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15 filmes com erros históricos absurdos

Março 2nd, 2010|Curiosidades|192 Comments


Cena do filme 10000 a.C, com tigre de dentes-de-sabre

Quando eu publiquei Top 10 filmes históricos épicos, choveram comentários sobre filmes famosos que foram esquecidos na lista. Isto ocorreu porque, apesar do aparente sucesso ou da trama bem elaborada, muitos filmes sacrificam os fatos históricos excessivamente. Alguns mais do que a trama exige. Alguns até no limiar do ridículo.

Esta lista vai mostrar vários erros históricos em filmes que fizeram algum estrondo no seu lançamento. Confira! Você vai se surpreender… Esta lista foi extraída e adaptada do HowStuffWorks e Yahoo!Movies

1- 10.000 a.C.

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10.000 a.C. é um filme de 2008, dirigido por Roland Emmerich. D’Leh é um jovem caçador de mamutes, que se apaixonou por Evolet. Quando um bando de perigosos guerreiros a sequestra, D’Leh é obrigado a liderar um pequeno grupo de caçadores em uma expedição para resgatá-la.

Erros Históricos:

  • O filme mostra mamutes sendo utilizados na construção das pirâmides do Egito. Porém, estes animais viviam em terras geladas da América do Norte e norte da Ásia e não poderiam ser encontrados no deserto.
  • D’Leh e seus aliados vão ao Egito resgatar seu povo, os quais foram tomados como escravos para a construção da pirâmide e da esfinge. Entretanto, tais construções só seriam criadas quase oito mil anos depois, por volta de 2500 a.C.
  • As aves carnívoras da família Phorusrhacidae viveram na América do Sul e haviam sido extintas 1,8 milhões antes.
  • A tribo Naku alimenta D’Leh com pimentas-vermelhas e o presenteiam com milho. Ambos são originários das Américas.
  • Os mamutes e o tigre de dentes-de-sabre possuíam tamanho desproporcional no filme.

2- Coração Valente

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Coração Valente é um filme de 1995, dirigido por Mel Gibson. No século XIII, soldados ingleses matam mulher do escocês William Wallace, bem na sua noite de núpcias. Ele resolve então liderar seu povo numa vingança pessoal que acaba deflagrando violenta luta pela liberdade.

Erros Históricos:

  • Segundo os historiadores, o rei Edward I nunca instituiu o recurso da primae noctis, que permitia a nobres e oficiais ingleses tirar a virgindade de uma noiva no dia de seu casamento.
  • Durante o filme, os guerreiros da Escócia usam kilts nas batalhas. Porém, esta vestimenta só foi incorporada aos escoceces a partir do século XVI.
  • Após a Batalha de Falkirk, Isabella se sentiu atraída por Wallace, e eles tiveram um romance. O problema é que, quando ocorreu esta batalha, Isabella tinha apenas 3 anos de idade.
  • O filme mostra que Isabella teve um filho com Wallace, Edward III. No entanto, Edward III só nasceu sete anos depois da morte de Wallace.

3- Gladiador

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Gladiador é um filme de 2000, dirigido por Ridley Scott. Nos dias finais do reinado de Marcus Aurelius, o imperador desperta a ira de seu filho Commodus ao tornar pública sua predileção em deixar o trono para Maximus, o comandante do exército romano. Sedento pelo poder, Commodus mata seu pai, assume a coroa e ordena a morte de Maximus, que consegue fugir antes de ser pego e passa a se esconder sob a identidade de um escravo e gladiador do Império Romano.

Erros Históricos:

  • O filme retrata o governo de Commodus como um período de 2 anos. Na verdade, seu governo durou 12 anos.
    Commodus era filho de Marco Aurélio. Porém, nunca matou seu pai, como mostra o filme.
  • O filme mostra batalhas que não aconteceram, catapultas que não foram usadas, uma raça de cão que simplesmente não existia nesta época e região, e inscrições em latim escritas de forma errada.
  • No filme, os oficiais gritam “fogo” para soldados com arcos e flechas. No entanto, esta expressão só passou a ser usada com o advento das armas de fogo.

4- 300

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300 é um filme de 2007, dirigido por Zack Snyder. Em 480 a.C., o Imperador da Pérsia, Xerxes, envia seu exército para conquistar a Grécia. No entanto, a cidade grega de Esparta tem os melhores guerreiros de sua época e 300 deles estão escalados para lutarem contra os persas.

Erros Históricos:

  • É pouco provável que o imperador persa Xerxes usasse vestimentas e adereços tão caricatos como mostra o filme.
  • O conselho espartano era composto por membros com mais de sessenta anos de idade. O filme mostra membros mais jovens, como Theron, na faixa dos trinta e poucos anos.
  • Os soldados de Esparta usavam armaduras de bronze reforçadas, e não apenas tiras de couro, como aparece no filme.
  • Ao invés de apenas 300 guerreiros espartanos, como mostra o filme, os historiadores dizem que mais de 1000 soldados se juntaram ao grupo para enfrentar os persas.

5- O Último Samurai

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O Último Samurai é um filme de 2003, dirigido por Edward Zwick. O capitão Nathan Algren, um respeitado militar norte-americano, chega ao Japão em 1870 para treinar as tropas do Imperador Meiji e eliminar os últimos samurais, acabando com as tradições milenares.

Erros Históricos:

  • No final do século XIX, os japoneses realmente contrataram conselheiros estrangeiros para modernizar o seu exército. Porém, a maioria vinha da França, não dos Estados Unidos.
  • Katsumoto foi inspirado em Saigo Takamori, que cometeu suicídio por ter sido derrotado em batalha. Todavia, no filme, ele é morto por outra pessoa.
  • É pouco provável que um soldado da Guerra Civil, como Algren, tivesse tanta facilidade em empunhar uma katana com maestria.

6- Apocalypto

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Apocalypto é um filme de 2006, dirigido por Mel Gibson. Durante o declínio do Império Maia, pouco antes da colonização européia na América Central, um pequeno grupo que vive na floresta tropical é dizimado e capturado. Jaguar Paw é um dos capturados que tenta a todo custo defender sua família dos violentos ataques.

Erros Históricos:

  • Os Maias faziam sacrifícios humanos. Porém, somente os mais fortes guerreiros capturados em batalha eram sacrificados. Além disso, o sacrifício não era uma homenagem ao deus-sol Kulkulkan, como mostra o filme.
  • A civilização maia desapareceu muito antes da chegada dos conquistadores espanhóis. Logo, o encontro que aparece no fim do filme não poderia ter acontecido.

7- Memórias de uma Gueixa

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Memórias de uma Gueixa é um filme de 2005, dirigido por Rob Marshall. Em 1929, Chiyo é uma menina pobre vendida a uma casa de gueixas, na cidade japonesa de Kyoto. Logo, ela começa a ser maltratada pelos donos e também pela principal gueixa, Hatsumomo, invejosa de sua beleza natural. Até que Chiyo é acolhida pela maior rival de Hatsumomo, Mameha.

Erros Históricos:

  • O filme mostra as gueixas como prostitutas de luxo. Porém, estas mulheres, com trajes e maquiagem característicos, apenas flertavam com os clientes. Nunca passavam disto.
  • As gueixas são características da cultura japonesa, mas o filme mostra mulheres chinesas desempenhando este papel.

8- Elizabeth: A Era de Ouro

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Elizabeth: A Era de Ouro é um filme de 2007, dirigido por Shekar Khapur. Inglaterra, 1585. Elizabeth I está quase há três décadas no comando da Inglaterra, mas ainda precisa lidar com a possibilidade de traição em sua própria família. Simultaneamente a Europa passa por uma fase de catolicismo fundamentalista, que tem como testa-de-ferro o rei Felipe II, da Espanha.

Erros Históricos:

  • Em 1585, a rainha Elizabeth tinha 52 anos de idade. A atriz que a interpretou, Cate Blanchet, tinha apenas 36 anos.
    Ivan, o Terrível não poderia ter cortejado a rainha Elizabeth em 1585, pois havia falecido em 1584.
  • O filme mostra a rainha lutando ao lado de seus soldados, com armadura e espada, no melhor estilo “Joana D’Arc”. Os historiadores dizem que isto nunca ocorreu.

9- O Patriota

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O Patriota é um filme de 2000, dirigido por Roland Emmerich. Desde o término da guerra, Benjamin Martin renunciou à luta, vivendo em paz com sua família. Quando os ingleses levam a guerra da independência americana para dentro de sua casa, Benjamin não vê outra saída a não ser pegar em armas novamente.

Erros Históricos:

  • O soldado Francis Marion inspirou o personagem Benjamin Martin. Mas ele não era um homem de família como mostra o filme. Ele foi um proprietário de escravos que só se casou ao final da guerra.
  • Historiadores também dizem que Francis Marion perseguia e matava índios Cherokee.
  • O filme mostra a vitória dos revolucionários sobre os britânicos, na Batalha de Guilford Court House. Na verdade, os britânicos saíram vitoriosos desta batalha.

10- O Intrépido General Custer

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O Intrépido General Custer é um filme de 1941, dirigido por Raoul Walsh. Drama de guerra que conta a história real do general Custer, desde o momento em que ele se alista na Academia Milita de West Point, passando por sua participação na guerra civil americana até sua morte.

Erros Históricos:

  • O filme sugere que a promoção do general Custer dentro do exército foi causada por um erro administrativo, o que não aconteceu.
  • O filme afirma que o general virou alcoólatra em 1865, quando, na verdade, ele largou o álcool depois de um incidente em 1862.
  • O filme também passa a idéia que ele entrou em sua última batalha por simpatia aos indígenas. Historiadores apontam que ele entrou contrariado no campo de batalha, e não tinha nenhuma das boas intenções mostradas no filme.

11- Pocahontas

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Pocahontas é um filme de 1995, dirigido por Eric Goldberg. Um navio parte da Inglaterra com objetivo de encontrar um “Novo Mundo”, tendo, entre os tripulantes, o ganancioso governador da Inglaterra, que só pensa em descobrir ouro, e o aventureiro capitão John Smith. Ao chegarem em uma terra desconhecida, John sai para explorar a região e encontra uma bela índia chamada Pocahontas.

Erros Históricos:

  • No filme, Pocahontas foi retratada como adulta. Porém, segundo os historiadores, ela não tinha mais de 11 anos quando supostamente se envolveu com o inglês John Smith.
  • John Smith realmente conheceu uma nativa americana, mas não há relatos precisos sobre o assunto. Ela acabou se unindo a outro inglês, chamado John Rolfe.

12- JFK: A Pergunta Que Não Quer Calar

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JFK: A Pergunta Que Não Quer Calar é um filme de 1991, dirigido por Oliver Stone. Sem estar convencido do parecer final da Comissão Warren, que conclui ter sido o Presidente John F. Kennedy assassinado por uma única pessoa, o promotor Jim Garrison tenta provar a existência de uma conspiração.

