Home/Curiosidades/25 curiosidades sobre os Índios brasileiros

25 curiosidades sobre os Índios brasileiros

Abril 17th, 2013|Curiosidades|44 Comments


Dia 19 de abril é Dia do Índio. Nada mais justo do que utilizar esta data para relembrar alguns aspectos relacionados com a cultura dos índios, a relação com os europeus e a situação dos índios no decorrer de nossa história. Assim, conheça 25 curiosidades sobre os índios brasileiros.

Pintura que mostra os índios presenciando a chegada dos portugueses ao Brasil

– Os povos que habitavam as Américas foram chamados pelos europeus de índios. O termo é uma invenção europeia e provém de um “erro histórico”. Ao chegar às Américas, os europeus achavam que tinham chegado nas Índias. Assim, os povos que habitavam o continente americano foram chamados de índios.

– Quando o Brasil foi conquistado, em 1500, os historiadores calculam que existiam aqui entre 3 milhões e 5 milhões de índios, divididos em 1.400 tribos. Havia três grandes áreas de concentração: litoral, bacia do Paraguai e bacia Amazônica.

– No Brasil, muitos índios foram capturados e escravizados. Os colonos diziam que os índios não eram gente, mas animais. Quando os padres jesuítas chegaram ao Brasil, começaram a reverter esse quadro. Em 1537, a bula Veritas Ipsa, editada pelo papa Paulo III, declarou que os índios eram “verdadeiros seres humanos”.

– As doenças trazidas pelos europeus causou a morte de vários habitantes da terra. Os indígenas não resistiam ao sarampo, varíola e gripe. Entre 1562 e 1563, cerca de 60 mil índios morreram por causa de duas epidemias de “peste de bexiga” (tipo de varíola).

– Atualmente, calcula-se que 400 mil índios ocupam o território brasileiro, divididos em 200 etnias e 170 línguas. Vale ressaltar que este cálculo considera apenas os indígenas que vivem em aldeias. Há estimativas de que, além destes, há entre 100 e 190 mil vivendo fora das terras indígenas.

Indígenas Brasileiros

 O grão de guaraná lembra muito a figura de um olho humano. Isso deu margem a uma lenda espalhada pelos índios saterê-maué. A índia Unai teria tido um filho concebido por uma serpente e morto pelas flechadas de um macaco. No local em que ele foi enterrado, teriam nascido as primeiras plantas de guaraná.

– Os índios Xerente realizam um ritual para batizar suas crianças, chamado Uaké. Nele, a molecada participa de uma dança em círculo enquanto recebe seus nomes, que depois são anunciados de porta em porta.

– Em 2004, foram realizados os Jogos Indígenas do Pará. 500 índios de 14 tribos participaram do evento, que teve competições de arco-e-flecha, cabo-de-guerra, arremesso de lança, lutas corporais, natação, canoagem, corrida de toras, maratona e atletismo.

– O Parque Nacional do Xingu é uma das maiores áreas indígenas da América Latina, com 26 mil quilômetros quadrados (quase o tamanho do Estado de Alagoas). Criado em 1961 para garantir melhores condições de vida e a posse da terra à população indígena local, abriga hoje 4 mil índios de 15 grupos diferentes.

– Os índios brasileiros adoram carne de macaco, considerada um prato muito especial. Quanto mais novo o macaco for abatido, mais macia é a carne. Os miolos são retirados e misturados a um molho ou pão. Os cérebros são ricos em gordura e proteína.

índios na floresta

– O tupi era uma das 1.200 línguas indígenas identificadas no Brasil no ano de 1500. Até meados do século 18, tratava-se do idioma mais falado no território brasileiro. Cerca de 20 mil palavras do atual vocabulário, como amendoim, caipira, moqueca, taturana e pipoca, derivaram dele.

– Quando Cabral chegou ao Brasil, a língua era falada numa faixa de 4 mil quilômetros, do norte do Ceará ao sul de São Paulo. O que predominava era o dialeto tupinambá, um dos cinco grandes grupos tupis. Os outros eram: tupiniquins, caetés, potiguaras e tamoios.

