Livro: A Quarta Parte do Mundo

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O livro A Quarta Parte do Mundo, de Toby Lester, conta a história por trás do mapa de Waldseemüller e Ringmann, o primeiro a indicar a existência de uma parte do mundo além das conhecidas Ásia, África e Europa. Desenvolve uma saga de exploração geográfica e intelectual para rastrear as origens do pensamento moderno.

Livro A Quarta Parte do Mundo

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O livro foi lançado em 2013 e conta com 542 páginas. Ao ler, você vai conferir

  • A obra captura a paixão, a curiosidade e, por vezes, a arrogância por trás da Expansão Marítima. Seu livro oferece um estudo preciso de como as pessoas acabaram compreendendo o mundo em que viviam.
  • Durante milênios os europeus acreditaram que o mundo consistia em três partes: Europa, África e Ásia. Desenhavam os continentes de incontáveis formas e tamanhos, mas por vezes sugeriam a existência de uma “quarta parte do mundo”.
  • A quarta parte do mundo era um lugar misterioso e inacessível, separado do resto por uma expansão oceânica. Era uma terra mítica – pelo menos até 1507, quando Martin Waldseemüller e Matthias Ringmann, dois pesquisadores até então desconhecidos, tornaram-na real.
  • Mil cópias do mapa foram impressas, porém apenas uma sobrevive. Descoberta em 1901, por acidente, em um castelo alemão, foi comprada pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos em 2003, pela inédita soma de 10 milhões de dólares.
  • O livro também trata de uma injustiça histórica, pois o mapa atribui a “descoberta” do novo continente a Américo Vespúcio, não a Cristóvão Colombo. O termo América, impresso pela primeira vez em um mapa, é uma homenagem a Vespúcio.
  • Até Nicolau Copérnico faz menção a Waldseemüller: ele deduz, a partir da nova geografia mostrada no mapa, que a Terra não poderia estar no centro do cosmos.

About the Author:

Professor, historiador e blogueiro, já trabalhei em algumas das maiores escolas públicas e particulares de Santa Catarina. Comecei a lecionar em 2001, sempre preocupado com um ensino caracterizado pela criatividade e inserção de novas tecnologias e metodologias variadas em sala de aula.

6 Comments

  1. Klaus do Iate 14 de Janeiro de 2013 at 9:22

    Como Kepler deduz isto, mestre Michel?

  2. Klaus do Iate 14 de Janeiro de 2013 at 9:25

    Ha um trechinho dos Lusiadas de Camões em que ele declama ao povo luso:
    Na quarta parte nova,
    Os campos ara,
    E se mais mundo houvera,
    Lá chegara

    O verbo haver no preterito mais que perfeito do subjuntivo ao invés de no preterito do subjuntivo, sugere que os lusos zanzaram pela Oceania tb? Ou foi só erro de portugues? Magalhaes ou melhor DelCano tirou tinta de trave, mas que eu saiba foram os holandeses os primeiros a avistar territorio da oceania, nao?

  3. Klaus do Iate 14 de Janeiro de 2013 at 9:28

    O belga Mercator nao está fazendo anos por estes dias? Mercator é o criador do planisferio mais pratico de todos, ele deforma as massas continentais perto do polo, mas em latitudes abaixo de 70graus é muito pratico porque meridianos e paralelos sao linhas retas!

  4. Klaus do Iate 14 de Janeiro de 2013 at 9:29

    O nome de America ao novo continente é merecido, já que o Colombo morreu teimosamente dizendo, apos 4 viagens, que esteve nas portas do fundo da Ásia.

  5. Klaus do Iate 14 de Janeiro de 2013 at 9:30

    Americo Vespucio tb foi um baita marqueteiro, vou procurar um livro recente que tenho contando sobre sua biografia e suas cartas, ele foi lançado durante comemoraçoes dos “500 anos do Brasil”.

  6. Michel Goulart 14 de Janeiro de 2013 at 9:38

    Mesmo insistindo no erro, o nome não deixa de ser uma injustiça histórica.

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