Erros Históricos:

  • No filme, David Ferrie admite ter participado de uma conspiração com o objetivo de matar Kennedy. Na vida real, ele negou a participação e inclusive se voluntariou a passar por um detector de mentiras.
  • O filme também se omitiu no fato de a principal testemunha de Garrison ter sido trazida através do uso de drogas e hipnose.
  • O filme afirma que o FBI, a CIA e até o exército americano estavam por trás de uma conspiração tramando a morte do presidente para que ele não acabasse com a guerra do Vietnã. Não há documentos que comprovem o fato.

13- Pearl Harbor

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Pearl Harbor é um filme de 2001, dirigido por Michael Bay. Pouco antes do bombardeio japonês em Pearl Harbor, dois amigos que são como irmãos um para o outro se envolvem de maneira distinta nos eventos que fazem com que os Estados Unidos entrem na 2ª Guerra Mundial.

Erros Históricos:

  • No filme, os dois amigos dão um jeito de entrar em seus aviões e abater diversos inimigos no ar. Na vida real, nenhum dos pilotos conseguiram abater tantos aviões.
  • Os personagens são enviados para a missão de bombardear Tóquio, mas, na verdade nenhum piloto de caça foi enviado para esta missão.
  • O filme mostra uma cena onde o presidente americano Franklin Delano Roosevelt levanta de sua cadeira de rodas, o que nunca aconteceu.

14- A Ponte do Rio Kwai

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A Ponte do Rio Kwai é um filme de 1957, dirigido por David Lean. Durante a Segunda Guerra Mundial, o Coronel Nicholson (Alec Guinness) e sua tropa são aprisionados pelos japoneses. Forçados a construir uma ponte sobre o Rio Kwai, o Coronel decide fazê-la bem feita, afim de humilhar os japoneses e deixar clara a superioridade britânica.

Erros Históricos:

  • No filme, o coronel Nicholson tem a obsessão de construir uma ponte sólida, para elevar a moral da tropa. Na vida real, o tenete coronel Philip Toosey realmente tinha uma obsessão, manter seus homens vivos.
  • O tenente coronel não queria ajudar os japoneses, mas sabia que,sem construir a ponte, seus homens acabariam mortos.

15- O Homem da Máscara de Ferro

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O Homem da Máscara de Ferro é um filme de 1998, dirigido por Randall Wallace. No século XVII, o rei da França, o cruel Luís XIV manda seu irmão gêmeo Philippe para uma masmorra, temendo que ele possa roubar-lhe o trono. Como se torna um tirano, pelo qual nem mesmo os seus súditos mais fiéis tem simpatia, Luís atrai a inimizade dos três famosos mosqueteiros: Athos, Porthos e Aramis.

Erros Históricos:

  • Um retrato de Luís XV pode ser visto nos quartos de Luís XIV: o filme se passa quase meio-século antes que o bisneto e sucessor de Luís XIV tivesse sequer nascido.
  • A morte de D’Artagnan é inconsistente com a verdadeira biografia do personagem: o verdadeiro D’Artagnan morreu em batalha.
  • Luís XIV teve, em sua vida real, um irmão chamado Phillipe: o verdadeiro Filipe I d’Orleães, que não é mostrado no filme, e nem era irmão gêmeo do Rei.
  • O enredo sugere que D’Artagnan era o amante de Ana de Áustria (portanto pai de Luís XIV e seu irmão gêmeo), porém nenhuma das obras de Dumas sugeriu tal relacionamento.

192 Comments

  1. Rafaela Montini 2 de Março de 2010 at 18:34 - Reply

    Mamute no Deserto? Meu Deus,
    parece até aquele filme ano 1, ele não é bem historico é uma comedia, mais se prestar atenção da de perceber que eles falam coisas de tipo " a uns 3 anos atraz eu…" Como a 3 anos atraz se aquele é o ano 1. :S
    Mais é legal prestar atenção no q e está errado, para agente não se confundir.

    • Gabriel Orlando 19 de Fevereiro de 2016 at 15:03 - Reply

      Espero que você esteja brincando sobre a parada do ano 1. Caso não seja essa a situação, por favor, pare de fazer o que você estiver fazendo com essa sua vida e vá estudar história.

      • Gabriel Orlando 19 de Fevereiro de 2016 at 15:03 - Reply

        E português.

  2. Gabriel Pacheco 2 de Março de 2010 at 18:40 - Reply

    Bom post, tem alguns erros gritantes realmente…

    • Leonardo 26 de dezembro de 2013 at 21:22 - Reply

      Eu assisto filmes para me divertir, quando quero adquirir cultura prefiro ver documentários. Acho que estes erros são toleráveis, pois filme não tem a obrigação de retratar a verdade. Um misero compromisso é necessário, mas ali constam apenas coisas “aceitáveis”, lógico que não irei utilizar um destes filmes como objeto de estudo para alguma prova/trabalho, mas como uma diversão no meu momento livre, não julgo erros, julgo como exageros Hollywoodianos.

  3. Prof_Michel 2 de Março de 2010 at 19:09 - Reply

    Rafaela, excelente observação sobre o filme Ano 1. kkkkkkkk

  4. Helton 8ºB 2 de Março de 2010 at 19:50 - Reply

    eu me lembro q o prof falou na aula que eles misturam tudo como o professor mostro no video do filme 10.000 a.c.
    🙂

  5. Mariana 2 de Março de 2010 at 20:07 - Reply

    Adorei os erros, e realmente são absurdos! E sabe o que pior? Se pararmos para observar mais atentamente encontraremos mais erros.

    Parabéns!

  6. Vitor Guglielmi 2 de Março de 2010 at 20:20 - Reply

    Quando eu vi 10000 A.c ja vi que nao tinha muita coisa real nao uhau, mais quando eu vi o filme 300 eu achava que estava correto.. 😀

  7. Prof_Michel 2 de Março de 2010 at 20:27 - Reply

    Helton, e acho que vou passar o filme para vcs este ano. O bom é que a gente já fica antenado.

    Mariana, excelente observação!

    Vitor, 300 é um exagero artístico por natureza 🙂

  8. Marcos Nishioka 2 de Março de 2010 at 20:33 - Reply

    Realmente o filme 300 tem muitos erros históricos, deve ter sido por esse e muitos outros motivos para o filme não sido muito bem comentado pela crítica…

  9. Prof_Michel 2 de Março de 2010 at 20:41 - Reply

    Oi, Marcos, confesso que eu ri no cinema quando assisti o filme. O esforço do diretor em fazer um filme sério é cômico.

  10. Jana B. 2 de Março de 2010 at 21:40 - Reply

    Excelente seu post. Pode ser utilizado como exercício: pedir aos alunos que apontem os erros, relacionando o filme com o que foi estudado.

  11. Edson Cacimiro 3 de Março de 2010 at 9:47 - Reply

    Realmente se a gente parar pra observar acaba achando muitos mais erros…

  12. Mayquel 3 de Março de 2010 at 11:30 - Reply

    Interesante mesmo a lista. Já ouvi falar na quantidade de erros em Gladiador. Os filmes mais diretamente feitos para alcançar alta bilheteria tendem a sacrificar um pouco da História em nome da Estética, o que quase nunca é um mau negócio. De fato, se se quiser comunicar algo a um público leigo, é difícil não ser anacrônico. Os erros são detalhes quase sempre insignificantes comparados ao benefício de ficar 2 horas se divertindo com a História.

  13. Mayquel 3 de Março de 2010 at 11:36 - Reply

    Porém, a lista é bruta quando trata de filmes sem pretensão histórica, como 10.000 a.C. e 300, e quando usa personagens reais que somente inspiraram personagens de filmes para a crítica. E também quando aponta uma improbabilidade como erro histórico.

  14. I??€?€??????€ 3 de Março de 2010 at 12:57 - Reply

    Adorei esse post!

    Realmente são erros absurdos que as vezes passam batido por nós.

    Grande ABraço!

  15. Prof_Michel 3 de Março de 2010 at 13:13 - Reply

    Jana, eu acho este um ótimo exercício para usar com os alunos.

    Mayquel, concordo em parte. As vezes, é mesmo difícil não ser anacrônico, mas a análise dos erros históricos pode fazer parte de um exercício de aprendizagem. Concordo que 300 é despretencioso, mas, a partir do momento em que busca fatos da História para embasar o enredo, já pode ser visto como filme histórico. Agora, 10.000 a.C. de forma alguma é um filme despretencioso.

  16. Maria Julia Grafulim 3 de Março de 2010 at 16:59 - Reply

    prof sei de um filme de comédia e que fala um pouco sobre história que é dimais o nome é Uma noite no museu 2!de uma olhada ja tem em dvd voce vai adorar!!!!!!!

  17. Daniel Goulart 3 de Março de 2010 at 17:25 - Reply

    Nossa, quanto absurdo!!!
    hehe
    Amigo,cada vez melhor seu blog hein?
    Ah, como cai na onda, vou precisar da ajuda para colocar as tags mo meu…
    hehe

    abraço!

  18. Prof_Michel 3 de Março de 2010 at 19:08 - Reply

    Maria Julia, Uma Noite no Museu 2 é excelente. Adorei! Claro… é despretencioso, né! Comédia.

    Daniel, valeu, amigão. No que precisar aí, estou na área. Tag é uma coisa bem fácil de fazer.

  19. Mayquel 5 de Março de 2010 at 8:40 - Reply

    Assista à entrevista com o diretor de 10.000 a.C., nos extras do DVD lançado no Brasil. O filme é um romance e o cenário não é o Egito. É tudo fictício, uma civilização imaginária, o diretor fala claramente, é tudo um 'imagine se tivesse existido…'.
    Mas concordo que coisas como os grãos, o tamanho desproporcional dos animais, etc, são erros – e muito engraçados.

  20. Rafaella B. 5 de Março de 2010 at 13:22 - Reply

    Meu deus…Eu nem imaginava que produções como essas poderiam ter tantos erros históricos. Se tivessem pesquisado mais um pouco pelo menos acho que não teria tantos erros (he he), mas fora os absurdos dos filmes este top está ótimo.

  21. Prof_Michel 5 de Março de 2010 at 15:25 - Reply

    Mayquel, como o cenário não é o Egito? As pirâmides estão ali… a referência é gritante. Acho que o diretor estava querendo tirar o corpo fora.

  22. Guilherme 5 de Março de 2010 at 22:37 - Reply

    Muito boa materia mais so uma coisa me incomodou

    – O filme afirma que o FBI, a CIA e até o exército americano estavam por trás de uma conspiração tramando a morte do presidente para que ele não acabasse com a guerra do Vietnã. Não há documentos que comprovem o fato.

    Se axa mesmo que o FBI e a CIA iam deixar rastros de um anti patriotismo matando seu presidente????so isso mesmo o resto muito bem falado!