– Os bandeirantes se comunicavam em tupi. É por isso que tantos estados, municípios e rios têm nomes de origem indígena. Neste sentido, Paraná é “mar”; Pará é “rio”; Piauí é “rio de piaus” (um tipo de peixe); Sergipe é “no rio do siri”; Curitiba é “muito pinhão”; Pernambuco é “mar com fendas”, entre outros.

– Hoje restam 177 línguas indígenas. O antigo tupi foi uma das que desapareceram completamente. Em 1758, o marquês de Pombal, interessado em acabar com o poder da Companhia de Jesus no Brasil e em aumentar o domínio da metrópole portuguesa sobre a colônia, proibiu o ensino e o uso do tupi.

– Em 1955, o presidente Café Filho obrigou todas as faculdades de letras a incluir um curso de tupi no currículo.

Índios praticando rituais em aldeia

– Em 1910, o Marechal Rondon criou o SPI (Serviço de Proteção ao Índio). Os indígenas passaram a ter direito à posse da terra e seus costumes eram respeitados. A entidade foi substituída pela Funai (Fundação Nacional do Índio). O órgão federal que cuida hoje das nações indígenas foi criado em 5 de dezembro de 1967.

– Existem aproximadamente 200 grupos indígenas identificados. Mas os dez mais numerosos representam 43% de todo o contingente indígena brasileiro, que reúne 325.652 indivíduos. A maior parte (89.529) mora na Amazônia.

– A Funai calcula que, além das tribos já conhecidas, há em torno de 55 grupos totalmente isolados, todos em áreas remotas da Amazônia. Em junho de 1998, na divisa do Brasil com o Peru, uma equipe da Funai vislumbrou entre a copa das árvores doze malocas de uma tribo indígena até então completamente desconhecida.

– A Amazônia é a última região do planeta onde ainda vivem grupos humanos desconhecidos. Vivem em estágio bastante primitivo, caçando, pescando e, em alguns casos, cultivando pequenas roças. Essas tribos recebem da Funai a vaga denominação de “índios isolados”.

– Pelo Código Civil, o índio não tem direito à propriedade da terra das reservas. Ele tem a posse e o direito de usar o que nela existir (água, flora, fauna e minérios).

Índios praticando a antropofagia ritual

Canibalismo ou antropofagia consiste no ato de comer a carne de seres da mesma espécie. O termo vem da língua arawan, falada por uma tribo indígena da América do Sul. A prática, conforme afirmam estudiosos e arqueólogos, era comum em comunidades primitivas ao redor do mundo.

– Na época em que os portugueses chegaram ao Brasil, havia no país diversas tribos de índios canibais. Entre elas estavam os tupinambá, os potiguares, os caetés, os aimorés, os goitacás e os tamoios. Eles devoravam seus inimigos por vingança e acreditavam que, comendo seu corpo, adquiriam seu poder.

– O ritual de “degustação” humana incluía um período de engorda, em que a vítima era bem tratada e alimentada. Antes de sua morte, ela recebia o privilégio de passar uma noite de amor com uma das mulheres da tribo. Depois de morto, o corpo era dividido entre homens e mulheres.

– Relatos contam também que os tupis realizavam impressionantes cerimônias antropófagas coletivas. Homens, mulheres e crianças bebiam cauim e devoravam, animadamente, o inimigo assado em grelhas de varas. Até 2 mil índios celebravam o ritual comendo pequenos pedaços do corpo do prisioneiro.

– Os tamoios, por sua vez, tinham por costume permitir que o preso vingasse sua morte antes da execução. Ele recebia pedras para jogar contra os convidados, que vinham de longe para as festas. O carrasco colocava um manto de penas e matava a vítima com um golpe de borduna na nuca.

Os Índios Guarani-Kaiowá

Aqui no História Digital também um artigo de curiosidades do povo Guarani-Kaiowá, indígenas também localizados no Brasil, Não deixe de conferir: 15 curiosidades do povo Guarani-Kaiowá

Fonte: Guia dos Curiosos.

