de Cajamarca/Caxamalca praticamente vazia e a ocupa rapidamente. Seus homens se posicionam dentro dela e esperaram Atahualpa e seu exercito que estava muito proximos.

  12. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 11:34

    Pizarro chegou em Caxamalca já com seu plano bem formado na cabeça: capturar Atahualpa como Cortez fez com Moctezoma II.
    Atahualpa entrou com enorme e rica liteira seguido de varios incas desarmados. Ingenuidade de estar entre aliados? Subestimou inimigo, porque se eles eram deuses, ele também era, sendo Filho do Sol, vencedor em Huanacopampa? Os espanhois arrogantemente ordenaram que se convertesse, mas antes de explodir em furia, atahualpa ainda examinou o Evangelho que o capelao do exercito de Pizarro lhe mostrava. Depois pediu para que um espanhol lha deixasse ver uma espada de metal. O soldado desembainhou-a, mas nao a entregou. Houve um disparo de falconete (um mini-canhão) e toda infantaria e cavalaria de Pizarro saltou de seus esconderijos, tomando a praça central da fortaleza, para atacar a enorme liteira. os incas desarmados , ainda assim se atiraram contra os espanhois. Estes fecharam o portào da fortaleza impedindo a entrada do grosso dos homens armados do imperio. Atahualpa foi capturado ileso, mas seu sequito foi massacrado.

  13. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 11:38

    De surpreso, curioso, indignado e menosprezando os ET’s, Atahualpa passou a seu refem. Pizarro tinha desde o inicio, planos para executa-lo, mas foi adiando sua execuçao , enquanto todo Tawantisuyu juntava metal precioso para resgatar seu sapan inca. Os aliados huascaristas clamavam a Pizarro para executa-lo, mas os incas juntavam muitas riquezas e obedeciam prontamente aos conquistadores com Atahaulpa vivo.

  14. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 11:40

    Mesmo aprisionado, Atahualpa conseguiu enviar ordens para executar seu irmão preso. Este foi um bom motivo para Pizarro dar também ordens para executar seu prisioneiro, dando apenas a opçao de ser estrangulado (se ele se convertesse ao crsitianismo) ou queimado vivo (se recusasse a conversao).

  15. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 11:46

    A conquista não estava consolidada, pois chegaram reforços espanhois vindos da America central por barcos, sob Almagro. Os espanhois com Pizarro o pressionavam para que repartisse imediatamente as riquezas conseguidas ANTES que chegassem os reforços espanhois, pois haviam feito o serviço mais arriscado. Mas Pizarro sabia que tinha que contar com estes reforços e se fez impopular com seus homens.

  16. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 11:51

    A capital do imperio se entregou sem resistencia já que Pizarro era considerado huascarista

  17. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 11:53

    O ouro derramado na Europa no ano da Conquista do Peru foi o maior butim militar até entao registrado e causou inflaçao imediata.

  18. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 11:56

    Morto Atahualpa em 1533, Pizarro nomeia outro filho de Huayna, como sapan inca e este implora vassalidade ao rei espanhol.

  19. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 12:16

    A resistencia a Pizarro continuou com generais incas isolados, mas que fracassaram porque eram divididos entre atahualpistas e huascaristas e porque preferiam batalhas campais e nao emboscadas e cercos como os espanhois. A verdadeira ameaça a Pizarro aconteceu quando um OUTRO espanhol desembarcou com muitas tropas espanholas e nativas: Pedro de Alvarado que já tinha combatido na Conquista de Cuba, dos astecas, da America Central. Pizarro afucou este homem de riquezas com a condiçao que deixasse seu exercito no Peru para ele. Alvarado apelidado de Tonatiu (deu-sol) pelos astecas, topou e com esta nova força, Pizarro facilmente esmagou os generais restantes do Tawantisuyo. Isto porem nao impediu desavenças entre os amigos de Pizarro e ele que resultaram em guerra civil entre consquistadores espanhois do Peru.

  20. Klaus do Iate 2 de Maio de 2013 at 17:07

    Agora o que ocorreria sem o exato desencadear dos fatos? Principalmente sem o virus da variola como unidade avançada do exercito de Pizarro ou sem a centralizaçao poltica inca (que era maior que a do Mexico)? Os araucanos, muito mais primitivos que incas, deram trabalho dobrado aos espanhois!! Como a Igreja catolica a perseguidores romanos.Eles
    eram descentralizados.

  21. Klaus do Iate 3 de Maio de 2013 at 11:28

    Maquiavel no seu O Principe, dizia que a tomada do imperio otomano ou do imperio persa era mais facil que da Europa, por causa disso: centralização politica.

  22. Klaus do Iate 3 de Maio de 2013 at 11:38

    Agora imagine Pizarro chegando pelo norte na primeira viagem tendo que enfrentar quitos e canaris , antes de enfrentar Tawantisuyu, com toda sua força, sob Huayna. Ou chegando após vitória de Huayna, com seu exercito ferido pelos quitos e canaris ,mas ainda saudável, concentrado no norte e com suas melhores tropas, ainda sob imperador-pai, sem crise dinastica entre irmãos. Imagine ainda Pizarro chegando DEPOIS de Atahualpa, na fortaleza Caxamalca. Imagine Huascar vencendo irmão de Atahualpa sozinho. Ou quando Pizarro riscasse a areia da ilha do galo, TODOS ficassem do lado contrario. Menos diferença certamente aconteceria na Historia da America Latina se ex-financista e ex-amigo Almagro vencesse Pizarro ou se o experientissimo Alvarado não aceitasse o multimilionário suborno.

  23. Klaus do Iate 3 de Maio de 2013 at 11:41

    Imagine Pizarro sem o exemplo do sucesso de Cortez, não só a motivar-lhe ,mas também a mostrar o caminho das pedras ( o fim e os meios). Pizarro não era criativo ou carismático como Cortez e o adversário nativo era bem mais coeso.

  24. Klaus do Iate 17 de Maio de 2013 at 5:41

    Sou contra a idéia de que a História é uma sucessão de eventos, onde cada evento tem várias causas e várias consequencias, formando uma teia de inevitabilidade. Isto pra mim é negar o livre arbitrio humano completamente e detonar o que há de humano nas Ciencias Humanas. SE ISTO FOSSE VERDADE NINGUEM deveria ser condenado por cometer crimes se sua mãe não comia proteina enquanto o gestava e seu pai não estava presente para educa-lo e o governo não garantiu emprego ou educação publica de qualidade e teve que conviver com estado paralelo de traficantes na sua comunidade.

  25. Klaus do Iate 17 de Maio de 2013 at 5:45

    Claro que existe um grau de determinismo ambiental e que somos frutos de nosso tempo. Na maioria das vezes nós (individualmente) estamos apenas colhendo o que nós (coletivamente) plantamos, POREM, numa minoria das vezes, estamos diante de encruzilhadas com mais de uma OPÇÃO. e nestas poucas vezes , se fazemos parte de algum tipo de elite, nós mudamos a história.

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