  23. Fernando Williams 5 de Março de 2010 at 23:07 - Reply

    Realmente este é um ótimo post, meus parabéns. Acho que até hoje não vi um filme que retratasse perfeitamente os fatos históricos. E ainda faltaram alguns: Tróia, Cruzadas, A Queda, Frost/Nixon…todos estes também possuem erros no mínimo engraçados. Quando puder faça um "15 filmes com erros históricos absurdos: parte 2"

    PS: 300 é um ótimo filme épico, mas peca muito mesmo se formos observar os detalhes: Gigantes e elefantes daquele tamanho também nunca existiram, até onde se sabe pelo menos!

    @senhorwilliams
    fernandowilliams.com

  24. Kid. P 6 de Março de 2010 at 0:30 - Reply

    o filme 300 não se baseia na história real e sim na revista comics americana que leva o mesmo nome (y vá estudar antes de postar, o filme não é totalmente fiel a história pq não foi a intenção.

  25. Celso J. Ferst Jr. 6 de Março de 2010 at 0:53 - Reply

    Quem sabe um pouco de história e um pouco de cerebro sabe que fica implicito os espanhois massacrariam os Maias e que trouxeram sim doenças.. nessa o filme não errou, só não mostrou o que a história nos conta

  26. mateus 6 de Março de 2010 at 1:25 - Reply

    WTF!! é boa parte dos erros..são erros,agora a maiorparte é so frecura, no Pocahontasmesmo e meio obvio por que eles fizeram daquele jeito …disney uhul =3!!

    "Os conquistadores europeus, que aparecem no fim do filme como "salvadores da pátria", na verdade trouxeram doenças que dizimaram grande parte da população indígena."
    wtf donde os caras apareceram como salvadores? o cara e a mulher que foram espertos manteram distancia pois era uma ameaça pra eles, eles não apareceram como salvadores, não sei como da conceguiram interpretar assim wtf

  27. Usuario 6 de Março de 2010 at 9:25 - Reply

    Bem legal isso, pena que eu não vi nenhum desses filmes…… seria se tivesse um desses com uns filmes mais atuais.

  28. Danilo 6 de Março de 2010 at 11:10 - Reply

    Caramba, pq tu não foi meu professor de história! XD

    Brincadeira, bom post… gostei. E realmente, 300 parece ser bem real, mas sempre discuti com os meus amigos e até com professores sobre as vestimentas e o jeito do tirano Xexes se vestir!

    Continue com o site, ta massa!

  29. Anonymous 6 de Março de 2010 at 11:13 - Reply

    Nada haver esses erros do 300.
    Primeiro pq o filme é inspirado no hq.

    – É pouco PROVÁVEL que o imperador persa Xerxes usasse vestimentas e adereços tão caricatos como mostra o filme.

    provável ¬¬

    – Ao invés de apenas 300 guerreiros espartanos, como mostra o filme, os historiadores dizem que mais de 1000 soldados se juntaram ao grupo para enfrentar os persas.

    Depois sim chegou o reforço o filme mostra isso.

  30. Anonymous 6 de Março de 2010 at 14:35 - Reply

    Aonde que Memórias de uma gueixa diz que elas são prostitutas de luxo? A única cena em que há sexo no filme, é quando a garota vende sua virgindade, o que era comum para qualquer gueixa. Apenas algumas gueixas no fim de suas carreiras se relacionavam sexualmente com os clientes.
    Haviam gueixas na China, também.

  31. Anonymous 6 de Março de 2010 at 15:17 - Reply

    Pocahontas tá mais pra distorção do que erro histórico. É óbvio o porque distoceram a história, não é?

    Sobre Ano 1, não existe erro. Se as personagens sabem que é o ano 1 D.C., também saberiam sobre os anos A.C., não sendo impedidos de falar sobre mais de 1 ano atrás. Se não soubessem, é óbvio que não existe erro.

    PS: Gostei do post.

  32. Prof_Michel 6 de Março de 2010 at 15:58 - Reply

    Guilherme, isto faz parte de uma teoria da conspiração mostrada no filme, e que serviria para explicar o atentado.

    Fernando, Usuario e Danilo, valeu 😉

    Kid P., claro que o filme é baseado na HQ, mas isso não tira a responsa de criticar os erros históricos, até porque o início representa muito bem a educação espartana para a guerra.

    Mateus, usei o termo "salvadores da pátria", porque, no fim do filme, os navegadores europeus evitaram que Jaguar Paw fosse morto pelos Maias. Ainda que indiretamente.

    Anônimo I, as fontes históricas mostram que os imperadores persas não andavam como drags de quinta. E o reforço dos espartanos foi integrado ainda na viagem em direção às Termópilas, não no finzinho da guerra.

    Anônimo III, Ano 1 é um filme de comédia sobre a pré-história. Portanto, não é o ano 1 após o nascimento de Cristo. Seria mais como o ano 1 do início da civilização. Por isso a brincadeira da Rafaela.

  33. Kid. P 7 de Março de 2010 at 1:57 - Reply

    "Kid P., claro que o filme é baseado na HQ, mas isso não tira a responsa de criticar os erros históricos, até porque o início representa muito bem a educação espartana para a guerra."

    Não existe erro histórico quando não foi feito para ser a história em si e sim uma adaptação cinematográfica do HQ, este que tbm não quer retratar a história de forma real.

  34. Diego 7 de Março de 2010 at 2:07 - Reply

    Cara gostei do tópico ate uma certa parte,mas tem muita coisa que achei babaquice…certas coisas são do filme mesmo são inventadas para o filme fica um pouquinho melhor…mas algumas coisa realmente são absurdas…=]

  35. Peter 7 de Março de 2010 at 2:37 - Reply

    excelente post.
    só queria ressaltar um equívoco seu ou de onde vc tirou esse post:
    na verdade foram SIM 300 soldados espartanos. há inclusive, nas termópilas, local onde ocorreu a batalha, um marco. os persas marcaram em uma rocha o local onde os soldados espartanos foram enterrados -pelos próprios persas. diz algo como "aqui jazem trezentos e alguma coisa (n lembro exatamente o número) guerreiros que morreram lutando por sua pátria"
    havia duvidas se isso era verdade até que uma expedição encontrou ossos e armamento espartano enterrado próximo à rocha. as escavações foram encerradas quando essas provas foram encontradas e é aceito q foram sim 300 soldados espartanos nessa batalha

  36. Andre - Manaus 7 de Março de 2010 at 9:27 - Reply

    Tem mais um erro em Gladiador.
    Se não me engano o filho de Maximus sai correndo atrás da mãe falando italiano. Eles falavam latim na época.
    Me corrija se eu estiver errado.

  37. Prof_Michel 7 de Março de 2010 at 10:15 - Reply

    Peter, não estou refutando o número de soldados espartanos que foram à guerra. A questão é que eles não foram sozinhos. Soldados de outras cidades-estado a eles se juntaram.

    André, esta do moleque falando italiano eu não sabia 😛

  38. Alipio 7 de Março de 2010 at 10:31 - Reply

    Sobre o Apocalypto, não vejo por esse lado de salvadores de patria, ficou bstante aberto para imaginações mas vejo que o real sentido era que os espanhois chegaram demonstrando bondade para poder fazer o terror depois, como realmente fizeram.

  39. Pablo Moreno 7 de Março de 2010 at 11:23 - Reply

    Em 10.000 a.c você também errou:

    – A tribo Naku alimenta D'Leh com pimentas-vermelhas e o presenteiam com milho. Ambos vegetais são originários das Américas.

    Porém, milho e um cereal e não um vegetal !

  40. Prof_Michel 7 de Março de 2010 at 11:40 - Reply

    Pablo, ok,ok, vou arrumar 🙂

  41. Mark 7 de Março de 2010 at 12:18 - Reply

    Você ganhou meu respeito com este post; Parabéns!
    Abraço amigo!

  42. clei_mf 7 de Março de 2010 at 13:28 - Reply

    "- John Smith realmente conheceu uma nativa americana, mas eles nunca se casaram. Ela acabou se unindo a outro inglês, chamado John Rolfe."

    Mas em Pocahontas 2 ela se une a John Rolfe!

  43. Prof_Michel 7 de Março de 2010 at 14:10 - Reply

    Clei, neste caso trata-se do primeiro filme Pocahontas.

  44. anderson 7 de Março de 2010 at 15:24 - Reply

    Existe um erro no post. No filme Apocalypto os conquistadores europeus não são salvadores da patria. A menina doente que faz uma profecia afirma que a caçada do protagonista irá trazer o mal e a destruição. Esse mal é a chegada dos conquistadores europeus que realmete trazem doenças que dizimam os maias.

  45. Prof_Michel 7 de Março de 2010 at 15:30 - Reply

    Anderson, leia os comentários que vc vai entender. O termo "Salvadores da Pátria" foi utilizado pq os europeus evitaram a morte de Jaguar Paw no fim do filme.

  46. Iluminatti 7 de Março de 2010 at 16:20 - Reply

    O Fato da sarmaduras dos espartanos tiveram como objetivo atrair as mulheres, alguns filmes adaptam certas partes ,que geralmente ficam absurdas para quem entende do assunto.

    adorei o post!!!

  47. Wesley Modro 7 de Março de 2010 at 16:24 - Reply

    Só não concordo quando você diz que a chegada dos espanhóis em "Apocalypto" deu uma sensação de esperança de salvação, pelo contrário, saí do cinema dizendo: "Caramba, o cara passou o filme todo fugindo pra se ferrar do mesmo jeito no final".

  48. patoatomico 7 de Março de 2010 at 17:08 - Reply

    Ficou muito bom eim!
    Parabéns mesmo!

    Visitem o Pato Atômico!

  49. MarcosBH 7 de Março de 2010 at 17:30 - Reply

    e sobre o 300, o filme foi baseado em uma história em quadrinhos… ou seja… o cara fez xerxes com quase 2,5 m… tinha um gigante com uma faca enterrada na mão q cortava a cabeça dos generais q falharam… ou seja… não ouve nenhum erro… pq não foi baseado na história real… mas na história do quadrinho…

  50. Marcos David 7 de Março de 2010 at 18:33 - Reply

    Então…Muitas das obras se não todas citadas no post, são de ficção, baseadas em fatos reais, este gênero de cinema não tem a obrigação de se apegar a cronologia ou a real história de seus personagens, acredito ainda que a intenção deve ser a de tornar estas histórias mais interessantes, afinal se a realidade assim fosse não seria preciso recriá-la, aconselho os documentários e os livros, para quem quer aprender sobre história pois estes filmes são apenas para entretenimento.

  51. Prof_Michel 7 de Março de 2010 at 18:37 - Reply

    Marcos, não concordo com você. Existem elementos de ficção, mas todos lidam com fatos históricos. E se assim o fazem, podem e devem ser incluídos em uma crítica especializada. Veja que a observação dos erros históricos é um exercício de análise e não tiram o mérito da obra. Eu, particularmente, adoro a maioria dos filmes que estão na lista.