44 Comments

  1. Klaus do Iate 17 de Abril de 2013 at 22:06 - Reply

    Os tamoio não seriam uma tribo , mas uma federação de tribos de fala tupi em sua maioria. O nome tamoio significa “os velhos”, pois estes caciques das tribos- membro formavam uma especie de grupo de anciãos, caciques mais velhos ou aposentados. Esta federação atrapalhou a colonização portuguesa do litoral brasileiro de ES a SP, especialmente apos se aliar aos franceses.

  2. Klaus do Iate 18 de Abril de 2013 at 7:38 - Reply

    A aliança de tribos, conhecida como Confederação dos Tamoios, foi motivada pelos ataques dos portugueses e mestiços vicentinos (da atual cidade de São Vicente), liderados por João Ramalho e pelo cacique Tibiriçá, que procuravam capturar escravos entre os indígenas para trabalhar nas primeiras plantações de cana-de-açúcar.

    A aliança foi formada, em 1560, por três experientes caciques tupinambás e mais algumas aldeias das etnias goitacás, guaianás e aimorés, com o claro objetivo de dar combate aos portugueses (por eles chamados de “perós”) e às tribos que os apoiassem. Por décadas, os Tamoios foram a única resistência organizada contra a colonização portuguesa. Segundo relatos dos jesuítas, os tamoios impuseram memoráveis vitórias utilizando apenas 160 canoas, embora algumas delas tivessem 13 metros de comprimento e 30 tripulantes.

    O líder de maior autoridade dentro da coalizão era o cacique tupinambá Cunhambebe. Enquanto ele viveu, a coalizão antilusa foi bem sucedida tendo recebido, inclusive, apoio logístico e alguns contigentes franceses. Consta que, na aldeia de Cunhambebe, no sítio da atual cidade de Angra dos Reis, havia, no meio da taba, uma peça de artilharia dada pelos franceses. Os jesuítas dão conta de que o cacique atirava com um canhonete por sobre o ombro. Operacional ou mero enfeite, ela seria uma evidência do poder dos tamoios.

    Os relatos do mercenário Hans Staden também confirmam a força dos Tamoios, capazes de sitiar Bertioga várias vezes apesar dos esforços dos 5 irmãos Braga: João, Diogo, Domingo, Francisco e André. Bem como participaram ativamente na escola jesuíta que deu origem à cidade de São Paulo.

    Cunhambebe morreu de varíola e a direção da coalizão passou a outro cacique-fundador da coalizão, Aimberê, que comandava os guerreiros da baía de Guanabara.
    Os portugueses convenceram o cacique Temiminó Araribóia, que tinha sido expulso por Aimberê da ilha dos Gatos (atual Ilha do Governador, na atual cidade do Rio de Janeiro) para as bandas da capitania do Espírito Santo, a lutar contra os Tamoios em troca das terras na baía de Guanabara (Niteroi).

    A coalizão foi enfraquecida pela saída dos Guaianases, que fizeram um acordo em separado com os Jesuítas. Em 1567, os portugueses e os Temiminós destruíram a França Antártica, apesar da ajuda da Confederação dos Tamoios aos franceses (por eles chamados de maíres). Os remanescentes franceses e tamoios fugiram para a região da atual cidade de Cabo Frio. Os franceses derrotados retornaram a Europa, mas os Tupinambás prosseguiram seus ataques a recém-fundada cidade do Rio de Janeiro.

    Finalmente, em 1575, uma força expedicionária de quatrocentos lusos e setecentos nativos catequizados de varias etnias cercaram a região de Cabo Frio por terra e mar. Os tupinambás tamoios se renderam e entregaram suas armas, mas os portugueses massacraram todos os índios desarmados. Foi o fim da Confederação dos Tamoios. Os Goitacazes prosseguiram a luta sozinhos por vários anos em torno da atual cidade de Campos dos Goytacazes.

  3. Klaus do Iate 18 de Abril de 2013 at 7:40 - Reply

    Ouro ponto de resistência no litoral foi o Recôncavo Baiano. Lá a resistencia tupi não foi tão organizada, mas deu trabalho por anos.

