Como Período Democrático cai no Enem

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Para quem acompanha nossas postagens, sabe que estamos analisando os temas mais cobrados do Enem. Assim, considerando as questões do Enem analisadas, vamos verificar como Período Democrático é cobrado no Enem, os principais tópicos e conceitos.

Período Democrático ocorreu a partir da saída de Getúlio Vargas do poder, em 1945, até o golpe militar que abreviou o mandato do presidente João Goulart, em 1964. Durante este período, o Brasil presenciou uma tentativa de governo democrático, grandes mudanças econômicas e culturais e a mudança de capital.

Período Democrático no Enem

Para saber mais detalhes a respeito do período e ficar ligado nos tópicos que vamos abordar abaixo, sugerimos que você leia o resumo sobre o Período Democrático. Conheça as obras dos principais presidentes e fique ligado nos conceitos mais importantes.

Se possível, também assista ao vídeo sobre o Período Democrático, de Bóris Fausto.

Presidentes e suas obras

Neste período, houve uma sucessão de presidentes, dentre eles Getúlio Vargas, que voltou ao poder em 1951. É necessário conhecer as principais obras de cada presidente, assim como o seu tempo de mandato. Todas as questões analisadas tratam, de certa forma, destas obras. O resumo indicado acima vai guiá-lo.

Conflitos político-sociais

Apesar da pretensa democracia do período, ele não ficou isento de vários conflitos políticos e sociais. Dentre os sujeitos responsáveis pelos conflitos políticos, está a figura de Carlos Lacerda, que fez oposição a vários presidentes, de Getúlio Vargas a Juscelino Kubitscheck.

Os conflitos sociais, grosso modo, ocorreram devido ao fato de que as reformas econômicas (em especial as de Kubitscheck) não costumavam beneficiar a maior parte da população. Estes conflitos estão relacionados, geralmente, a movimentos de esquerda, alguns ligados ao comunismo.

By | 2014-01-25T20:18:57+00:00 31 de outubro de 2012|Categories: Vestibulares|Tags: , , , , |2 Comments

About the Author:

Professor, historiador e blogueiro, já trabalhei em algumas das maiores escolas públicas e particulares de Santa Catarina. Comecei a lecionar em 2001, sempre preocupado com um ensino caracterizado pela criatividade e inserção de novas tecnologias e metodologias variadas em sala de aula.

2 Comments

  1. Gabriela 1 de novembro de 2012 at 0:20

    ótimo material

  2. banking offshore 11 de novembro de 2012 at 9:41

    Da última vez que o Brasil perdeu para a Holanda em uma Copa do Mundo, em 1974 (antes do fracasso na África do Sul), apenas 476 brasileiros (dos mais de 100 milhões então) votaram para presidente da República. Os privilegiados faziam parte de um colégio eleitoral montado pelo governo militar para garantir a posse de mais um general no poder, Ernesto Geisel, eleito com 400 votos, contra 76 dados a Ulisses Guimarães, do MDB, que se lançou como “anticandidato” para marcar (o)posição. Hoje, mais de 135 milhões de brasileiros podem votar para presidente, o que faz do país a terceira maior democracia do planeta. E não é apenas a multiplicação do eleitorado em 284 mil vezes que impressiona. “Outros pontos básicos, como as liberdades de expressão e de organização e a capacidade de resolver conflitos por meio das instituições, parecem consolidados”, diz o filósofo Renato Janine Ribeiro, da USP. “No período democrático anterior, entre 1946 e 1964, havia a constante ameaça de golpe militar.”O Brasil completa seu primeiro quarto de século ininterrupto como uma democracia de massas. Será que, agora, ela é um caminho sem volta? Para o historiador José Murilo de Carvalho, autor de Cidadania no Brasil, trata-se de um longo (e ainda incompleto) caminho, cheio de desvios, retornos e surpresas. Caminho que, curiosamente, começa após a Independência, com uma Constituição imposta pelo primeiro imperador nacional.

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