  52. @Tuziin 7 de Março de 2010 at 20:29 - Reply

    Eu tinha reparado nos mamutes, mais o post ficou muito legal!

  53. Régis 7 de Março de 2010 at 20:51 - Reply

    Acho que existe um erro no que tange ao filme Pearl Harbor. Nela diz que Rooselvet nunca se levantou da cadeira. Acredito que o erro histórico seja esse. Roosevelt teve poliomelite na infância, mas podia, com dificuldade, ficar de pé e até ensaiar alguns passos. E verdade que quase sempre se locomovia em cadeira de rodas. Entretanto, detestava ser visto ou fotografado na mesma.

  54. Idiotice tem Limite 7 de Março de 2010 at 21:06 - Reply

    legal, porem post muito comprido.

    abraços.

  55. Lucas Ramos 7 de Março de 2010 at 21:30 - Reply

    Ah, achei até interessante o post. Mas acho que erros não é a palavra certa. São filmes de ficção, não documentários.

  56. Prof_Michel 7 de Março de 2010 at 21:35 - Reply

    Régis, gostei da informação. Valeu!

  57. Anonymous 8 de Março de 2010 at 1:18 - Reply

    "Comentários "anônimos" não serão aceitos."
    alguns foram aceitos outros não, seria isto censura? que pena…

  58. Jenny Horta 8 de Março de 2010 at 4:11 - Reply

    Oi Michel! Você levantou uma questão muito interessante. Não usaria o termo "erros" em alguns deles, mas na pior das hipóteses usaria "incoerências" né? É incrível perceber que a maioria dos fatos são colocados para causar impacto no público: eu, por exemplo, adorei o filme Elisabeth e me encantei com a garra de uma rainha que vai para o campo de batalha…decepcionante saber que isso é só para valorizar a personagem e realmente, certos erros nos dão uma falsa imagem de figuras importantes de nossa história.

  59. Prof_Michel 8 de Março de 2010 at 13:34 - Reply

    Anônimo, isto faz parte de um problema chamado "exceção". Gente como vc, que faz postagens anônimas e exige o direito de debate, não deve ser levado a sério. Deve ser preguiça de colocar, ao menos, o nome. Fiz a exceção, por ter achado alguns comentários inteligentes, mas como começaram a se multiplicar anônimos, resolvi cortar. Vc é o último. Bye, bye!

    Jenny, é verdade, mas veja que a palavra incoerência não tem o mesmo impacto da palavra erro. Resolvi botar a cara a tapa, apanhei um pouco, mas mantenho a posição: os erros têm que ser identificados e discutidos, afinal, são nossos alunos que assistem.

    Abraço a todos!

  60. Alexandre 8 de Março de 2010 at 15:56 - Reply

    Sinceramente, isso é cinema e não aula de história! Se eu quisesse aprender alguma coisa sobre, buscaria nos livros e não em Hollywood.

  61. hiq13 8 de Março de 2010 at 16:13 - Reply

    Eu sabia já que muito desses filmes tinham erros ridículos, principalmente O patriota e Pearl harbor, que logicamente tentam vender uma imagem estadus-unidense de vitória e liberdade.

    Agora 300 creio que foi inspirada em uma HQ, não tinha a pretensão de pertencer ao ramo de filmes históricos, mas msm assim, iria ficar melhor se fosse mais fiél a realidade.

    Parabéns pelo post!!!

  62. Prof_Michel 8 de Março de 2010 at 16:46 - Reply

    Alexandre, opinião é opinião. Respeito a sua.

    Hiq13, esse é um ponto importante, a maneira como Hollywood usa alguns filmes para posicionar os EUA como grande nação. Filmes épicos da déc. de 1959 e 1960 faziam isso como ninguém!

  63. Henrique Moreira 8A 8 de Março de 2010 at 16:57 - Reply

    Vários erros mas o de 10.000 a.C e pocahontas são os maiores, mudam o modo de contar a história. Onde já se viu mamute no deserto!

  64. sva 8 de Março de 2010 at 22:45 - Reply

    -Embora não fosse a sua atividade "primária", algumas geishas trabalhavam ilegalmente como prostitutas, embora em uma época anterior ao filme.
    ("Remember Chiyo, geisha are not courtesans, and we're not wives. We sell our skills, not our bodies. We create another secret world, a place only of beauty. The very word "geisha" means artist, and to be a geisha is to be judged as a moving work of art")

    -Não cobre história de uma "viagem" do Frank Miller, no excelente 300.

  65. Jeferson 9 de Março de 2010 at 0:05 - Reply

    1.000 DC e 300 …os caras falam em inglÊS..SEMPRE.ahahaahh

  66. Prof_Michel 9 de Março de 2010 at 14:15 - Reply

    Sva, obrigado pela contribuição!

    Jeferson, quem sabe inglês não era a língua das antigas civilizações. Sem comentários… LoL

  67. João Pedro 8ºA 9 de Março de 2010 at 14:59 - Reply

    Vários erros,e para quem não entende do assunto a maioria passa despercebido mas de 10.000 a.C foi um grande absurdo,aonde já se viu mamutes no egito e tigres de dente-de-sabre do tamanho de um homem.
    Adorei esse post.

  68. jenna 10 de Março de 2010 at 3:18 - Reply

    Me perdoe a sinceridade,mas é por isso que sao filmes.Fantasia,imaginaçao
    Isso que leva a historia ao pé da letra se chama documental

  69. Kid Bentinho 10 de Março de 2010 at 5:22 - Reply

    Concordo que filmes baseados na história, deveriam ser mais fiéis à verdade; agora, procurar erros históricos em filmes de pura ficção como 10.000 AC chega beirar ao absurdo. Quanto à filmes americanos sobre a segunda guerra é bom lembrar que " a verdade dos vencedores é sempre a melhor verdade".

  70. Prof_Michel 10 de Março de 2010 at 13:29 - Reply

    Jenna, filmes e documentários históricos abordam uma representação da História, baseado na visão do produtor e, quem sabe, do historiador.

    Portanto, não há verdade histórica absoluta! Certamente, um filme não vai comprometer a trama ou o romance, em prol da fidelidade aos fatos históricos documentados.

    Meu papel aqui é tão somente apontar alguns erros que são cometidos em filmes.

  71. marcio 10 de Março de 2010 at 14:57 - Reply

    10.000 AC é uma fantasia, ninguém liga pros "erros"

  72. Prof_Michel 10 de Março de 2010 at 15:20 - Reply

    Saudações, marcio, meu nome é ninguém ;P

  73. marcio 10 de Março de 2010 at 15:54 - Reply

    Faltou um erro histórico, o do filme Os Dez Mandamentos, que criou o mito de que o faraó sobreviveu ao fechamento do Mar Morto por estar na retaguarda quando na verdade os reis sempre iam na linha de frente, liderando seus exércitos, e de acordo com a Bíblia o faraó que perseguiu os hebreus morreu no Mar Morto.

  74. MarGGa 10 de Março de 2010 at 23:58 - Reply

    Olá professor!!!
    Muito bom o post. Como você mesmo disse, nenhum produtor que se preze (ou o contrário?!) deixaria de sacrificar a história em prol da bilheteria. Fato.
    ABÇos
    MarGGa

  75. Clayton Machado Magaldi 11 de Março de 2010 at 20:18 - Reply

    no filme 300 não sei se pode se dizer assim, mais parecia ter um pouco de "Anacronismo".

  76. Wipes 23 de Março de 2010 at 17:11 - Reply

    Bem Professor..Se fosse parar para pensar,a história de Pocahontas não diz nada sobre ela se casar com John Smith,eu sei disso porque eu leio quase todo dia essa história,já vi várias vezes o filme,e já tem o Pocahontas 2 que ela se envolve com outro homem e eles voltam para a terra natal de Pocahontas.

  77. Wipes 23 de Março de 2010 at 17:13 - Reply

    Bem Professor,está tão bom o seu blog que eu nem saio mais dele!Asaushauhauhsuhs

  78. Prof_Michel 23 de Março de 2010 at 17:16 - Reply

    Wipes, você quer dizer a história da nativa norte-americana ou a história criada pela Disney? É porque a história da Disney foi inspirada na história de uma nativa que realmente existiu.

  79. Marcela Letícia Martinez 25 de Março de 2010 at 18:26 - Reply

    Oi Professor Michel eu não sabia que tinha tantos filmes com tantos erros históricos … Nossa ! O.o

  80. Prof_Michel 25 de Março de 2010 at 18:36 - Reply

    Pois é, Marcela. Ninguém merece, né! :/

  81. anjosemaza 27 de Março de 2010 at 13:25 - Reply

    no final do filme apocalypto a impressão que se tem e que jaguar prevê um futuro pior com a chegada dos incasores e não os vê como salvadores como mencionado

  82. Prof_Michel 27 de Março de 2010 at 16:55 - Reply

    Anjo, a palavra salvadores foi utilizado para referir o fato que, se não fosse a chegada dos navegadores, Paw seria executado por seus perseguidores.

  83. Plagino 14 de Abril de 2010 at 20:14 - Reply

    acho que este post foi plageado

  84. Plagino 14 de Abril de 2010 at 20:15 - Reply
  85. Prof_Michel 14 de Abril de 2010 at 21:31 - Reply

    Sem problemas! O babaca que plagiou se ferrou, hehe.

  86. Prof Daniel 14 de Maio de 2010 at 22:59 - Reply

    prezado michel,

    nao esqueça que no 300, todos os eventos das termópilas são contados por um personagem, aquele que perdeu o olho. O contador de histórias poderia muito bem ter exagerado em certos detalhes, quanto ao tamanho dos elefantes, as vestimentas e mesmo cenas inteiras, já que ele era a única fonte que poderia ser consultada

  87. Prof_Michel 15 de Maio de 2010 at 11:13 - Reply

    Do ponto de vista do historiador, erro histórico é erro histórico, não importa a fonte #mimimi

  88. Marcos Nishioka 30 de Maio de 2010 at 18:30 - Reply

    depois de um tempo, lembrei de um outro erro histórico mais do que gritante no filme Apocalypto:

    Pelo que estudei no colégio Michel, os Maias jamais tiveram contato com os "conquistadores"

  89. Prof_Michel 30 de Maio de 2010 at 19:51 - Reply

    Bem lembrado, Marcos. Vou inserir este erro no filme.

  90. Beth Amorim 11 de julho de 2010 at 10:49 - Reply

    Oi, Michel!