  4. Klaus do Iate 18 de Abril de 2013 at 7:54 - Reply

    A França Antartica tinha muitas coisas contra ela. Era feita por franceses huguenotes (calvinistas franceses). Na sua terra natal o clima estava esquentando , prestes a se tornar uma geurra civil religiosa francesa. Reis catolicos enviavam os huguenotes para criar colonias ou para se livrar deles? Muitos vinham por falta d eopção. Mas os puritanos fundadores dos EUA também vinham praticamente para desterro. Porem os huguenotes viam para o Brasil sem mulheres.

  5. Klaus do Iate 18 de Abril de 2013 at 7:59 - Reply

    Os franceses(maires) não eram vistos como ameaça, porque preferiam ocupar ilhas proximas ao litoral para facilitar defesa e não melindrar os nativos. Realmente os tupis os viam com melhor olhos já que vinham atrás de arabutan/ibirapitanga/pau-brasil e sem mulheres brancas. Já os lusos(perós) vinham para continente, plantar cana, vinham com suas mulheres. Logo vinham para ficar e escravizar.
    O problema da falta de mulheres seus aliados tamoio resolveriam com gosot, o problema é que muitos huguenotes eram fanáticos cabeçudos, como os puritanos com relação a concubinato ou mistura de raças.

  6. Klaus do Iate 18 de Abril de 2013 at 8:06 - Reply

    Para acentuar o caráter de desterro , o rei francês enviava suprimento (especialmente militar) com parcimônia de Tio Patinhas, ele enviava com frequencia mais bocas. Tanto que Villegagnon chegou a poribir o recebimento de “reforços”. Não se admira que se rendessem antes dos tamoios. Cabo Frio ,a primeirapovoação urbana europeia na América chegou a ser conquistada pelos franco-tamoios. O sobrinho do governador -geral do Brasil Portugues morreu com flechada no olho
    : Estácio de Sá. Apos derrotas nos bairros do Flamengo e da Ilha do Governador, os franceses se renderam e se mandaram para Europa, mas os tamoios ficaram em fortaleza ao estilo europeu com algumas armas europeias em Cabo Frio. Foram vencidos na traição em sua última batalha.

  7. sun quest tanning beds 22 de Maio de 2013 at 10:06 - Reply

    I’m impressed, I need to say. Really rarely do I encounter a weblog that’s each educative and entertaining, and let me let you know, you’ve gotten hit the nail on the head. Your concept is outstanding; the problem is one thing that not enough people are talking intelligently about. I am very comfortable that I stumbled across this in my search for something relating to this.

    • ulisses 28 de junho de 2015 at 17:40 - Reply

      Ha uma politica nos USA para criar uma ideia falsa de asiaticos,latinos,arabes etc,chama se imperialismo cultural americano,onde quer mostrar a supriodade do imperio romano,digo,americano frente aos “barbaros”……pense nisto.

  8. BIA 31 de agosto de 2013 at 13:00 - Reply

    indio

  9. jamilly 22 de setembro de 2013 at 9:23 - Reply

    legal

  10. jamilly 22 de setembro de 2013 at 9:24 - Reply

    vou fazer uma pesquisa sobre os indios

  11. jamilly 22 de setembro de 2013 at 9:26 - Reply

    Indígenas Brasileiros
    – O grão de guaraná lembra muito a figura de um olho humano. Isso deu margem a uma lenda espalhada pelos índios saterê-maué. A índia Unai teria tido um filho concebido por uma serpente e morto pelas flechadas de um macaco. No local em que ele foi enterrado, teriam nascido as primeiras plantas de guaraná.

    – Os índios Xerente realizam um ritual para batizar suas crianças, chamado Uaké. Nele, a molecada participa de uma dança em círculo enquanto recebe seus nomes, que depois são anunciados de porta em porta.

    – Em 2004, foram realizados os Jogos Indígenas do Pará. 500 índios de 14 tribos participaram do evento, que teve competições de arco-e-flecha, cabo-de-guerra, arremesso de lança, lutas corporais, natação, canoagem, corrida de toras, maratona e atletismo.

