Livro: O Livro de Ouro da Mitologia

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O Livro de Ouro da Mitologia, de Thomas Bulfinch, mostra que as religiões da Grécia e da Roma Antiga desapareceram, mas o legado de seus mitos e heróis continua presente até nossos dias. Estes já não pertencem à teologia, mas às artes, à literatura e à erudição.

Capa do Livro de Ouro da Mitologia, Thomas Bulfinch

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O livro foi lançado em 2006 e conta com 360 páginas. Ao ler, você vai

  • Perceber que o foco do livro é a mitologia greco-romana, mas também trata da mitologia oriental, hindu e nórdica.
  • Entender que os mitos tornaram-se de tal modo permanentes que estão vinculados ao imaginário de todos os povos ocidentais, revelando-se na poesia, nas belas-artes, na psicologia e na psicanálise, como parâmetros e modelos.
  • Compreender que, para os gregos seu país ocupava o centro da Terra e o centro deste país era o Monte Olimpo, na Tessália, que abrigava os deuses – Zeus (Júpiter), Cronos (Saturno), Eros, os Titãs, e tantos outros.
  • Distrair-se com as mais encantadoras histórias que a fantasia humana jamais criou e, a um só tempo, adquirir conhecimentos indispensáveis a sua formação cultural.
  • Conhecer as ideias sobre a estrutura do universo, aceita pelos gregos que passaram para os romanos que, por sua vez, disseminaram entre outros povos através de sua ciência e de sua religião.
  • Reconhecer que mitologia não se trata apenas de um bando de deuses decidindo sobre a vida dos mortais. A história da mitologia vai muito além disso: guerras, assassinatos, amores, ciúmes, maldições, suicídios… Às vezes imensamente bizarra e trágica, às vezes grandemente poética e bela.
  • Perceber que a ciência e a tecnologia podem até ter nos trazido um enorme conhecimento e nos mostrado o que realmente é verdadeiro e o que é imaginário. Mas os grandes mitos enchiam os corações, com suas histórias épicas e fantásticas.

* Obs: Pessoal, não nos responsabilizamos caso haja falta de exemplares, pois depende do estoque da loja. Além disso, podem ocorrer eventuais alterações nos valores mencionados.

By | 2015-06-21T15:45:17+00:00 10 de outubro de 2013|Categories: Livros|Tags: , , , , |9 Comments

About the Author:

Professor, historiador e blogueiro, já trabalhei em algumas das maiores escolas públicas e particulares de Santa Catarina. Comecei a lecionar em 2001, sempre preocupado com um ensino caracterizado pela criatividade e inserção de novas tecnologias e metodologias variadas em sala de aula.

9 Comments

  1. Klaus do Iate 10 de outubro de 2013 at 17:38

    O Poder do Mito”” e o “Heroi de 1000 Faces” sao ambos otimos livros do mitologo Joseph campbell. George Lucas era fã dele e usou Heroi de 1000 faces ao conceber o roteiro de Star War 4, 5 e 6. Em uma interessante inversao Campbell tb se declarou fã do George Lucas.

  2. Klaus do Iate 10 de outubro de 2013 at 17:40

    No Brasil ‘o melhor mitologo de todos foi Junito Brandão. Ele é autor de Mitologia Grega e Dicionario mitico-etimologico da da Mitologia grecoromana. Tive oportunidade de assistir a uma aula com ele. Fantastica.

  3. Klaus do Iate 10 de outubro de 2013 at 17:42

    Prof Michel, a revista Aventuras na Historia deste mês (out/2013) fala da religião da Arábia pre-islâmica. E advinha parece que Afrodite está na Caaba.

  4. Michel Goulart 10 de outubro de 2013 at 17:49

    Não brinca!

  5. Michel Goulart 10 de outubro de 2013 at 17:50

    Estas histórias de ficção e fantasia são recheadas de referências mitológicas.

  6. Klaus do Iate 11 de outubro de 2013 at 6:10

    A Afrodite árabe se chamava Al-Uzza, era narrada como adolescente fogosa, representada por uma pedra pontuda. Era o culto árabe mais fervoroso. Eles associavam a deusa ao planeta Vênus (estrela matutina). Em Meca, a poderosa tribo Coraish mantinha a Caaba com 400 deuses de outra tribos também, onde sacrificavam até camelos, mas os Coriashs se consideravam descendentes da deusa Al-Uzza e do deus Hubal. Al-Uzza também era a deusa tutelar em Nakla. Quando Maomé tomou Meca, entrou em entendimento com sua antiga tribo (os Coraish de Meca) e enviou seu melhor general para devastar o templo de Al-Uzza em Nakla, um dia de camelo ao sul de Meca. Onde ele decapitou a sacerdotisa local de al-Uzza. (Mas nada impede que parte do entendimento não tenha sido deixar a pedra negra da Caaba, intocada, isto é, a Afrodite de Meca, acrescento.)

  7. Luiza Buratto 23 de outubro de 2013 at 20:01

    Esse livro é muito bom! além de ter várias histórias emocionantes, ainda deixa um pouco de cultura. Muito legal da sua parte transmiti-lo no site.

  8. Rodrigo 5 de Março de 2014 at 14:22

    Neste momento estou lendo o livro indicado… bastante didático e sucinto — para iniciantes é legal!

  9. Maria Fernanda 1 de dezembro de 2014 at 17:57

    Nossa! Gosto mto de Mitologia Grega e tinha que fazer uma pesquisa e isso me ajudou mto.Obg Michel Goulart!

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