    Gostei muito do post! Pelo que percebi, algumas pessoas que comentaram, ficaram meio que 'indignadas' com os erros apontados por você, em alguns sucessos de bilheteria! Elas argumentam que são apenas filmes sobre entreternimento, e não documentários. Por isso "podem cometer esses erros"! Como você disse, opinião é opinião, e cada um pode ter a sua, não é mesmo?! rsrs…

    Porém, o que talvez essas pessoas não lembrem é que, enquanto professores, temos que saber onde estão os erros dos filmes, porque quando utilizamos alguns deles como recursos para as nossas aulas, temos que informá-los aos nossos alunos. Muitos deles assistem à filmes como esses e acreditam que eles reproduzem a época retratada com fidelidade, e isso não é verdade!

    É aí que o seu post entra, como sendo de grande utilidade para professores de História que, às vezes, não "se ligam" em explicar que existem esses erros.

    Lógico que não foi sua intenção depreciar as produções! Mas, como alguém que estudou a História de forma mais aprofundada, observou os erros e quis compartilhar as suas percepções. O que há de mal nisso? rsrs… Por isso não entendi certos comentários…

    Mais uma vez, você está de parabéns não só pela postagem, mas pelo blog de uma forma geral.

  91. Prof_Michel 11 de julho de 2010 at 11:14 - Reply

    Beth, é exatamente isso que você falou. Eu acho que a galera esqueceu que eu sou um professor de História e estou fazendo o meu trabalho. Injustiçado, mas firme, hehe. No blog FILMES HISTÓRICOS, existem vários outros filmes cujos erros são apontados. Confira!
    http://www.filmehistorico.blogspot.com

  92. Nilton Geo 26 de Fevereiro de 2011 at 22:47 - Reply

    No 10.000 AC além das maluquices históricas teve também erros geograficos…eles retrataram africanos com aparencia muito parecida com aqueles dos séculos XVIII e XIX. Usando armas no estilo Zulu confeccionadas no inicio do seculo XIX.
    Os erros gegraficos foram, mamutes vivendo em região montanhosa, o mocinho sai das montanhas geladas, depois entra na floresta tropical, depois savana africana e segue ao norte para deserto via rio nilo com barcos a vela.

  93. Prof_Michel 27 de Fevereiro de 2011 at 2:18 - Reply

    10.000 a.C. é uma miscelânea que não dá para entender ^^

  94. Ramonzinho 13 de Maio de 2011 at 13:57 - Reply

    ë Proff cada erro que tem nos filmes.ERROS ABSURDOS.
    Muito Bom Esse post pq informa os erros antes de voce ver o filme e entender.

  95. Claudio Moreira Pereira Júnior 2 de junho de 2011 at 15:25 - Reply

    Nossa professor, no filme das gueixas teve um erro fatal, as atrizes eram Chinesas e não Japones =S,concordo com o professor, erro
    T-E-R-R-I-V-E-L

    ótimo post professor ;D

    http://www.gamblegamer.blogspot.com <<

  96. Ivânia 28 de junho de 2011 at 18:08 - Reply

    Desconsiderem 300. Houve um grande engano a respeito deste filme. Considerar 300 de Esparta um filme histórico é tão tolo quanto procurar erros históricos em THOR.

  97. Ivânia 28 de junho de 2011 at 18:14 - Reply

    Se querem colocar algum 300 na lista, cite o 1962 que pelo menos pretende ser um filme histórico.

    P.S. Sou Professora/Pesquisadora de História

  98. Prof_Michel 28 de junho de 2011 at 20:26 - Reply

    Ivânia, permita-me discordar. Não há como comparar 300 com Thor. O segundo é baseado em uma ficção de super-herói. O primeiro, por sua vez, é baseado em um fato histórico: Os espartanos e a Batalha das Termópilas. Não sei porque insistem em dizer que não é um filme histórico. E daí que o filme é caricato? Se tem história, é histórico, uai.

  99. Ivânia 29 de junho de 2011 at 18:38 - Reply

    Não há como comparar 300 com Thor certo?
    Então o que você diria de Watchmen?
    Watchmen pelo seu ponto de vista também é histórico pois faz uso de fatos reais.
    Acredito que o cinema não deva ser usado dessa forma na disciplina de História, cinema é arte, e a arte visa sentimento, visa informações além daquilo que se pode ver.
    O cinema pode ser uma fonte rica para estudarmos uma sociedade e seu contexto, sabemos que o filme diz muito mais sobre a cultura de quem o produziu do que daquela que eles retratam, se procurarmos erro históricos nestes filmes, acharemos muito além de tudo que você postou.
    Ainda é necessário ter em mente o quão limitada é nossa ciência, não sabemos ao certo como tudo ocorreu no passado, tudo que temos são teorias que tentam chegar perto da verdade daquele que escreve.
    O problema não é o post, mas sim seu título "Erros históricos Absurdos" não há erro histórico em 300. Além disso caricato também não é a palavra que define 300.
    Acho que não preciso citar o dicionário para definirmos o significado de erro.

  100. Prof_Michel 29 de junho de 2011 at 18:43 - Reply

    Ivânia, pelo seu tom você é uma especialista em cinema no uso de História, não é? Espero que não esteja impondo um ponto de vista, afinal, imposição é extremamente danoso quando falamos em educação. Não achas? Aliás, não sei aonde a ficção fantástica de heróis e vilões entrou no tema. O que Watchmen tem a ver com essa história toda? Desde quando eu considero Watchmen um filme histórico?

  101. Ivânia 29 de junho de 2011 at 18:45 - Reply

    Ah! E claro que eu permito que você discorde o mundo seria tão sem graça se todos concordassem.

  102. Ivânia 29 de junho de 2011 at 18:58 - Reply

    Não, não. Eu citei Watchmen como exemplo porque ambos (300 e Watchmen) são quadrinhos e fazem referência a períodos históricos, porém não acredito que possam ser tratados como filmes históricos poderia citar outros mas acho que aí perderia o sentido.
    Acho que o caso não é uma imposição de ponto de vista, mas sim de corrigir um engano do público, pois quando assisti 300 ouvi muitas críticas sobre os anacronismos que o filme possuía e claro tudo isso de pessoas que não sabiam que o filme se tratava de uma adaptação de quadrinho.
    Por mais que o objetivo não seja desqualificar o filme, esse tipo de post sempre desqualifica, como é possível ver nos comentários.
    Acho injusto colocar um rótulo em uma produção artística sendo que seu objetivo não era esse.

  103. Prof_Michel 29 de junho de 2011 at 19:10 - Reply

    Bom, o objetivo não é desqualificar o filme, sem dúvida. Apesar que eu prefiro o HQ do que a adaptação para o cinema. Percebi que você é catarinense também. De qual cidade vc é?

  104. Ivânia 29 de junho de 2011 at 19:12 - Reply

    Não, não sou especialista. Acho que sou um entusiasta da aliança entre de quadrinhos, literatura e cinema para o ensino de História.
    Sim, a imposição não somente é nociva como também muito desagradável, mas acho que estou defendendo minha pequenina causa com argumentos consistentes e isso em termos de educação e sociabilidade é enriquecedor. Claro que há um pouco de paixão nisso tudo senão não haveria razão de ser.

  105. Ivânia 29 de junho de 2011 at 19:14 - Reply

    Sou de Lages, mas atualmente moro em Araranguá

  106. Prof_Michel 29 de junho de 2011 at 19:20 - Reply

    Legal, eu sou de Criciúma. E também gosto de Dexter (estive visitando o seu blog). Me adicione no MSN para a gente trocar algumas ideias:
    http://www.meadiciona.com/michelcg

  107. Ivânia 29 de junho de 2011 at 19:42 - Reply

    Não uso mais msn, mas está adicionado no facebook.

  108. agreve2011 29 de junho de 2011 at 19:50 - Reply

    aqui é o wagner

    quando assisti 300, baixeiem ingles mesmo, pq é quase igual ao gibi, e como já conhecia o gibi, nem me preocupei com legendas..

    na epoca fiz uma pequena resenha sobre o filme, mas nem sei onde foi parar…

    aquele lance todo de persa vs gregos nada mais era do que querer mostrar como a razão (grécia) prevalece sobre a superstição (persia)…tanto é que o governo iraniano repudiou a produção róliudiana…

  109. Prof_Michel 29 de junho de 2011 at 21:38 - Reply

    É verdade, Wagner. A questão razão x superstição é recorrente em 300. Legal a observação!

  110. Maurice Gama 4 de Março de 2012 at 20:39 - Reply

    Mas o que acontece com vcs historiadores? O cinema tem e precisa de uma linguagem propria e dinâmica! O filme 300 foi baseado em um gibi! Por favor, peguem leve!

    • Michel Goulart 4 de Março de 2012 at 20:51 - Reply

      Maurice, o que eu não entendo é este ativismo pró-300, por ser uma HQ. Como historiador e professor de história, considero o filme uma fonte histórica e, por este motivo, discutível. Eu não vejo por que me privar do debate apenas porque é um filme baseado em HQ.

  111. Kevin Ferreto 17 de Março de 2012 at 21:53 - Reply

    No filme Memórias de Uma Gueixa não há nenhuma menção a prostituição, somente no final do filme quando as tropas americanas entram no Japão e algumas passaram a se prostituir, mas nessa altura a profissão ja estava em declínio e alguns aspectos da cultura japonesa foram influenciados pelo ocidente. O filme representa muito bem isso, devia ter prestado mais atenção.
    Em relação a parte de chinesas, no filme elas não são chinesas mas as atrizes que interpretão são, mas acho que isso foi uma preferencia do diretor pelas atrizes, já que são conhecidas no ocidente (Ziyi Zhang fez o Tigre e o Dragão e Michelle Yeoh é uma ex bond girl)

    • Michel Goulart 18 de Março de 2012 at 13:13 - Reply

      Bom, quando eu fiz referência às chinesas, eu quis dizer que eram as atrizes, provavelmente pela razão que você mencionou. Acho que ficou subtendido.

  112. Marcia Roos 28 de Março de 2012 at 15:35 - Reply

    Grande Michel! Adorei a lista!

    Bjos no coração, pessoa interessante!

  113. Tiago 12 de Abril de 2012 at 9:53 - Reply

    Os Mais realmente tiveram contatos com os espanhois,e resistiram por quase 200 anos contra o dominio espanhois,os maias existem ate hj no Mexico

    • Michel Goulart 12 de Abril de 2012 at 10:46 - Reply

      Tiago, permita-me discordar, a maior parte dos seus assentamentos estava abandonada quando os espanhóis chegaram, no século XVI.

  114. Rômulo 15 de Abril de 2012 at 21:25 - Reply

    Gostei das analises feitas, porém cabe aqui pensarmos que os filmes ao serem produzidos eles acabam trazendo olhares e visões da época em que foram criados. Além disso, esses erros em alguns casos são para ilustrar melhor o filme ou mesmo construir uma narrativa mais épica ou interessante.

    • Michel Goulart 15 de Abril de 2012 at 22:20 - Reply

      Rômulo, concordo com você e tenho lido muita gente defendendo as produções e a ficção por trás dos fatos. Mas erro é erro e o objetivo aqui é indicá-los.

