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Resumo: Crise do Feudalismo

maio 15th, 2011|Resumos|43 Comments


Neste resumo, você vai aprender sobre a Crise do Feudalismo, as revoluções camponesas, a guerra dos Cem Anos, a peste negra, o renascimento comercial e urbano e o surgimento da burguesia. Ao terminar de ler o conteúdo, faça o quiz e teste seus conhecimentos.

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Antecedentes

Feudalismo foi um tipo de organização política, social e econômica que caracterizou a Europa em boa parte da Idade Média. O feudo era a unidade de produção do feudalismo e estava sob o domínio de um senhor feudal.

Os camponeses, chamados de servos, estavam ligados à terra. Para viver no feudo, ofereciam sua força de trabalho aos senhores. Entre os séculos X e XV, ocorreram uma série de transformações na Europa que contribuíram para a crise do feudalismo. Este período também é chamado de Baixa Idade Média.

Dentre estas transformações, podemos destacar o renascimento comercial e urbano, a formação das monarquias nacionais, a guerra dos cem anos, a peste negra e as revoltas camponesas.

Renascimento comercial

Na Idade Média, a partir do século IV, mais de 90% da população da Europa passou a viver no campo. As cidades esvaziaram e a produção agrícola predominava nos feudos. O comércio era quase inexistente. A partir do século X, esta situação começou a mudar. O comércio passou a se intensificar, motivado, especialmente, pelas Cruzadas.

As Cruzadas contribuíram para o restabelecimento das relações entre o Oriente e o Ocidente e para a abertura do Mar Mediterrâneo aos mercadores. Além disso, com as Cruzadas, a Europa passou a conhecer uma grande quantidade de produtos trazidos do Oriente, como especiarias, sedas e tapetes.

O modo de vida dos mercadores, responsáveis pelo renascimento do comércio, não se baseava na agricultura e na terra, mas no comércio e no dinheiro. Viajavam por rotas comerciais e vendiam produtos em grandes feiras.

Renascimento urbano

À medida que o comércio se expandia, iam surgindo cidades exatamente nos locais onde as feiras eram realizadas. Isto ficou conhecido como Renascimento Urbano. Por razões de segurança, os mercadores procuravam realizar as feiras em lugares fortificados ou cercados de muralhas.

Estes locais, chamados de burgos, pertenciam à Igreja ou senhores feudais e garantiam a defesa das feiras. Com o tempo, os mercadores passaram a se estabelecer ali. Nos burgos, se instalaram oficinas de artesãos: sapateiros, ferreiros, carpinteiros, entre outros. Assim, em volta da primeira fortificação surgia um novo núcleo, também cercado de muralhas.

Os moradores desta segunda zona fortificada chamavam-se burgueses e, posteriormente, passaram a constituir a burguesia. Os burgueses eram homens livres, desvinculados do sistema feudal.

As corporações de ofício

A expansão do comércio e o crescimento das cidades trouxeram conflitos. As terras da cidade pertenciam a senhores feudais ou bispos que desejavam cobrar altos impostos. Para se proteger destas exigências, os burgueses se uniam em ligas ou corporações, a fim de conquistar para as suas cidades a liberdade necessária.

As corporações passaram a ser as principais organizações das cidades medievais. Inicialmente, havia apenas uma associação que reunia todos os mercadores da cidade. Mais tarde, porém, foram criadas corporações de ofício, ou guildas, formadas pelos mestres de cada ofício da mesma cidade. Assim, havia corporações de ourives, de peixeiros, carpinteiros, entre outros.

As corporações estabeleciam regras sobre o modo e a duração do trabalho, fixavam os preços dos produtos e os salários. Em muitas cidades, eram tão poderosas que chegaram a construir edifícios para se reunirem.

A vida nas cidades

Se por um lado as cidades ofereciam uma alternativa à vida dura e fechada nos feudos, por outro havia uma série de problemas de infraestrutura e planejamento urbano. As cidades medievais não ofereciam condições de conforto e higiene, em virtude de seu crescimento desordenado. Este crescimento era limitado somente pelas muralhas.

Como não era possível destruir os muros, e a população aumentava, as casas cresciam para cima, chegando a ter até três andares. A maior parte era de madeira, o que favorecia os incêndios. Nas cidades não existia calçadas ou sistemas de esgoto. À noite, quase não havia iluminação. As pessoas circulavam pela cidade no meio de animais.

