O povo hebreu também é conhecido como povo judeu, israelita e habitava a região de Canaã, hoje Israel. Este povo ficou conhecido por adotar, desde o início de sua história, a religião monoteísta, ou seja, aquela fundamentada na crença em um só Deus. Esta postagem aborda 4 Fases Que Marcaram a História dos Antigos Povos Hebreus, num período de mais de 4 mil anos. Portanto, considerando a vasta temática, optamos por apresentar o conteúdo de forma bem didática e resumida, tratando apenas dos fundamentos de cada fase.
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1. Fase dos Patriarcas

Desenho de um pastor de ovelhas na terra dos hebreus
A fase dos Patriarcas ocorreu, aproximadamente, entre 2000 a.C. e 1200 a.C. Os patriarcas foram os primeiros líderes religiosos dos antigos hebreus. O primeiro patriarca bíblico, Abraão, partiu da Mesopotâmia, por volta de 2000 a.C., e emigrou para Canaã (a terra prometida), junto de sua família. A economia dos primeiros habitantes da região, que fazia parte do Crescente Fértil, girava em torno da agricultura e do pastoreio. Por volta de 1700 a.C., um período de seca faz os hebreus emigrarem para o Egito, onde acabaram sendo escravizados. Em 1250 a.C., são libertados sob orientação de Moisés, no episódio conhecido como Êxodo, e retornam para a terra prometida. No caminho de volta, que durou 40 anos, foram revelados, também por Moisés, os 10 mandamentos, as leis que deveriam ser seguidas por todos, no decorrer a história dos hebreus.
Alguns patriarcas: Abraão, Isaque, Jacó.
2. Fase dos Juízes

Desenho de Josué liderando a Tomada de Jericó
A fase dos Juízes ocorreu, aproximadamente, entre 1200 a.C. e 1050 a.C. Os juízes foram autoridades políticas, religiosas e militares, sendo eleitos pelas várias tribos hebraicas, de forma que havia um juiz por tribo. Eles tinham a função de averiguar se as leis estavam sendo cumpridas pelo povo. Um dos juízes, Josué, conduziu os hebreus na reconquista de Canaã, uma vez que, enquanto se encontravam escravos no Egito, aquele território foi ocupado e habitado por várias tribos diferentes, como cananeus e filisteus. Josué iniciou a reconquista da terra a partir da tomada da cidade de Jericó. A importância da fase dos Juízes reside na orientação religiosa dos hebreus, que eventualmente se afastavam dos fundamentos da religiosidade judaica, e na consolidação do território, mas que ainda não era, neste período, unificado sob o poder de um único governante.
Alguns juízes: Josué, Débora, Sansão, Samuel.
3. Fase dos Reis