  115. maria 29 de junho de 2012 at 16:46 - Reply

    muito bom!!!!!!!!!! é um bom toque para oe preguiçosos de plantão q acham q é só pssar o filme e tudo certo ta na hora de estudar gente haha

  116. Vanessa 20 de julho de 2012 at 14:25 - Reply

    Acho interessante essas observações, ainda mais porque 10.000AC foi um filme galhofa total!!! Mamutes no deserto… Santo Deus!

    Porém, em filmes baseados em uma figura importante e/ou real da história, certas coisas tem de serem adaptadas para encaixarem na mídia cinematográfica.

    O Patriota, por exemplo, se você quer passar ao expectador a empatia por Francis Marion não seria interessante deixa-lo como um homem sem família e tirano na escravidão. Da mesma forma como em Pocahontas não tem cabimento colocar uma menina de 11 anos para se relacionar amorosamente com um adulto dentro de um filme de criança;

    Toda obra quando passa para o cinema é adaptada! Seja ela ficção ou não. Algumas vezes achamos que os fatos “ao pé da letra” de sua origem se encaixaria melhor em determinado filme. Outras vezes não.

    O correto, contudo, é sempre referendar a obra como sendo ADAPTAÇÃO – Essa palavra já diz tudo, aliás.

    Se por um lado a história não está sendo contada exatamente como aconteceu, por outro leva as pessoas a se aprofundarem no assunto, pesquisarem e compararem. Se um filme histórico tivesse de ser uma cópia exata de acontecimentos reais, então seria um documentário, e até mesmo esses – e isso é lamentável – estão passíveis de gafes.

    Agora colocar o título do post como Erros Históricos Absurdos é um pouco exagerado.

    Só mais uma coisa: sobre os soldados espartanos, e quantos homens eles eram, e tudo mais que diga respeito a este fato, até o momento
    tudo está numa linha tênue entre verdade ou mito, uma vez que apenas um documento foi encontrado sobre o fato. Portanto, os historiadores somente supõem. Não há verdades absolutas nessa história.

    • Michel Goulart 20 de julho de 2012 at 18:04 - Reply

      Vanessa, não acho exagerado, considerando alguns erros, como estes dos mamutes no deserto. É claro que o filme é uma representação da história, mas muitos cineastas contam com assessoria de historiadores. E o resultado, muitas vezes, fica lamentável.

  117. Criticando Tudo no Mundo 12 de novembro de 2012 at 17:19 - Reply

    Porra cara ¬¬ São adaptações para filme, não são para ser o retrato real da história!

    • Michel Goulart 12 de novembro de 2012 at 18:02 - Reply

      E quem disse que existe retrato real da história? Filme é representação histórica, amigo.

  118. Jairo Fortunato 12 de novembro de 2012 at 18:38 - Reply

    Só sei que Coração Valente e Gladiador, continuam sendo os melhores filmes de história que existe.

  119. Yogoro 12 de novembro de 2012 at 20:12 - Reply

    Se é pra se basear na história que seja aquela que tenha base cientifica, algo estudado, do contrário os fatos históricos ficaram distorcidos… afinal esse tipo de material (filme) atinge grandes massa, e dessa forma difunde mais ainda essas informações distorcidas.

  120. Thiago 12 de novembro de 2012 at 21:43 - Reply

    Ola, bem legal a lista, até assisti o Apocalipto agora de novo, (tem no youtube inteiro), Acho que são os Astecas representados no filmes, afinal eles eram os mais sangrentos, e as piramides gigantes no atual Mexico, e a Tribo do ronaldinho gaucho, e outra dos fugitvos seriam duas tribos os Incas!?
    Mas de qualquer forma o filme vale muito a pena ver.

  121. bran 12 de novembro de 2012 at 23:31 - Reply

    Uma pena, os filmes com temática histórica deveriam ser mais fieis aos relatos – embora a verdade por trás dos fatos jamais possa ser conhecida, sobrando a nós apenas versões dela -, esses erros tornam as obras em mais entretenimento, enfim, que pelo menos sirva para nos levar as melhores fontes ao descobrirmos a farça, né ;D

  122. Gabriel Salgado 27 de novembro de 2012 at 21:05 - Reply

    Apontar erros é divertido. É legal. Mas apontar erros de maneira errada é que não pega bem. De onde que você tirou a ideia de que o filme de 10000 A.C. acontece no Egito? Não tem nada, absolutamente nada que lembre o Egito no filme. Desertos existem nas três Américas. Piramides não existiram só no Egito, você sabia? Já ouviu falar na famosíssima piramide de Teotihuacan? E os animais como você mesmo disse? São todos originários da América. O que só comprova que mesmo o diretor tendo criado uma civilização imaginária, é mais do que óbvio que ele se baseou na América pré-colombiana. Nada haver com Egito! Qualquer um percebe que a civilização ali representada se parece muito mais com os Aztecas do que com o povo dos Faraós. Aliás, na aula sobre América pré-colombiana você faltou mesmo hein? Dizer que os Maias foram extintos bem antes dos colonizadores chegarem? A civilização Maia parou de se predominar no sul da América do Norte e no Norte da América Central justamente com a chegada da colonização européia. Eles foram quase extintos justamente pelos europeus. E percebeu a palavra “quase”? Quase não é extinto. Ainda existem descendentes Maias pelo mundo, principalmente no sul do México e na Guatemala. Os filmes podem errar ou modificar um fato histórico. Porque além de informar, eles devem também divertir. Comodus foi um dos dois únicos imperadores romanos que lutaram em uma arena. E ele venceu sua luta. Imaginem se o Ridley Scott colocasse o Comodus vencendo o Maximus no final só para lembrar as pessoas que ele foi um imperador que venceu. Não tem lógica né!!! Para mim filme não precisa ser preciso com a realidade. Para quem acha que tem e gosta de criticar. Tudo bem! É válido! Mas que se policiem bem de argumentos válidos né! Embasem legal o que vão dizer! Criticar só por criticar. Chamar de ruim sem nenhuma base empírica. Aí vira cornetagem fuleira e barata!!! Perde a graça. Mas eu gostei da sua intenção. Parabéns!

    • Michel Goulart 27 de novembro de 2012 at 22:55 - Reply

      Pirâmides no meio do deserto, calor abrasador e mamutes carregando as pedras para construção? Claro, sabichão, só podem ser os maias ou astecas…

  123. Valdemar Luz 22 de Janeiro de 2013 at 12:02 - Reply

    Gostaria de acrescentar que, em “Gladiador”, as lutas na arena tb estão equivocadas. Haviam regras bem claras sobre as classes que se enfrentavam, e no filme há inconsistências. Há erros tb nas cores das vestimentas romanas e uma quantidade quase infinita de erros. Parece uma filmagem em outro planeta. Eu particularmente, como estudante de história, detesto que se misture história com fantasia. A história como ela é, ainda é muito mais bela do que as bobagens que colocam em filmes para aumentar seus efeitos de dramaturgia.

  124. WILIAN TADEU 2 de Maio de 2013 at 22:20 - Reply

    GEOGRAFICAMENTE FALANDO DO FILME 10 MIL ANOS AC, FICOU MEIO CONFUSO DE ONDE ESSES POVOS VIVIAN, PORQUE A VELHINHA DAS PROFECIAS PARECE SER DA MONGOLIA!! UM POVO MEIO ASIATICO, E QUANDO ELES VAO ATRAS DOS SEQÜESTRADORES PASSAM PRIMEIRO NA AFRICA JUNTO COM TRIBOS PRIMITIVAS MAIS AVANÇADAS!! ATRAVESSAM UM DESERTO QUE PARESSE SER O DO SAARA, DA A IMPRESSÃO QUE ESTAVAM NO SUL SEGUINDO PARA O NORTE MAS O POVO PARECEM DA AZIA

  125. EROS 9 de Maio de 2013 at 20:44 - Reply

    Ridley Scott foi inquerido por um historiador sobre os fatos do filme Gladiador ao que ele respondeu:” Não produzo filmes para contar história, vcs fazem isto, faço filmes para vendê-los”.

    • Michel Goulart 10 de Maio de 2013 at 2:35 - Reply

      Na verdade, este comentário explica, em parte, porque os filmes dele andam tão superficiais. Vide Prometheus.

  126. Klaus do Iate 11 de Maio de 2013 at 17:23 - Reply

    A civilização maia desapareceu muito antes da chegada dos conquistadores espanhóis. Logo, o encontro que aparece no fim do filme não poderia ter acontecido.

    OPA. Aqui vou defender os cineastas. A Hstoria Maia é muito mais longa que a asteca e de certa forma continua até hoje e a guerrilha zapatista atua em estado mexicano onde ainda se fala maia. Antes da expedição de Cortez, duas expedicoes foram para territorio maia onde foram detonados. Dois naufragos espanhois sobreviventes , Aguillar e Gerreiro se tornam auxiliares de Cortez na conquista dos astecas. Agullar falava maia e espanhol e Malinche, amante ascrteca d eCortaz falava maia e nahuatl, a lingua do Imperio asterca. Apos Cortez conquistar o imperio asteca ele envia expedição aos maias que toma cacete. os espanhois só dominam Iucatã bem depois.

  127. Klaus do Iate 20 de Maio de 2013 at 13:05 - Reply

    A história como ela é, ainda é muito mais bela do que as bobagens que colocam em filmes para aumentar seus efeitos de dramaturgia.

    Com certeza! Ainda mais que a verosimilhança é que arrepia. Ha quilos de fatos históricos que nem a mente mais insana imaginaria e no entanto ocorreu! Mas ha o dilema: a Vida imita a Arte ou Arte imita a Vida?

  128. Renato Leandro 9 de outubro de 2013 at 12:34 - Reply

    Muitos filmes com pretênsoes históricas têm muito erros, um dos mais grosseiros foi a versão antiga de gengis-khan a esposa do temujin é loira, sendo que ela é da etnia mongol.

    no filme aparecem canhões de campo coisa que sô vai aparece no século XVII ou seja 500 anos depois do império Mongol.

  129. Renato Leandro 9 de outubro de 2013 at 12:42 - Reply

    sobre os Maias o colega Klaus do iate têm razão os Espanhois chegaram ter contatos com os Maias do Iucatãn. e deram bem mais trabalho para os Espanhois do que os Astecas.

    O que muitos confudem é a destruição da civilização Maia do periodo clássico (século II até IX) com o povo Maia.

    Os Espanhois tiveram contato foi com a civilização Maia do periodo Chamado Intermérdiario Tardio século XIII até XVI-

  130. Pedro 24 de dezembro de 2013 at 17:33 - Reply

    Esse 10.000 a.C. é uma bela porcaria de filme. Fora os erros citados aqui, ele mostra uma religião hierarquicamente organizada numa sociedade já sedentária e bem estabelecida na região do Egito, coisa que na época que se passa o filme não existia ainda.