As monarquias nacionais

Durante quase toda a Idade Média não existiam países, como conhecemos hoje. O processo de formação das nações começou no final do século XII e se consolidou entre os séculos XIV e XV. Só então foram criadas línguas e leis nacionais. A formação das nações ocorreu porque os burgueses, que constituíam a nova classe social da época, sentiam-se prejudicados com o sistema feudal.

O senhor feudal cobrava impostos e taxas por qualquer atividade comercial. A variedade de leis, línguas e moedas atrapalhava o comércio. Além disso, os exércitos feudais saqueavam cidades, pilhavam, destruíam e roubavam. Para resolver estes problemas, fazia-se necessário um poder centralizado, capaz de pôr fim à desordem, padronizar os impostos, pesos, medidas e moedas. Foi então que os burgueses resolveram se aliar aos reis.

Os burgueses entraram com dinheiro, utilizado pelos reis para organizar exércitos profissionais capazes de impor sua autoridade. Esta aliança deu origem às primeiras nações, chamadas de monarquias nacionais.

Guerra dos Cem Anos

Tanto na França, quanto na Inglaterra, formaram-se monarquias nacionais que passaram a governar estes países. No início do século XIV, o rei Eduardo III, da Inglaterra, manifestou a intenção de ocupar o trono francês, pois julgava que era herdeiro deste trono.

Esta ambição acabou levando a um conflito entre os dois países, chamado Guerra dos Cem Anos. Tem esse nome porque, com pequenas interrupções, prolongou-se entre 1337 e 1453, ou seja, mais de um século. No início, os ingleses conseguiram uma série de vitórias, conquistando a maior parte do território francês. Em 1420, os franceses foram obrigados a assinar o Tratado de Troyes, pelo qual o rei Henrique V passava a ser herdeiro do trono francês.

O rumo da guerra só passou a mudar com o aparecimento da jovem camponesa Joana d’Arc, cuja coragem reanimou o exército francês. Assim, os franceses conquistaram muitas vitórias e, em 1453, expulsaram os ingleses.

A peste negra

O sistema agrícola feudal era incapaz de fornecer alimento para toda a população europeia. Além disso, fatores climáticos, queimadas e guerras provocaram uma grande crise no campo. O rápido crescimento das cidades medievais, como vimos, trouxe uma série de problemas sociais e urbanos, devido à falta de higiene e ausência de sistema de esgoto.

Entre 1340 e 1350, estes problemas se agravaram no momento em que a Peste Negra se tornou uma das mais graves epidemias a atingir a população da Europa. Transmitida por ratos, a Peste Negra – ou Peste Bubônica – foi trazida por um navio italiano de Veneza que vinha do Oriente. Mais de um terço da população europeia foi contaminada e morreu.

As revoltas camponesas

As guerras, fome, doenças e epidemias fez com que houvesse uma diminuição da população europeia. Consequente, diminuiu o número de servos trabalhando nos feudos. A falta de mão-de-obra reforçou a rigidez nas relações entre senhores e servos. Os senhores feudais criavam novas obrigações que reforçassem o vínculo dos camponeses com a terra.

Os camponeses responderam ao aumento de suas obrigações de várias maneiras. Uns simplesmente fugiram dos feudos. Outros, fizeram uma onda de violentos protestos acontecidos ao longo do século XIV. Na França, estes protestos geraram revoltas conhecidas como jacqueries. O nome vem do fato que os nobre chamavam os camponeses de Jacques Bonhomme, algo como “Zé Ninguém”, em português.

As revoltas se espalharam pela Europa. Entre 1323 e 1328, os camponeses da região de Flandres organizaram uma grande revolta; no ano de 1358 uma nova revolta explodiu na França; e, em 1381, na Inglaterra.

43 Comments

  1. Iris Danielle Oliveira de Siqueira 18 de abril de 2012 at 17:25 - Reply

    Nesse site encontramos muitas coisas..

  2. Luma Fercondini 11 de julho de 2012 at 16:22 - Reply

    O site é excelente !
    Aqui consegui tirar todas as minhas dúvidas >)
    professor, brigada por compartilhar dos seus conhecimentos conosco.

  3. Bárbara Rech 9 de setembro de 2012 at 21:56 - Reply

    Hey, professor! O site está maravilhoso! Estou aprendendo muito por aqui. Muito obrigada!

