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Resumo: Escravidão Africana

novembro 15th, 2010|Resumos|16 Comments


Neste resumo, você vai conhecer como foi o processo de escravidão no Brasil, a viagem, a chegada dos africanos e o trabalho forçado em nosso território. Ao terminar de ler o conteúdo, faça o quiz e teste seus conhecimentos.

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16 Comments

  1. É MUITO BOM SABER SOBRE A ESCRAVIDÃO NO BRASIL. 19 de janeiro de 2014 at 23:54 - Reply

    GOSTO MUITO DE SABER SOBRE A ESCRAVIDÃO NO BRASIL

  2. É MUITO BOM SABER SOBRE A ESCRAVIDÃO NO BRASIL. 19 de janeiro de 2014 at 23:55 - Reply

    O SABER NUNCA É DE MAIS.

  3. JOSÉ EDNO DE MELO MELO 8 de maio de 2014 at 16:46 - Reply

    IMPORTANTE PARA TODOS, DOCENTE E DISCENTE E O PÚBLICO EM GERAL.

  4. Celene Carvalho 8 de maio de 2014 at 21:24 - Reply

    Não evoluimos muito, pois agora o pt trás os escravos cubanos e trata os negros haitianos e senegaleses como lixo. O preconceito em nossa hereditária capitania cabralesca ainda é grande demais.

  5. Klaus do Iate 14 de maio de 2014 at 5:38 - Reply

    Houve regiões africanas inteiramente despovoadas, mas houve também reinos africanos que brilharam como nunca exatamente por causa de venda de gente para America

  6. Klaus do Iate 14 de maio de 2014 at 5:46 - Reply

    As caçadas de gente não eram exatamente organizadas pelos comerciantes europeus, mas por reis africanos, que participavam não em alguns casos, mas em 99% das vezes. As guerras entre reinos africanos rivais sempre existiu e os prisioneiros de guerra sempre eram escravizados pelo vitorioso. O que mudou é que o europeu vendia armas de fogo que facilitavam a vitória, o que produzia mais prisioneiros e aumentava a capacidade do rei africano conseguir mais amas de fogo europeias… num ciclo vicioso dificil de romper porque se um rei se recusasse, ele mesmo poderia ser passageiro no proximo tumbeiro.

  7. Klaus do Iate 14 de maio de 2014 at 5:48 - Reply

    A nação iorubá=nagô (do sul da atual Nigéria) se situava no centro original dos bantus. Ela teve muita influencia na formação do candomblé, a principal religião afro-brasileira.

  8. Klaus do Iate 14 de maio de 2014 at 5:53 - Reply

    Para manter a rentabilidade do trafico, e prevendo a mortalidade cada espaço do navio tumbeiro era praticamente destinado aos cativos e à água doce. A mortalidade na travessia era alta, não só por doenças contagiosas, mas por disturbios hidrossalinos (dieta sem sal). Isto acabou selecionando os escravos que conseguiam chegar a América (todos com rins ávidos por sódio). E originando a uma hipertensão mais maligna em descendentes de escravos até hoje.

  9. Klaus do Iate 14 de maio de 2014 at 6:01 - Reply

    O escravo era considerado menos que um animal, mas era um bem valioso e gerador de status como hoje um carro.Assim quem era homem livre, mas pobre não tinha escravos. Quem tinha mais posses, tinha apenas um escravo, trabalhava lado a lado com ele, e quando o escravo adoecia, era tratado com crendices e curandeiras como o proprio amo. Quem tinha ainda mais posses, contratava mais escravos e os alimentava melhor e contratava médicos quando adoeciam. Quem tinha realmente poder econômico é que tendia a dar o pior tratamento, pois tendia a não se importar com manutenção , já que podia facilmente comprar um zero km.

  10. Klaus do Iate 14 de maio de 2014 at 6:05 - Reply

    Nem todo trabalho escravo era igualmente desgastante. Além do trabalho doméstico-urbano (“mole”) e na lavoura (“pauleira”) e ainda havia o escravo minerador (que vivia em piores condições que agricultor) e o escravo vaqueiro. Este último era o “sonho de consumo” entre os cativos, pois vivia montado e armado. Trabalhava menos duro e era mais respeitado.

  11. Klaus do Iate 14 de maio de 2014 at 6:07 - Reply

    Palmares tinha uma relação ambigua, de amor e ódio com os invasores holandeses. Mas antes de abandonar o Brasil, os holandeses deixaram propositalmente muitos suprimentos militares com os palmarinos, como fizeram em Angola.

  12. Klaus do Iate 14 de maio de 2014 at 6:09 - Reply

    Tudo para atrapalhar a reafirmação dos governos da União Ibérica.

  13. Daniele Pimentel 19 de agosto de 2014 at 10:43 - Reply

    Klaus do Iate eu adoraria ver um site de História feito por você. Cara, você tem bastante conhecimento a compartilhar. Já pensou nisso?

    Abraços.

  14. Francisca Regina 17 de outubro de 2014 at 22:09 - Reply

    Resumo bem elaborado,bom ponto de partida para os alunos se aprofundarem posteriormente no conteúdo em questão.

  15. Rafael de Freitas 31 de maio de 2015 at 20:29 - Reply

    Olá, sou escritor e dedico a maior parte de minhas linhas aos fatos da história de nosso país.
    São crônicas , contos e poesias que tratam de situações parelalas aos grandes acontecimentos do Brasil Colônia e do Brasil Império.

  16. Rafael de Freitas 31 de maio de 2015 at 20:30 - Reply

    TREZE DE MAIO

    Que agora contem outra história a teu respeito

    Que mesmo na glória não escondas tuas marcas

    Pois és feito do barro do fundo do navio

    Da lavoura pesada, banzo, pelourinho

    Não és menor

    És senhor do teu destino

    Fruto da maldição e da ousadia

    Que não mais te olhem de banda

    Mas que te escutem, que te queiram bem

    Que teu brilho, filho meu,

    Invada não só ruas, becos e buracos

    Mas também a corte, os salões e palácios

    Que tua música, teu balanço não se curvem

    Diante das cordas, concertos e trompetes

    Vás filho meu, vás à luta

    Pois dela conheces bem

    Nela fizestes tua morada

    Vás, filho meu, e vive o que meus olhos já não podem

    Confio a ti as desilusões de minha mocidade

    Confio a ti o bom papel, a boa conduta

    Vás, filho meu, vás à luta

    Vás à luta porque eles já não te agüentam

    Tentarão um novo regime

    Uma nova senzala

    Indagarão teu valor, teu trabalho

    Impedirão teus rituais, teus carnavais

    Confio a ti minhas cantigas, minhas danças

    Serão raízes para tua energia

    Planta teu milho, tua mandioca

    Luta tuas guerras – evita as deles

    Desconfia da boa vontade

    Pois nos atravessou o Atlântico

    Roubou-nos os filhos dos senhores

    Ferindo a alma, o sangue, o pulmão

    Tornando a morte desejosa e querida

    Vás, filho meu, vás a luta

    E mostre que não há diferenças

    Que és brasileiro, que és mineiro

    Que és limpo, tão bom ou ainda melhor

    Prova que podes defender papéis

    Que podes construir vidas

    E que vales mais que alguns contos de réis

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