  131. Louise 24 de dezembro de 2013 at 18:03 - Reply

    Olá, professor! Já assistiu Exodus, baseado no livro de Leon Uris? Fala sobre a formação do estado de Israel. Achei erros absurdos!!

  132. Jonatha Rodrigues 24 de dezembro de 2013 at 18:28 - Reply

    Olha, acho interessante as observações sobre os fatos históricos mas quero deixar aqui uma ressalva sobre os filmes “históricos”, os diretores e produtores dos filmes mencionados acima não estavam preocupados com os fatos históricos em que os seus filmes estavam embasados, ou seja, a intenção deles não é seguir a risca o que realmente aconteceu e sim produzir um entretenimento ao público “pagante” e algum de vocês acham que se os filmes fossem retratar realmente fatos históricos de uma forma educativa eles iriam dar esse mole todo rechear suas produções com erros históricos?

    • Michel Goulart 24 de dezembro de 2013 at 21:54 - Reply

      Quem disse que não estavam preocupados, Jonatha? Para mim, soa como preguiça e falta de pretensão, talvez menos no caso de 300. Qualquer um que represente um aspecto sobre o passado deve ter, no mínimo, um certo compromisso com a história. Erros podem ocorrer, mas a consultoria de um historiador é fundamental.

  133. Egnaldo França 24 de dezembro de 2013 at 20:12 - Reply

    A indústria cinematográfica fantasia e exagera na ficção como uma forma de ganhar o telespectador. O problema com os filmes históricos é subestimar a inteligência de todos os que assistem. Ainda bem que existe o historiador…

  134. Luiz 24 de dezembro de 2013 at 20:41 - Reply

    Já vi a maioria destes filmes como entretenimento e não para aprender história. Os erros históricos apontados aqui não me incomodam nem um pouco. Quando quero aprender história, procuro um livro ou um documentário e, mesmo assim, acabo recebendo muito da visão do autor, que é sempre, em maior ou menor medida, tendenciosa. 300, Apocalypto, Elizabeth: A Era de Ouro e O Homem da Máscara de Ferro são, na minha opinião, grandes desperdícios do tempo de quem assistiu a eles, mas não por causa de erros históricos. Gostei muito, por exemplo, do primeiro filme sobre a rainha Elizabeth, apesar de já ter ouvido dizer que há erros históricos nele também. A história da assassinato de JFK não me desperta o mínimo interesse. Contudo, esta é apenas minha opinião. Cada um tem o direito de pensar o que quiser.

  135. Eden Pereira 24 de dezembro de 2013 at 21:28 - Reply

    Creio que faltou dois filmes em especial
    STALIN/1992 DE ROBERT MDURVAL
    Seus erros históricos chegam a ser gritantes, a começar por dizer que Stálin durante a 2ºguerra se infurnou em sua casa chorando enquanto Hitler atacava, pelo contrário Stálin foi corajoso e resistiu, inclusive ordenou que a parada de 7 de novembro de 1941 continuasse, mesmo frente aos ataques dos nazistas em Moscou. Isso sem contar os demais erros históricos ao qual eu não apontei, mas que qualquer historiador poderia apontar

    Outro filme que merece destaque também fala sobre a URSS e envolve a Segunda Guerra é Círculo de fogo, filme que conta sobre a vida de Vassili Zairtzev, franco atirador e herói soviético da segunda guerra em Stalingrado.
    Um erro gritante no filme foi a questão do atirador soviético ser um anafalbeto, fato terrível que é presenciado nas cenas em que responde as cartas quando torna-se famoso, sendo ditadas pelo comissário Danilov. No entanto Vassili Zairtzev não somente escrevia como na verdade era formado na faculdade e diretor de uma escola de engenharia

  136. Jeferson 25 de dezembro de 2013 at 0:25 - Reply

    Mas o 300,eh baseada em uma HQ,logicamente q nada aconteceu daquela forma…

  137. zaqueu 25 de dezembro de 2013 at 0:49 - Reply

    No filme coração valente que é baseado na vida do escocês rebelde Wallace, os historiadores não sabem ao certo seu ano de nascimento e nem se ele tinha uma mulher ou não como mostra no filme, sua morte tbm é erronia uma vez que ele foi enforcado e só depois decapitado, no filme mostra ele morrendo sendo decapitado o que não é veridico…

  138. flávio 25 de dezembro de 2013 at 0:52 - Reply

    faltou o código da vinci.

  139. zaqueu 25 de dezembro de 2013 at 0:54 - Reply

    Elizabeth tbm num campo de batalha parece meio improvável e a armada espanhola que só mostra uma e o Rei Felipe II, da Espanha empreendeu inúmeras outras tbm sem sucesso algum…

  140. William 25 de dezembro de 2013 at 1:57 - Reply

    No filme 300 também têm um erro que não foi citado, em Esparta as mulheres são obrigadas a parir filhos perfeitos, se nasciam com alguma deficiência eram mortos, então era impossível ter alguma pessoa deformada daquele jeito que é mostrado no filme em Esparta.

  141. Anelise 25 de dezembro de 2013 at 13:05 - Reply

    Muito bacana a lista, esclarecedora!
    Quem ler, nunca ais verá Pocahontas da mesma forma.
    Mesmo com erros históricos, boa parte dos filmes da lista são fantásticos! Gladiador marcou a infância e adolescência de muitos, além de 300 que tem aquele ar de filme de heróis…

  142. Frank 25 de dezembro de 2013 at 13:34 - Reply

    Mano com relação ao ilme 10.000 A.C. não concordo com vc em alguns aspectos. Se o filme narra a história do protagonista segundo a data que apregoa, A Civilização Egípcia é posterior aqueles acontecimentos. Note que no final, as construções vão ficando em ruínas e segundo pesquisas atuais tanto as pirâmides, quanto a Esfinge, são anteriores a esta civilização no caso a egípcia. Eu deduzo que a história se desenvolve em uma civilização anterior a do Egito antigo e daí foi-se colocando alegorias meio forçadas, tais como os mamutes gigantes etc. Note também que o imperador ou deus sei lá quando é acertado pela lança, se revela de cor branca, caucasiano, por assim dizer. Acho sim, que este filme trás algumas mensagens subliminares em seu contexto. Mas só quem estuda estas coisas para entender. valeu abraços

  143. Marcelo 25 de dezembro de 2013 at 13:44 - Reply

    Na história de Pocahontas, o verdadeiro John Smith tinha idade para ser pai do personagem mostrado, não era louro e era baixo e gordo.

  144. Cláudia 25 de dezembro de 2013 at 14:35 - Reply

    Também faço sérias críticas de alguns filmes de animação como a Era do Gelo e Os croods. Esse último as aberrações históricas e temporais chegam a ser grotescas.

  145. murilo 25 de dezembro de 2013 at 14:43 - Reply

    bem, tem algumas coisas erradas ai nesse texto, que está falando que os mamutes só viveram no norte da Ásia e na America do norte.Os mamutes se originaram na africa, migraram para o norte da Ásia, Europa, chegando a América do norte, e a vestígios deles na America do sul, as aves da família Phorusrhacidae, não só existiram na América do sul, mas também na America do norte, elas viveram até aproximadamente 10.000 anos atrás, e na epóca da construção das pirâmides o Egito era coberto por UMA ENORME SAVAVA QUE COBRIA TODO O DESERTO DO SAARA, bem se mamutes se originaram na africa, que é cobertas de savanas poque eles não poderiam existir lá, mas não as espécie mostrada no filme que era adaptada ao frio mas outra com menos pelos.

  146. Hay 25 de dezembro de 2013 at 15:02 - Reply

    Não fale daquilo que você não sabe 300 é baseado em uma HQ do Allan Moore que faz como ponto de partida a referência da Batalha das Termópilas! Não tem como exclusividade a contar a verdadeira historia!

  147. Gustavo 25 de dezembro de 2013 at 19:32 - Reply

    Vamo lá, vários filmes aí são de ficção, logo não tem mesmo compromisso com a história.

    outra coisa é que achei vários comentários seus ai dizendo que ‘dificilmente naquela época teria tal coisa…’ isso é julgamento seu, não quer dizer um ERRO GRAVE.

    E mais uma… existe Maia até hoje no México, eles foram SIM massacrados quase 100% por espanhóis. E ainda os sacrifícios eram feitos PRINCIPALMENTE de crianças.

    • Michel Goulart 26 de dezembro de 2013 at 10:05 - Reply

      Eu acho que algum compromisso é necessário e, considero SIM, que são erros. Respeite minha OPINIÃO que eu respeito a sua, parceiro.

  148. Lunna 26 de dezembro de 2013 at 23:01 - Reply

    Super idiota o que falou sobre Memórias de uma Gueixa. Inclusive sobre o que falou sobre as chinesas. As atrizes eram sim chinesas pois nenhuma atriz japonesa compareceu para as audiências das personagens. Chega a ser racista só porque as atrizes são chinesas.

  149. Pedro 27 de Março de 2014 at 18:41 - Reply

    Eu acredito que, em se tratando de arte, podemos relevar certas “licenças” históricas, tais quais as poéticas, porque a maioria dos filmes citados aqui não tem a intenção de ser didáticos ou ensinar alguma coisa. No entanto até para essas licenças dever haver limite de bom senso. Não considero que os ditos erros atrapalhem a arte cinematográfica em si nem a fruição dos filmes referidos, com exceção de 10.000 a.C. que possui tantas incongruências e extrapola de tal forma as “licenças históricas” aceitáveis, que se torna simplesmente insuportável, sem entrar no mérito técnico que deixa muito a desejar. Enfim, 10.000 a.C. é um filme medíocre em todos os sentidos. Os demais variam entre bons e ótimos.

  150. Rilton Ferreira Borges 27 de Março de 2014 at 21:25 - Reply

    Algumas observações são muito interessantes, outras soam como “olha como sou esperto e os diretores dos filmes são desatentos”. Acho que ao invés de “15 filmes com erros históricos” o post deveria se chamar “Separando ficção da realidade”; uma coisa é deixar claro o que realmente aconteceu e o que é invenção do diretor ou roteirista; outra coisa é dizer que foi um erro. O caso do 300, por exemplo: trata-se de um filme sobre uma HQ (não sobre o fato histórico) feito em um contexto em que o olhar dos EUA para o Oriente ainda tinha presente o 11 de setembro. Se levarmos tudo isso em conta, o que menos importaria para o diretor seria a armadura do soldado. Comparando com a literatura, seria mesma coisa que dizer que Camões cometeu “erros históricos” ao “inventar” situações que “nunca ocorreram” em Os Lusíadas.

    Sua lista aponta alguns erros muito graves e é bem esclarecedora (algumas coisas eu nem lembrava e teriam passado batidas nos filmes), mas faltou este “ajuste fino” de diferenciar “erro” de “liberdade de criação”.