  4. Luara 4 de março de 2013 at 11:51 - Reply

    Professor, você postará o conteúdo para transferência da USP 2014? Pois o site é ótimo e pretendo estudar por ele para a prova!

  5. Klaus do Iate 15 de março de 2013 at 0:15 - Reply

    Michel, se os servos se tornaram mais escassos depois de guerras, fomes e doenças, os senhores feudais nao deveriam ter abrandado os costumes ao inves de enrijecido, para mante-los trabalhando em seus feudos? isto não foi um tiro no seu proprio pé?

    • Michel Goulart 15 de março de 2013 at 15:40 - Reply

      Eu acredito que, na alta idade média, não havia muita opção para os servos além de viver nos feudos. É a lógica do monopólio: se há só uma opção, para que melhorar?

  6. Klaus do Iate 15 de março de 2013 at 0:22 - Reply

    “História das Guerras e Batalhas Medievais”, de Phyllis Jestice, descreve padrões sofisticados da guerra durante oito séculos de história. Neste livro a autora afirma com propriedade que as guerras foram ficando cada vez mais extensas, custosa e sofisticadas. Guerra de 100anos ocorrida no fimzinho do periodo feudal é um bom exemplo. As burguesias inglesa e francesa devem entao ter participado de alguma forma apoiando os seus respectivos reis, certo?. De que forma? Ou como falam livros antigos, foi principalmente uma batalha entre as nobrezas feudais de ambos os lados,sem resultados concretos, além do enfraquecimento das nobrezas dos dois lados, o que acabou facilitando as coisas para os reis dos dois lados se tornaram absolutos?

  7. Klaus do Iate 18 de março de 2013 at 12:11 - Reply

    Entendi,Michel,é mesmo a logica do monopolio que impera na Alta Idade media,
    Mas as guerras, fomes e peste se referiam a Baixa Idade Media. Nesta epoca os camponeses tinham a opçao de fugir para cidades,nao? Ou se alistar em exercitos reais unficadores??

  8. Klaus do Iate 22 de março de 2013 at 10:14 - Reply

    A gente está acostumado a pensar nas repercussoes da peste Negra somente em cima da Europa esquecendo que ela teve origem na China sob governo mongol e também se espalhou para Africa do Norte. A peste desestabilizou o comercio e por isso deu fim ao imperio mongol e devastou os mundos islamico, chines, europeu e indiano. Alcançou até os vikings de Groenlandia!! A peste do seculo XIV ajudou a derrubar a nobreza feudal europeia, adiou o fim da guerra dos 100 anos (possivelmente impedindo vitoria inglesa!), mas interrompeu o renascimento urbano e comercial da Europa Ocidental temporariamente e estimulou perseguições (infundadas) a moçarabes (islamicos convertidos ao crsitianismo) na Espanha e a judeus na Alemanha. Tudo isto devido a particularidades da Yersinia (prefere adultos bem nutridos ricos em ferro e no meio da bagunça dispensou a pulga) e da pulga (odeia fogo, cavalos). Cidades e castelos sofreram mais que aldeias. Comercio foi mais prejudicado que agropecuária. Comercio naval (sem cavalo ou fogo a bordo) espalhou mais rápido a doença que o terrestre. Judeus com melhores hábitos de higiene e com genes que tornam o ferro inacessível dentro de seus corpos, sofreram menos com a peste e mais com a fogueira. O trafico de escravos eslavos da Ucrânia para o Egito e a Sicilia despencou prejudicando a agricultura de mercado destas regioes.

  9. Klaus do Iate 22 de março de 2013 at 10:25 - Reply

    Os ingleses, apesar do menor numero, estava mais centralizados polticamente e sabiam fazer bom uso de suas divisoes feitas somente de arqueiros a pé. Os nobres franceses reconheceram em DUAS ocasioes os reis ingleses como candidatos validos ao trono frances. Os ingleses mataram muitos nobres franceses. Os reis franceses receberam muito apoio popular principalmente apos vida (e principalmente morte) . O papa esmagou a rica Ocitânia (Cruzada Albigense) e a pôs nas mãos do rei francês. Com menos resistência dos nobres feudais franceses e mais apoio dos burgueses franceses (inclusive para esmagar Templários e judeus), acabou-se pavimentando o caminho do rei para unificar a França. Quando papa ameaçou fazer oposição como fez na Alemanha, o rei francês criou seu próprio papado dócil em Avignon. Faltou apenas lidar com os arqueiros ingleses apinhando-os em castelos e fixando-os em trincheiras. Alvos imoveis ótimos canhões e escopetas (recém-adotados) e bestas (mesmo com proibição papal).