Desenho da reconstituição do Templo de Salomão
A fase dos Reis ocorreu, aproximadamente, entre 1050 a.C. e 930 a.C. A instalação de uma monarquia foi uma forma de unificar as tribos hebraicas e ter mais força para lutar contra tribos inimigas, como os filisteus. O primeiro rei foi Saul que, tendo falhado na luta contra os filisteus, acabou cometendo suicídio após uma batalha. Seu sucessor, Davi, foi bem sucedido pois, além de conseguir sucessivas vitórias contras as tribos inimigas, ainda conseguiu expandir o território. Durante seu reinado, Jerusalém se tornou capital de Israel. O filho de Davi, Salomão, tornou-se o terceiro rei dos hebreus, sendo que, em seu reinado, a monarquia chegou ao auge. Seu governo ficou caracterizado construção do famoso Templo de Salomão. Em 930 a.C., com a morte de Salomão, o reino se divide em dois: o reino de Israel, com capital em Samaria; e o reino de Judá, com capital em Jerusalém.
Alguns reis: Saul, Davi e Salomão.
4. Dominação Estrangeira
A fase da Dominação Estrangeira ocorreu, aproximadamente, entre 930 a.C. e 134 d.C. Para alguns pesquisadores, este período é uma extensão da fase dos Reis e ficou caracterizado pelo domínio de vários povos sobre os hebreus, sendo que estes, em várias ocasiões, foram escravizados. Em 722 a.C., os hebreus foram dominados pelos assírios. Em 587 a.C., os babilônios conquistaram Judá, destruíram o templo e deportaram os hebreus para a Babilônia. Em 333 a.C., o território foi dominado pelas tropas de Alexandre, o Grande. Em 60 a.C., a região passa para domínio romano e é durante esta ocupação que nasceu Jesus Cristo. Em 134 d.C., ocorre a expulsão dos judeus de seu território, ainda sob controle romano, em episódio que ficou conhecido como Diáspora. Um momento marcante da história dos hebreus.
Esselente
gostei de conhecer mais a istoria do povo judeu
Em contrapartida Bar Kochba foi considerado oficialmente Messiah, mas os romanos demonstraram que ela não era, da pior forma.
Segundo a Biblia , Josue sucedeu Moises e foi o conquistador de Kanaan, a Terra Prometida. Ele era sobretudo um líder militar sofisticado, implacável e o mais importante vitorioso. Seu nome em hebraico soaria como Yoshua, Salvador (vindo)de Yahweh. Ele seria o protótipo do conceito de Messiah , Ungido (de Deus). Outros homens seriam reconhecidos pelos israelitas/judeus como Messiah: David, Judas Marreta (Macabeu) e até o estrangeiro persa Ciro. Jesus, é um nome latinizado, o nome hebraico aramaico era O MESMO de Josue. E dele era esperado ser Salvador e Messiah. Mas o seu discurso pacifista não se encaixou com esta expectativa e , na verdade, era uma ameaça a elite teocrática de Jerusalém, mais que ao poder temporal romano. O resto todo ocidental , mesmo não- religioso, conhece.
Houve duas revoltas judaicas antiromanas. Nos governos Nero/Vespasiano e no governo Adriano. Na Primeira houve um grande cerco a Jerusalém, seguido de massacre, destruição do famoso templo de Deus, deportação de quem vivia na cidade. Há quem diga que o Fim do Mundo narrado em Apocalipse de Joao se referia a estes eventos. Na Segunda, os fariseus proclamaram um Messiah: Bar Kochba. As seitas rivais momentaneamente se uniram. Houve apoio dos judeus que viviam no império parto e talvez até do próprio governo parto. Mas mesmo assim as tropas de Adriano esmagaram a revolta. Houve uma deportação mais maciça , arrancando judeus de toda Judeia e espalhando-os por todo império e para punir mais ainda Jerusalém se tronou uma cidade greco-romana Elia Capitolina e a Judeia foi renomeada Palestina ( fazendo referencia ao povo inimigo de Israel, os filisteus, já extintos na época). MAS continuaram a existir judeus em numero significativo na Judeia durante governo romano oriental:Justiniano teve apoio dos judeus da Judeia ao esmagar a seria revolta dos samaritanos. Judeus de Elia Capitolina saudaram a conquista árabe islâmica de Jerusalém como uma libertação por parentes ismaelitas. Os judeus de Jerusalém foram trucidados pelos Cruzados que não os distinguiam dos islâmicos. Os judeus tinham papel destacado no governo civil dos sandjaks (províncias) do império turco otomano, inclusive da região da Palestina. Os primeiros judeus sionistas vindos da Europa pra Terra Santa encontraram judeus que já viviam lá há séculos..
Os eventos narrados de ANTES do EXODO aí cai no terreno totalmente dominado pelo mito e pela crença. Podem ser só metáforas ou verdades de tal forma deformadas que se tornam irreconhecíveis como eventos históricos.
AGORA quanto as MINHAS CRENÇAS , o EXODO é algo que realmente ocorreu, mas não exatamente do modo como se lê.
Acumulam-se evidencias que o monoteismo NAO era uma característica INICIAL dos antigos israelitas. Os israelitas eram como todos seus vizinhos fortemente monólatras (acreditavam em um deus-ancestral ou protetor de seu ancestral, mas não excluíam a reverência a outros deuses menores em SEU panteão e nem a existência de deuses tutelares dos outros povos, que obviamente não reverenciavam por serem rivais do seu deus máximo).
A Biblia não começou a ser escrita na SUPOSTA época do Exodo (governo de Seti, Ramsés II, Merenptah), mas no periodo do Cativeiro Babilônico. Apesar de se referir a possíveis eventos de vários séculos anteriores Antes poderia existir haver tradições orais.
A partir de fontes FORA da Biblia só está comprovada a existência de líderes israelitas de Josias em diante. O famoso Reino De Israel Unido (Saul, David e Salomão) ainda não rendeu achado arqueológico algum.
A fonte histórica mais antiga,conhecida até agora, indubitável, FORA da Biblia que autentica a existência do povo israelita é a estala do rei egípcio Merneptah. Curiosamente este primeiro registro tb é um primeiro registro de perseguição anti-israelita. Lá o faraó se gaba de ter extinto os israelitas.
Qualquer referencia mais antiga a existência dos hebreus/israelitas/judeus ou é passível de duvida, ou é a própria Biblia ou é mais recente.
A Biblia é uma bussola moral para seguidores de várias religiões, mas como fonte HISTORICA válida deve ser tratada como as outras fontes históricas. Com muito senso crítico, sem proselitismo religioso e cruzando com fontes extra-biblicas para se legitimar como fonte HISTORICA. Ela não é uma fonte histórica autolegitimante só porque guia o comportamento de muitas pessoas. Assim:
nao tem referencias ..seria necessarias