  151. Alex 28 de Março de 2014 at 1:47 - Reply

    300 é uma adaptação de uma história em quadrinhos ou seja não é um filme histórico e na hq xerxes tem 2 metros e não sei quanto é negro e musculoso k nada se parece como o Rodrigo tirando isso não há erros

  152. Manu 30 de julho de 2014 at 19:33 - Reply

    O Filme Joana Dark existe algum erro histórico ?

  153. Ricardo 16 de Janeiro de 2015 at 0:06 - Reply

    Provavelemnte você comentou do erro de Pocahontas sem assistir ao filme. Ela não se casa com John Smith. No Pocahontas II ela encontra com John Rolfe.

    • Michel Goulart 16 de Janeiro de 2015 at 7:11 - Reply

      Ricardo, a palavra casamento ficou inadequada ao contexto. Vou arrumar.

  154. arthur 10 de Fevereiro de 2015 at 14:54 - Reply

    Ele fala do filme 300… diz que eram mais de 1000 homens Mais a historia diz que desses mais de 1000 homens somente 301 eram espartanos… -.-

  155. Gladimir 19 de Fevereiro de 2015 at 23:24 - Reply

    Creio que quem vai ao cinema para ver um filme e não um documentário está buscando diversão e não conhecimento. Se a análise de filmes de ação forem feitas sob a ótica da física, não resta um. Basta ver carros que sofrem 2 ou 3 explosões consecutivas (carros só tem um tanque de combustível e normalmente não explodem), carros que batem em outro que nem se mexe, mas o primeiro levanta voo, tiros de armas que jogam o alvo para trás há vários metros, isso para não falar dos golpes de artes marciais que desafiam as leis da gravidade e naves que explodem no espaço e produzem som. Se levar para esse lado, não assistam filme nenhum, pois na física não escapa um. Mas é isso que faz do cinema uma arte contagiante. Sorte que a maioria do público vai ao cinema para se divertir e não para tentar mostrar que tem mais conhecimento que o diretor, que estava mais preocupado com o divertimento do que com um bando de chatos que adoram bancar os intelectuais.

  156. Luan Henrique 24 de Março de 2015 at 2:07 - Reply

    Faltou o filme “O nome da rosa”, o erro é uma escultura barroca do século XVIII, feita de barro da imagem menino Jesus.

  157. Andre 26 de Março de 2015 at 2:36 - Reply

    Em Gladiador em relação as armas utilizadas, meu querido você se equivocou, balestras eram usadas, catapultas também e quem disse que a batalha não aconteceu? Se engana, pois durante todo o período do império romano, conflitos bárbaros assolaram as fronteiras, enquanto as mesmas mantinham-se fortes, caindo somente no século de queda do império romano e mais os Germanos sempre foram um dos povos que guerrearam incessantemente contra os Romanos, gostaria de saber de quais fontes são suas informações, pois “os historiadores dizem” é extremamente vago. Sobre os 300 achei uma porcaria de filme, mas vamos concordar mil soldados? No próprio livro que conta a mitologia dos 300 e Leônidas (301), dizem que estes eram os únicos soldados presentes nas batalhas e morreram esporadicamente, restando apenas alguns pouquíssimos na última batalha. Sobre suas críticas acredito que é necessário pesquisar mais que não vi somente esses dois erros, mas são os dois que afirmo que errou com veemência. Caso queira criticar um filme de fato, critique Alexandre o Grande ou Tróia, ambos foram mal feitos e sequer retrataram a real história, que pode ser lida nos livros Alexandre o Imperador Macedônio (se não me engano o título) e Helena de Tróia.

  158. Andre 26 de Março de 2015 at 2:42 - Reply

    Complementando sobre Gladiador, sobre as catapultas esqueci de falar, as do filme pareciam muito com Trebouchets (utilizados na Era Medieval pelos franceses e depois da sua difusão, pelo mundo), o mecanismo é parecido, mas é diferente, o Trebouchet possui duas extremidades, uma onde está o peso e outra onde é colocado o objeto a ser solto e lançado, soltava-se a engrenagem e o peso fazia todo o trabalho. As catapultas, por sua vez, possuíam um sistema de molas (posso dizer assim), onde envergava-se a madeira fazendo com que ela entrasse em tensão, soltando o gancho que a prendia lançando o objeto, lembrar da brincadeira da colher que toda a criança faz, pegar a colher cheia de comida, forçar com a mão que segura o cabo o movimento para a frente, mas segurando-a com a outra mão na parte onde esta a cuia da colher, ao soltar o dedo, o cabo da colher faz todo o trabalho…… sem mais esclarecimentos.

  159. franco 11 de Abril de 2015 at 22:42 - Reply

    Caraca, quanta igronacia. 300 nao é filme baseado em fatos historicos e sim em um quadrinho que se baseada no fato histoùrico porem se utilizando da licença portica cabivel ao autor. Alem disso 10.000 é mais um filme de fantasia que um filme epico. Fala serio… Cinema não é aula de historia, cinema é diversão. Quem quer conhecer fatos historicos que va estudar. Mesmo porque nenhum desses filmes é documentario e nenhum se compromete a ser relato da realidade.

  160. Mitxy 16 de Abril de 2015 at 19:23 - Reply

    Eu não tava lá em nenhum deles, muito menos a.C…então não sei.
    A maioria desses filmes são excelentes e acho que se as pessoas quisessem saber precisamente sobre isso, não veriam filmes, já que somente alguns deles foram baseados em fatos históricos e não são documentários ou artigos científicos de história que tem por obrigação serem originais perante a ciência da descoberta.

  161. C. L. Santos 29 de julho de 2015 at 20:43 - Reply

    O cinema não tem obrigação de mostrar realidades históricas, embora aproximações em dados filmes, caem bem, claro – deixemos isso, para os documentários históricos.
    Raramente um diretor vai se ater a fatos históricos tão ‘precisos’, pois todo diretor deseja colocar sua ‘versão’ e tal, mesmo que ampliando ou deturpando a história, em um ponto e outro.
    Mas, concordo que se as ‘pérolas’ são gritantes, não fica legal mesmo.

    Aproveito, e faço algumas observações sobre um dos filmes >>>
    No 300, a adaptação ali, deve ser contextualizada: esse filme foi baseado numa história em quadrinhos (de Frank Miller, que romantizou e ‘turbinou’ Leônidas e Cia.), não diretamente da obra de Heródoto, ‘Histórias’. Para compreender os grandes anacronismo do filme 300, antes, veja os quadrinhos antes, depois comparar com os 300 históricos. O próprio Xerxes da sétima arte, é baseado em sua versão ilustrada, com todos os adereços e tal.
    Logo, ficou assim a inspiração: ‘Histórias’ > HQ de Frank Miller > Filme dos 300.
    Abraços! 😀

  162. Tiago 25 de dezembro de 2015 at 12:51 - Reply

    Realmente bem analiticas esssas criticas, e algo bem elastico no sentido de mostrar o verdadeiro objetivo das peliculas em temas historicos, alguns sao bens percebiveis outros somente com peritos em Historia conseguem notar e ver essas falhas, apesar de haver esses erros, sao filmes bons mas que nao inteerssa para publico leigo no assunto a perspectiva de historiadores e documentos e sim o entreterimento.

  163. Rogério Brasil 19 de Fevereiro de 2016 at 13:42 - Reply

    Mas nas mãos de um bom professor podem ser bem utilizados em sala de aula.

  164. JKS 5 de Abril de 2016 at 21:51 - Reply

    Já pensou se nos fossemos ao cinema pra analisar detalhes exagerados que hollywood faz? Que analise idiota, vou ao cinema pra me divertir e não pra ficar olhando detalhes insignificantes no contexto diversão. Quando for avaliar a realidade procuro os livros pra saber com exatidão o que aconteceu.

    • Michel Goulart 6 de Abril de 2016 at 6:07 - Reply

      Seu espertinho, não é análise idiota, o que você sabe de História? Nenhuma fonte, nem os livros vão mostrar exatidão. Não há exatidão na História.

  165. Allison 16 de julho de 2016 at 0:11 - Reply

    Não vejo dessa forma. Os filmes foram inspirados. Ou seja baseia – se parcialmente. Essas coisas q tu disse até tem fundamento. Mas não passa de filme. Seria a mesma coisa q criticar o filme Titanic dizendo q Rose e Jack não existiram.

  166. Luiz Cláudio 19 de setembro de 2016 at 13:55 - Reply

    No ataque a Pearl Harbor, no filme só havia zeros entre os japoneses. Os japoneses usaram outros tipos de aviões além dos Zeros.

  167. MARCIO SILVA APPROBATO 15 de setembro de 2017 at 14:18 - Reply

    Parabéns a iniciativa destes assuntos históricos espero que faça mais relações filmes e realidades.

  168. Luiz Felipe 1 de Fevereiro de 2018 at 16:22 - Reply

    GENTE!!!! SE NÃO TIVESSE ESSES “ERROS”, OS FILMES NÃO SERIAM TÃO LEGAIS!! SÃO SÓ FILMES, TEM QUE SABER APROVEITAR… TEM QUE DEIXAR A REALIDADE PARA TRÁS… VCS IRIAM ODIAR DESENHO ANIMADO ENTÃO… NÃO TEM REALIDADE EM NADA. MESMO ASSIM É BOM.

  169. Luiz Felipe 1 de Fevereiro de 2018 at 16:24 - Reply

    O cinema não tem obrigação de mostrar realidades históricas, embora aproximações em dados filmes, caem bem, claro – deixemos isso, para os documentários históricos.
    Raramente um diretor vai se ater a fatos históricos tão ‘precisos’, pois todo diretor deseja colocar sua ‘versão’ e tal, mesmo que ampliando ou deturpando a história, em um ponto e outro.
    Mas, concordo que se as ‘pérolas’ são gritantes, não fica legal mesmo.

    Aproveito, e faço algumas observações sobre um dos filmes >>>
    No 300, a adaptação ali, deve ser contextualizada: esse filme foi baseado numa história em quadrinhos (de Frank Miller, que romantizou e ‘turbinou’ Leônidas e Cia.), não diretamente da obra de Heródoto, ‘Histórias’. Para compreender os grandes anacronismo do filme 300, antes, veja os quadrinhos antes, depois comparar com os 300 históricos. O próprio Xerxes da sétima arte, é baseado em sua versão ilustrada, com todos os adereços e tal.
    Logo, ficou assim a inspiração: ‘Histórias’ > HQ de Frank Miller > Filme dos 300.
    Abraços! //////////////// CERTO DEMAIS

  170. Luiz Felipe 1 de Fevereiro de 2018 at 16:25 - Reply

    Quero ver, vcs fazerem 1 filme sem 10 furos. (: VCS!!!

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