    • Klaus do Iate 14 de dezembro de 2013 at 9:38 - Reply

      ERRATA Onde escrevi : “Os reis franceses receberam muito apoio popular principalmente apos vida (e principalmente morte)” Morte de quem? Da Joana d´Arc.

    • Klaus do Iate 14 de dezembro de 2013 at 9:41 - Reply

      ERRATA: Onde escrevi “Alvos imoveis ótimos canhões e escopetas (recém-adotados) e bestas (mesmo com proibição papal).” Ótimos? Ótimos PARA os canhões e escopetas (recem-adotados)e bestas (proibidas pelo papa em guerras entre cristãos e cristãos, mas ninguem ligou para a proibição)

  10. Klaus do Iate 22 de março de 2013 at 10:28 - Reply

    A peste negra, as guerras dos 100 anos e das Rosas também pavimentaram o caminho dos reis ingleses. Num primeiro momento, a tradição normanda era bem centralizada, mas a tradição saxã empurrou Magna Carta sobre Joao sem Terra, dando força a autonomia feudal. Esta foi parcialmente neutralizada por apoio papal ao rei inglês contra seus nobres. De toda forma quando os Tudor assumem, eles tem que lidar com um Parlamento e agir na maciota com um absolutismo APENAS de fato ,mas não legalizado.

  11. Klaus do Iate 22 de março de 2013 at 10:30 - Reply

    A peste negra, as guerras dos 100 anos e das Rosas também pavimentaram o caminho dos reis ingleses. Num primeiro momento, a tradição normanda era bem centralizada, mas a tradição saxã empurrou Magna Carta sobre Joao sem Terra, dando força a autonomia feudal. Esta foi parcialmente neutralizada por apoio papal ao rei inglês contra seus nobres. De toda forma quando os Tudor assumem, eles tem que lidar com um Parlamento e agir na maciota com um absolutismo APENAS de fato ,mas não legalizado. Sem ferir suscetibilidades.

  12. Klaus do Iate 22 de março de 2013 at 10:32 - Reply

    O mais interessante em História é ver que ha recuos e avanços, as coisas não são lineares. Algo que ajuda pode prejudicar. Ha mais espaço para o livre arbítrio e para modelos mais realistas de descrição do mundo do que uma teia determinista de causas e consequências. É verdade que na maior parte do tempo, colhemos o que plantamos, mas, ocasionalmente, podemos escolher o que plantar.

  13. Klaus do iate 11 de abril de 2013 at 22:43 - Reply

    ERRATA:Os reis franceses receberam muito apoio popular principalmente apos vida (e principalmente morte) DE JOANA D´ARC.

  14. Klaus do iate 11 de abril de 2013 at 22:44 - Reply

    ERRATA: Alvos imoveis ótimos PARA canhões e escopetas (recém-adotados) e bestas (mesmo com proibição papal).

  15. Pamella Guedes 18 de maio de 2013 at 17:56 - Reply

    Comércio, lucro e vida urbana caracteriza o capitalismo. Levando isso em conta, é possível afirmar que esse sistema burguês da idade média serviu de base para o capitalismo ?

  16. Rafael 27 de julho de 2013 at 12:56 - Reply

    Depois dos conflitos, muito do poder associado à nobreza passou para os reis, eu não entendi por que isso fragilizou as relações feudo-vassálicas. Por que?

    • Klaus do Iate 14 de dezembro de 2013 at 9:45 - Reply

      As duas tendências ( aumento do poder do rei sobre nobres e diminuição do poder dos nobres sobre os camponeses) são consequencias do ressurgimento do comercio, das cidades, das moedas e das manufaturas

  17. Liz 4 de setembro de 2013 at 20:34 - Reply

    Oi Michel, estou me graduando em história e gostaria de pedir uma ajudinha. Um planejamento para uma aula de 35 min somente sobre Tema: A Guerra dos Cem Anos. Vc poderia me ajudar? Se não puder me ajudar com o planejamento, pelo menos algumas dicas? Agradeço antecipadamente.