    – O Parque Nacional do Xingu é uma das maiores áreas indígenas da América Latina, com 26 mil quilômetros quadrados (quase o tamanho do Estado de Alagoas). Criado em 1961 para garantir melhores condições de vida e a posse da terra à população indígena local, abriga hoje 4 mil índios de 15 grupos diferentes.

    – Os índios brasileiros adoram carne de macaco, considerada um prato muito especial. Quanto mais novo o macaco for abatido, mais macia é a carne. Os miolos são retirados e misturados a um molho ou pão. Os cérebros são ricos em gordura e proteína.

    índios na floresta

    – O tupi era uma das 1.200 línguas indígenas identificadas no Brasil no ano de 1500. Até meados do século 18, tratava-se do idioma mais falado no território brasileiro. Cerca de 20 mil palavras do atual vocabulário, como amendoim, caipira, moqueca, taturana e pipoca, derivaram dele.

    – Quando Cabral chegou ao Brasil, a língua era falada numa faixa de 4 mil quilômetros, do norte do Ceará ao sul de São Paulo. O que predominava era o dialeto tupinambá, um dos cinco grandes grupos tupis. Os outros eram: tupiniquins, caetés, potiguaras e tamoios.

    – Os bandeirantes se comunicavam em tupi. É por isso que tantos estados, municípios e rios têm nomes de origem indígena. Neste sentido, Paraná é “mar”; Pará é “rio”; Piauí é “rio de piaus” (um tipo de peixe); Sergipe é “no rio do siri”; Curitiba é “muito pinhão”; Pernambuco é “mar com fendas”, entre outros.

    – Hoje restam 177 línguas indígenas. O antigo tupi foi uma das que desapareceram completamente. Em 1758, o marquês de Pombal, interessado em acabar com o poder da Companhia de Jesus no Brasil e em aumentar o domínio da metrópole portuguesa sobre a colônia, proibiu o ensino e o uso do tupi.

    – Em 1955, o presidente Café Filho obrigou todas as faculdades de letras a incluir um curso de tupi no currículo.

    Índios praticando rituais em aldeia

    – Em 1910, o Marechal Rondon criou o SPI (Serviço de Proteção ao Índio). Os indígenas passaram a ter direito à posse da terra e seus costumes eram respeitados. A entidade foi substituída pela Funai (Fundação Nacional do Índio). O órgão federal que cuida hoje das nações indígenas foi criado em 5 de dezembro de 1967.

    – Existem aproximadamente 200 grupos indígenas identificados. Mas os dez mais numerosos representam 43% de todo o contingente indígena brasileiro, que reúne 325.652 indivíduos. A maior parte (89.529) mora na Amazônia.

    – A Funai calcula que, além das tribos já conhecidas, há em torno de 55 grupos totalmente isolados, todos em áreas remotas da Amazônia. Em junho de 1998, na divisa do Brasil com o Peru, uma equipe da Funai vislumbrou entre a copa das árvores doze malocas de uma tribo indígena até então completamente desconhecida.

    – A Amazônia é a última região do planeta onde ainda vivem grupos humanos desconhecidos. Vivem em estágio bastante primitivo, caçando, pescando e, em alguns casos, cultivando pequenas roças. Essas tribos recebem da Funai a vaga denominação de “índios isolados”.

    – Pelo Código Civil, o índio não tem direito à propriedade da terra das reservas. Ele tem a posse e o direito de usar o que nela existir (água, flora, fauna e minérios).

    Índios praticando a antropofagia ritual

    – Canibalismo ou antropofagia consiste no ato de comer a carne de seres da mesma espécie. O termo vem da língua arawan, falada por uma tribo indígena da América do Sul. A prática, conforme afirmam estudiosos e arqueólogos, era comum em comunidades primitivas ao redor do mundo.

    – Na época em que os portugueses chegaram ao Brasil, havia no país diversas tribos de índios canibais. Entre elas estavam os tupinambá, os potiguares, os caetés, os aimorés, os goitacás e os tamoios. Eles devoravam seus inimigos por vingança e acreditavam que, comendo seu corpo, adquiriam seu poder.