    Liz

    • Michel Goulart 4 de setembro de 2013 at 23:40 - Reply

      Liz, como você quer trabalhar esta aula? Já pensou na metodologia?

  18. lucas 6 de outubro de 2013 at 19:15 - Reply

    Pessoal segundo o resumo os burgueses(os moradores dos burgos) eram desvinculados com o sistema feudal, porém esses burgueses nao recebiam proteçao dos senhores feudais????Nessa eu fiquei na dúvida!Não estamos no iluminismo mas espero que alguém possa me dar uma luz sobre essa questão.Desde já obrigado.

    • Michel Goulart 6 de outubro de 2013 at 19:57 - Reply

      Como assim desvinculado? Na história está tudo interligado.

  19. Kelvin 7 de outubro de 2013 at 14:55 - Reply

    Gostei bastante, já adicionei o seu site aos meus favoritos e curti a página no Facebook, excelente.

  20. lucas 7 de outubro de 2013 at 14:56 - Reply

    Mas Michel Goulart não se vc viu mas no resumo tá dizendo que tá desvinculado!Bom eu nao sei se foi alguma interpretação errada de minha parte mas ta escrito!E agora no que eu devo pensar sobre o assunto?Dese já agradeço.

  21. Klaus do Iate 14 de dezembro de 2013 at 9:51 - Reply

    esses burgueses nao recebiam proteçao dos senhores feudais????

    INICIALMENTE as feiras eram totalmente dependentes da proteção militar do senhor feudal contra salteadores. Mas quando o burgo prospera, passa a ter muralhas e milicia propria e a relação chega a se inverter com senhores feudais se tornando de dependentes de produtos do burgo (artigos de luxo e depois coisas sérias como armas). Quando A dá um recurso para B, há sempre duas leituras. Antes de dizer quem é o dominante, analise. Se A é capaz de dizer NÂO, é B quem está em condição de inferioridade!

  22. Klaus do Iate 14 de dezembro de 2013 at 9:54 - Reply

    No sentido que o burgo não está inserido em uma relação suserano-vassalo, não tá errado dizer que ele está “desvinculado” do feudo ainda que esteja fisicamente situado dentro do feudo se a relação de dependencia se anulou ou se inverteu.

  23. Daniele Pimentel 25 de março de 2014 at 9:11 - Reply

    Site de História para o Klaus do Iate urgente!

  24. Jacinta Bezerra 13 de abril de 2014 at 8:20 - Reply

    Parabéns pelo excelente material, está bem estruturado!

  25. kamila 30 de maio de 2014 at 20:54 - Reply

    Não gostei ,não explicou nada do que eu queria saber. A única coisa que serviu pra mim foi sobre Peste Bubônica, mas foi só o final também.
    MINHA OPNIÃO

  26. Bianca 1 de setembro de 2014 at 21:37 - Reply

    ótimo texto gostei muito…

  27. Julia 14 de setembro de 2014 at 21:14 - Reply

    Que matéria maravilhosa!
    tenho prova dessa matéria amanhã, e agora estou bem mais preparada
    parabéns!!

  28. Leticia 30 de julho de 2015 at 16:15 - Reply

    Como o excedente produtivo, gerado com a diminuição da população através das cruzadas e o desenvolvimento das técnicas de produção, influenciou o renascimento comercial ?

  29. Leticia 30 de julho de 2015 at 21:18 - Reply

    Professor, qual é a relação entre a expansão islâmica e o processo de ruralização da Europa ? Agradeço desde já!

  30. gerlandia 18 de janeiro de 2017 at 1:32 - Reply

    Com o feudalismo surge o primeiro conceito de campones e escravidão que perdura ate hoje na nossa sociedade de forma reformulada.

  31. daniele 19 de setembro de 2017 at 19:43 - Reply

    ola queria saber qual a resposta dessa questão p mim estudar pois e matéria de prova.

    Sobre a crise do feudalismo europeu, podemos afirmar que o feudalismo se define da seguinte forma:

    a. Nova modalidade religiosa derivada do catolicismo.

    b. Sistema mercantil embrionário que antecedeu a revolução agrícola.

    c. Ideologia nascente que propunha a colonização da Europa.

    d. Corrente política criada na Europa para dominar os países menos desenvolvidos.

    e. Modo de produção e de organização da sociedade.

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