    – O ritual de “degustação” humana incluía um período de engorda, em que a vítima era bem tratada e alimentada. Antes de sua morte, ela recebia o privilégio de passar uma noite de amor com uma das mulheres da tribo. Depois de morto, o corpo era dividido entre homens e mulheres.

    – Relatos contam também que os tupis realizavam impressionantes cerimônias antropófagas coletivas. Homens, mulheres e crianças bebiam cauim e devoravam, animadamente, o inimigo assado em grelhas de varas. Até 2 mil índios celebravam o ritual comendo pequenos pedaços do corpo do prisioneiro.

    – Os tamoios, por sua vez, tinham por costume permitir que o preso vingasse sua morte antes da execução. Ele recebia pedras para jogar contra os convidados, que vinham de longe para as festas. O carrasco colocava um manto de penas e matava a vítima com um golpe de borduna na nuca.

  12. sandrielly 26 de setembro de 2013 at 9:12 - Reply

    muito legal essas pesquisas e comentarios sobre os indígenas

  13. helena 23 de outubro de 2013 at 11:39 - Reply

    eca indios canibais

  14. POLYANA FERNANDES 10 de Março de 2014 at 20:45 - Reply

    muito legal, me ajudou bastante no meu trabalho de História, obrigado 🙂

  15. camila 1 de Abril de 2014 at 13:43 - Reply

    muito legal amei

  16. Maria Fernanda 3 de Abril de 2014 at 21:46 - Reply

    muito legal adorei Jamilly

  17. Béti 8 de Abril de 2014 at 14:06 - Reply

    Muito interessante e de fácilcompreensão. Ajudei meu filho, que estuda na terceira série, a fazer uma pesquisa sobre os índuios no Brasil. é para isso que serve a tecnoloia: para termos mais facilmente informações… Sou do tempo das enciclopédias… vários volumes…….Hoje, a Internet é um grande instrumento educacional.

  18. Béti 8 de Abril de 2014 at 14:08 - Reply

    Muito interessante e de fácil compreensão. Ajudei meu filho, que estuda na terceira série, a fazer uma pesquisa sobre os índios no Brasil. É para isso que serve a tecnologia: para termos mais facilmente informações… Sou do tempo das enciclopédias… vários volumes…….Hoje, a Internet é um grande instrumento educacional.

  19. Carol 24 de Abril de 2014 at 19:24 - Reply

    Mt bom! Me ajudou bastante no trabalho de História!! 🙂

  20. Josiane Nazaré peçanha de souza 27 de Abril de 2014 at 23:49 - Reply

    Olá,
    Muito boa a explicação sobre os índios….será que poderiam tirar uma dúvida: afinal, a nação indígena que existia aqui em Niterói, antes da derrota da Federação dos Tamoios, era qual? Aymorés ou Tupinambás ??? Agradeço a resposta.

  21. mmmmm 22 de agosto de 2014 at 15:48 - Reply

    me ajudou muito 🙂

  22. mmmmm 22 de agosto de 2014 at 15:49 - Reply

    :0

  23. amanda 11 de setembro de 2014 at 16:59 - Reply

    super chato a prof nao me ajuda em nada a fi

  24. vinicius 27 de outubro de 2014 at 8:51 - Reply

    so tem mulher

  25. kkkkkkk 9 de novembro de 2014 at 23:26 - Reply

    oooooooooooooooooooooooooooooootimoooooooooooooooooo
    muito 10000000000

  26. Carlos 6 de dezembro de 2014 at 6:07 - Reply

    Cacique era um cara fanfarrão eleito para, bem longe da tribo, soltar sua franga! Uma espécie de Joãozinho 30! Sua única função era a de, junto ao pagé, estabelecer e promover as festas, religiosas inclusive. Morubixaba é que era chefe, de guerra e somente durante o período de batalhas. Índio não tinha chefe até a chegada dos europeus que os “catequizaram”.

  27. isa 8 de Abril de 2015 at 19:36 - Reply

    legal tenho trabalho amanha to com medo mais acho que vou conseguir obrigado

  28. Julia Emelyn 14 de Abril de 2015 at 22:18 - Reply

    Muito legal me ajudou muito no trabalho de historia !!!

  29. ryan 22 de Abril de 2015 at 15:29 - Reply

    muito legal apredi muito sobre os indigenas e me ajudou na liçao de casa de ciencias

  30. ryan 22 de Abril de 2015 at 15:31 - Reply

    Ea minha professora mideu nota 10

  31. isaura 22 de Abril de 2015 at 16:11 - Reply

    Legal descobri muitas coisas, só faltou dizer que Cristovão Colombo chegando aqui no Brasil achou que era a Índia e começou a chamar o povo de Índio mais parabéns ao site.

  32. isabella 29 de Abril de 2015 at 20:24 - Reply

    legal me ajudo mt na tarefa 😀

  33. ryan 14 de Maio de 2015 at 20:15 - Reply

    muito legal

  34. Christiano Ferraço Beiriz Aarão 17 de setembro de 2015 at 15:14 - Reply

    Show de bola . Texto , sucinto específico e claro de abordagem leve e soberana , na qual o leitor vai deslumbrar de uma ótima leitura e quem ama a História do Brasil no contexto social ficará meio que triste pelo aspecto da destruição da nosso cultura ORIGINAL. Brasil parece não ter mudado muito no âmbito da Maldade ….

  35. Chris 18 de setembro de 2015 at 10:31 - Reply

    #foraDilma

  36. Felipe 31 de Janeiro de 2016 at 21:10 - Reply

    Como assim um “erro” ? “os europeus achavam que tinham chegado nas Índias.” O que??

    Estou chocado com essa informação, pois ela está equivocada. Há muitos anos não ensinam mais nas escolas que as viagens marítimas foram marcadas por “erros” no destino. Os portugueses e espanhóis tinham ampla noção náutica e não teriam errado de forma tão grosseira. As cartas, os mapas da época e o bom senso de historiadores documentam que o termo advêm de outra razão: os europeus denominavam como indígena todas as populações autóctones, aborígenes e nativas de índio. Por favor, corrijam esse erro crasso.

    • Michel Goulart 1 de Fevereiro de 2016 at 5:29 - Reply

      Olá, Felipe, não há nada de errado na informação. Colombo mesmo levou muito tempo para reconhecer o erro em seu trajeto. A viagem de Cabral ao Brasil, provavelmente foi intencional. Digo isso porque ainda não há unanimidade entre os historiadores.

  37. ... 6 de junho de 2016 at 11:29 - Reply

    adorei me ajudou muito no meu trabalho…

  38. https://www.facebook.com/jorge.288 19 de Janeiro de 2017 at 11:31 - Reply

    na universidade da Europa existe, apenas existe universidade com estudos do pau, pau de nome brasil, mas no brasil na época dos índios nestas terras não existia universidade com o nome constituinte de Portugal de brasil com o nome de pau brasil….o nome foi dado de brasil por quer na europa já existia os estudo de pau brasil ou de brasil…. e não existia e sabiam da origem desta terras antes do príncipe brasil…. com muito marketing em Portugal seria impossível o nome ser de brasil… ao descobrir Portugal estas terras a universidade já conhecia o nome brasil…. será que as condições da fauna e da flora permite existe pau brasil em portugal como aqui nesta terras?, e o resto dos índios que sobrou no tempo de hoje oque portugal junto com a igreja e a africa, Europa, America do sul constituinte das leis basicas no brasil pib e brasil militar politico fala?

  39. maria eduarda 24 de outubro de 2017 at 22:02 - Reply

    nossa!muito legal essas curiosidades,gosteis muito.

  40. José 12 de dezembro de 2017 at 9:15 - Reply

    Urucum é bosta do diabo!

  41. maria isabel brandão bittencourt silva bittencourt 23 de Março de 2018 at 14:11 - Reply

    muito bom me ajudou muito

Leave A Comment